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[AVALIAÇÃO] - Homem-Aranha & Os Campeões #6

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  • [AVALIAÇÃO] - Homem-Aranha & Os Campeões #6



    Os Campeões continuam tendo sua repUtAção manchada pelos Freelancers, que agora preparam um novo golpe envolvendo a própria marca do grupo! Miles Morales, o Homem-Aranha, e seu pai Jefferson precisarão enfrentar as consequências de todos os segredos que possuem.

    Histórias Originais:
    Champions 7-8; Spider-Man 15

    76 páginas - R$10,50


    Miles Morales: Miles e Jefferson voltam para casa, após a treta dimensional pela Terra 65, e vêm seus segredos serem descobertos por Rio Morales.

    História tipicamente bendiana, toda calcada em diálogos. Mas, ao contrário de outros trabalhos do autor, essa estrutura funciona direitinho aqui, porque era exatamente o que a situação exigia. E é bem legal ver o super-herói e o agente da SHIELD ficando no pianinho, enquanto levam esporro da mãe/esposa e tentam explicar o inexplicável.

    A arte carregada de sombras de Szymon Kudranski ajuda bastante, dando um clima pesado e claustrofóbico à D.R. da família Morales.

    Só achei muito zoado Miles manter um papel cheio de fórmulas químicas complexas em seu quarto com o título “Fluído de teia”. É tão idiota quando esconder seu traje colorido dentro de uma caixa e colocar uma etiqueta: “Uniforme do Homem-Aranha”. Bendis vacilou demais nessa. Fala sério.

    SM2016015-int3-2-1.jpg

    Campões: Após serem acusados de agredir mendigos, os Campeões vão atrás de seus desafetos, os Freelancers, para limpar seu nome.

    Novamente, o gibi tem 76 páginas, agora com duas histórias dos Campões. Eu até prefiro esse formato, mas não sei por quanto tempo a Panini conseguirá mantê-lo. A menos, é claro, que a editora adicione outra série ao gibi.

    A primeira história trata do confronto com os Freelancers e causa emoções conflitantes. A facilidade com que os Campões derrotam os vilões e limpam seu nome é decepcionante. Mal dá pra dizer que houve uma luta, porque os Campões gastam dois segundos para dar uma surra nos Freelancers e convencê-los a confessar a agressão aos mendigos.

    Mas o lance seguinte, com os Freelancers registrando o nome e o símbolo dos Campeões e os enfiando em todo tipo de bugiganga foi bem legal. A coisa ganha outra dimensão, quando consideramos que a equipe se tornou um fenômeno de mídia, e seu símbolo foi adotado por diversas pessoas, nos quatro cantos do mundo.

    Na história seguinte, os Campões precisam lidar com o “roubo” de sua marca. É legal ver como os garotos ficam completamente perdidos diante da situação e levam uma eternidade para perceber a melhor estratégia de contra-atacar os Freelancers. Legal, também, que a ideia tenha partido exatamente do Nova, o membro (como ele mesmo se define) menos inteligente do grupo.

    Enfim, a série continua divertida, com uma pegada realmente diferente das demais equipes de heróis.


Working...
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