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[AVALIAÇÃO] Lanternas Verdes #16

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  • [AVALIAÇÃO] Lanternas Verdes #16




    Lanternas Verdes: Volthoom derrotou a primeira Tropa dos Lanternas Verdes, mas agora terá que enfrentar Baz e o poder de quatro anéis verdes! Hal Jordan e a Tropa dos Lanternas Verdes: a devastação atinge em cheio os Novos Deuses, e somente a Tropa pode impedir o trágico fim do Quarto Mundo…


    (Green Lanterns 31-32, Hal Jordan and the Green Lantern Corps 29-30)


    Revista mensal
    17 x 26 cm
    92 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 14,00
    Distribuição Nacional
    ------------------------------------

    Lanternas Verdes: na primeira história temos a conclusão do arco Fora do Tempo que começou na edição #13. Porradaria legal entre os Lanternas Baz e Jessica e os primeiros Lanternas remanescentes da luta contra o Volthoom da última edição.





    A história em si foi boa, o que eu não gostei muito foi o Volthoom ter ficado a toa por aí no presente sem uma conclusão lá muito legal, ainda mais ao saber que estas duas últimas edições americanas foram as últimas do roteirista Sam "piolhento" Humphries no título. A história acaba com um frescor rejuvenescedor , se o clima das histórias foi esse em sua maioria, talvez o run do Humphries não tenha sido de todo o mal. Na arte, Ronan Cliquet faz o básico competente.




    Aí a gente chega na última história de fato e o Humpries ESBANJA a sua capacidade em escrever uma história porca... . A história devia ser um "slice of life", mostrando Simon e Jessica lidando com coisas comuns em um evento social, a saber, uma festa que a irmã do Simon chamou os dois. Os diálogos ruins e constrangedores (o ápice é a Jessica querendo dar prum negão que tem tara na Lanterna Verde , mas não sabe que a Jessica é aquela gostosa, uau, que engrassadaum, parece até que li num mongá) não são nem o pior da história, o PIOR MESMO é que chega num trecho que parece que FALTOU QUADRINHO OU PÁGINA, onde o Simon sai da festa voando, a Jessica vai atrás dele NA ESTRATOSFERA, aí na página seguinte o Simon tá na festa, de novo, em frente ao irmão dele que discutia DENTRO DO BANHEIRO páginas atrás. Que porra mais escrota...


    Simon sai da festa off-panel e Jessica vai atrás dele...


    ... e imediatamente na página seguinte aparece na festa vestido normal e o irmão "parando" ele pra falar! Eu juro! a página seguinte. Parece que não teve transição nenhuma entre elas! DANG!


    Então a gente tem um meio termo aqui..., se o run do Humpries Piolhento foi igual ao final do arco, então o saldo é positivo, agora se for igual a essa bosta de história de festa eu fico com pena do coitado que pagou essa porra de gibi 14 reais por mais de 10 edições. O pior foi a punheta de pau mole entre Simon e Jessica, que acho que sequer foi trabalhada em prol de uma "abordagem não sexista" entre homem e mulher. Só que dois personagens interagindo um com o outro a tanto tempo de sexo opostos e interesse sexual VAI HAVER TENSÃO SEXUAL SIM, ou você acha que eu não tento comer as minhas amigas também? Humpries acha que está fazendo um "novo Arquivo X", mas Jessica e Simon são mais alienígenas pra nos do que os extraterrestres que eles encontram. A arte fica por conta de Scott Goodlewski, que assim como Ronan Cliquet, nem fede e nem cheira. Um festival de nulidades..., que maneira de se encerrar um trabalho de elenco.



    bonito, mas não empolga


    Hal Jordan e a Tropa dos Lanternas Verdes: também conclusão de arco e agora início de outro. Na conclusão de A Queda dos Deuses, os Lanternas vão até a Muralha da Fonte para impedir que os robôs gigantes libertem Yuga Khan, o pai do Pai Celestial. Lá tem um porradão.






    Bicho, na moral, que história de merda. Gigantes do espaço sei lá de onde surgem, atacam os Novos Deuses Órion e Pai Celestial, aí os caras descobrem que vão libertar esse pica do Yuga Khan, os Lanternas que antes levaram um sacode para parar UM ROBÔ GIGANTE, derrotam três, e sabe deus ou deuses de onde surgiu esses porras. Pra que serviu essa história? Talvez seja uma TRILOGIA que o Vendido esteja planejando antes de ser chutado do título.



    O PODEROSÍSSIMO QUEM?????!


    Apesar de ter momentos legais, como terem removido o coração do Órion para impedir que seja perseguido e o resgate sub-luz do Pai Celestial pelo Hal na última edição, a sensação é que essa história NÃO SERVIU PRA NADA, foi só uma história aí que o Vendido inventou. A exceção fica pelo respeito que o Pai Celestial agora tem pelo Kyle. Alguns mbbistas deviam aprender a lição de humildade do Pai Celestial... . Apesar de ser uma história inócua, a diversão se manteve num nível aceitável. Arte bem boa do Rafa Sandoval.



    o grande objetivo dos robôs gigantes só foi revelado no final


    Em Jogos Mentais, início do novo arco na revista, Lanterna Hal vai até a Terra para averiguar o ressurgimento do Sinestro e do Parallax informado pelo Super-Homem, como visto em Superman #16. O Hal vê, ou pensa que vê, que o Super ainda tá dominado pelo Parallax e caem no pau.





    Início de arco no mínimo intrigante, vamos ver se decola... . A história é rapidinha mesmo porque o Patrick Zircher, artista da história, enche o gibi com páginas inteiras. Pelo menos tá bonito de ver, vamos ver se dessa vez o centro-avante roteirista marca gol...



    parcerias entre o Super-Homem e Lanterna sempre são legais, de fato, o personagem que mais tem a ver com a mitologia do Super é o Lanterna
    1

  • #2
    Re: [AVALIAÇÃO] Lanternas Verdes #16

    as histórias são até legais, mas não consigo me empolgar com essa mensal, se eu não me cobro de ler acabo esquecendo que assino...

    O arco do Venditti é dinâmico, mas um tanto broxante, os gigantes pareciam ser impossíveis de lidar, mas a resolução ficou bem aquém da expectativa criada. O melhor ficou para a edição do Superman com o Clark dando lição de moral sobre o que é o medo.

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