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Quadrinho.com entrevista Marcelo Lélis

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    Entrevista com Marcelo Lélis - Exclusivo
    Escrito por Amauri
    sexta, 25 de janeiro de 2008
    Marcelo Lélis é uma figura notável para aqueles que já tiveram a oportunidade de conhecê-lo. Dono de um estilo inconfundível, trabalhou na grande imprensa, em Minas e São Paulo, publicou em revistas independentes como a Graffiti 76% Quadrinhos, Legenda, Saino a Percurá (um álbum pela Lei de Incentivo de BH, que teve uma publicação na Espanha). Atualmente, prepara um álbum para a editora francesa Casterman, além de ser ilustrador do Jornal Estado de Minas.

    Quadrinho.com: Você vez alguns trabalhos. O Saino a Percurá, que foi feito via lei de incentivo, e também lançou o Cidades do Ouro pela Cidades Ilustradas (Casa 21). Como você compara estes dois trabalhos?

    Lélis: Bom, a comparação que há é que a Casa 21 é uma editora formalizada e instituída, então ela tem um contrato que você assina, um contrato de cessão de direitos parciais de edição que você tem como autor. Você tem um prazo para ceder este direito para a editora. Na verdade isso é temporario como autor e como desenhista, mas no Brasil o que é mais comum é você ceder direitos autorais como escritor. O ilustrador não é considerado como autor, ou pelo menos nos países da América do Sul. Então a comparação é essa. Eu fiz o livro Cidades Ilustradas como autor através de uma editora instituída. O Saino a Percurá é um projeto completamente informal. Nele não há uma editora instituida. É como se fosse um fanzine que você procura um incentivo, só que um fanzine mais bem acabado... a gráfica, papel cuchet...


    Quadrinho.com MUITO mais bem acabado...


    Quadrinho.com: É, exatamente. Mas somente como comparação, porque não há, por exemplo, a inscrição ISBN, aquela numeração que é a catalogação dos livros publicados no Brasil. Eu deveria ter feito isso, mas acabou que, por falta de experiência, não fiz. Desse modo, não há uma formalidade do trabalho na verdade, então não há um amparo legal sobre a obra, como numa editora normal por exemplo. A única coisa que tem é que meu nome está lá, os desenhos estão lá, mas assim, a documentação que pode comprovar que eu sou o autor da obra, neste caso, é o processo de captação de recursos através da prefeitura. Eu como empreendedor, mas como autor, não tem nenhum contrato como tem uma editora comum. Deu para entender, ou foi meio confuso?


    Restante da entrevista: Quadrinho.com
    _________________________________________

    Lelis é um dos artistas mais fodásticos do quadrinho nacional...
    lembro há uns 13 anos atrás, qdo ele fazia charges pro jornal Estado de Minas, e publicava na revista Legenda Quadrinhos.
    O cara é foda...
    Amplexos éticos
    KAL-EL
    ARTHUR, ME DÁ MEU CHIP!!!

  • #2
    Devido a problemas no servidor, a entrevista sumiu uns dias, mas o problema foi sanado e ela está d volta.
    É bem interessante, inclusive com alguns toques bacanas como ISBN para publicações independentes, q muita gente nem sabe q existe...
    Tem tb umas páginas do projeto dele p uma editora francesa, sobre a Guerra Civil americana... muito bom...
    Amplexos éticos
    KAL-EL
    ARTHUR, ME DÁ MEU CHIP!!!

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