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[AVALIAÇÃO DUPLA] Mulher Maravilha #20 & #21 - A Canção do Cisne e começa Ataque Às Amazonas! Darsé!

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  • [AVALIAÇÃO DUPLA] Mulher Maravilha #20 & #21 - A Canção do Cisne e começa Ataque Às Amazonas! Darsé!



    Heroína ou vilã? O papel da Mulher-Maravilha na vida de uma de suas maiores fãs é questionado quando um inoportuno incidente é aparentemente causado pela Princesa Amazona!


    (Wonder Woman 38-39)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    52 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 7,50
    Distribuição Nacional
    ----------------




    A Princesa Amazona e seu irmão Jasão confrontam a terrível Cisne Prateada em sua investida final. Enquanto isso, as Fúrias Femininas tentam roubar mais artefatos de poder e acabam confrontando diretamente Steve Trevor e sua equipe. E Darkseid dá prosseguimento a seu plano, que envolve o lugar mais especial na vida de Diana.


    (Wonder-Woman 40-41)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    52 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 7,50
    Distribuição Nacional
    --------------------------


    A Canção do Cisne: uma história em três partes que começa na edição #20 e termina na #21, esta Canção do Cisne traz a história de Vanessa Kapatelis, a moça que virá a se tornar a Cisne de Prata nesta nova versão do Renascimento. Antiga vilã da Mulher Maravilha, aqui a roupagem ela é como se fosse a amiga dela que se fudeu em uma das inúmeras brigas de heróis contra vilões e acaba se transformando na Cisne com um ciúme doentio pela Mulher Maravilha.





    Logo de cara se nota o talento de um escritor calejado: James Robinson faz com tanta maestria o "ponto de vista" da garota que fica muito bem e convincente, o suficiente para que o leitor fique engajado na personagem e chegue a sentir pena dela. A história de Cisne de Prata é uma tragédia, e como tal tem seus elementos de horror. Robinson não se faz de candinha e bota a Cisne para botar pra fuder mesmo nos civis, tem pena não.





    Enquanto a primeira parte é inteiramente para evocar o psicológico da personagem Vanessa para o leitor, o segundo capítulo e o terceiro são inteiramente de pancadaria e resolução. Entrementes a isso, Diana se vê com o seu imaturo irmão, Jasão, que vive na esbórnia, mas que resolve "ser que nem ela" e embarca em aventuras de heroísmo, sendo a primeira combater a Cisne.





    Sequências de ação inventivas, enquanto Steve Trevor se vê as voltas com as Fúrias Femininas que atacam uma instalação em busca de um artefato que já culmina com o próximo arco. Arte da Emanuela Lupacchino fazendo um trabalho a contento, e auxiliada por Carmen Carnero ao final, mostrando que a Cisne termina ficando sob controle daquele anão tarado do Dr. Psycho. Um nome mais do que sugestivo.



    taradinho


    Ataque às Amazonas: aqui só temos a primeira parte do arco, iniciado na edição #21, e mostra o fracasso das Fúrias em busca da tal relíquia que Darkseid quer pra desfilar no carnaval. Essa equipe do Steve Trevor é foda mesmo, conseguiu derrotar as Fúrias (esse é a parte ruim do gibi). O restante do gibi é a Mulher Maravilha falando de seu dia para o Steve, que enfrentou umas três vilãs no mesmo dia.



    Darkseid manginão, não mata as Fúrias por falharem e desconta a raiva nos pobres alienígenas feiosos


    O gibi é só isso além de um mela cueca constrangedor envolvendo Diana e Steve Trevor. Acho que é aqui que o gibi do James Robinson é tão ruim que começam a criticar. Os ataques seriam uma forma de Veronica Cale chamar atenção, mas parece que não tem nada relacionado a história atual. Ao fim, Jasão reaparece de seu sumiço de exatamente uma edição pra outra, arte competente de Stephen Segovia.



    Jasão voando que nem um viado



    No geral achei as histórias da Mulher Maravilha BOAS, sem ser aquele lixo tóxico que a galera dos scans tanto cornetaram, mas dá pra perceber bem onde é que o James Robinson começa a cagar no pau. A arte no geral é bem boa e condiz com a "caixinha" da Mulher Maravilha, mas faz falta um artista que consiga criar algo novo sem escrotizar com a personagem, como o mais recente Cliff Chiang. Comprei esses gibis porque tava uma grana do décimo terceiro sobrando e não me arrependi. Ainda.



    Veronica Cale foi a mesma diretora do filme que o Cara de Barro ia participar em Detective Comics #21????
    Last edited by Pato_Osborn_Olsen; 24-02-2019, 07:46 PM.
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