Anúncio

Collapse
No announcement yet.

[AVALIAÇÃO] - Supergirl Renascimento - Volume 2

Collapse
X
 
  • Filter
  • Hora
  • Show
Clear All
new posts

  • [AVALIAÇÃO] - Supergirl Renascimento - Volume 2



    A Supergirl anda bem ocupada. Além de tentar se ajustar à vida como uma super- heroína da Terra, ela também tem que equilibrar suas atividades como a estudante colegial Kara Danvers e o trabalho com Cat Grant. Isso sem contar o fato de Kara estar auxiliando o Departamento de Operações Extranormais a rastrear refugiados kryptonianos. E com tanta coisa rolando, mal dá tempo para pensar no futuro. Mas quem tem tido tempo de sobra para planejar são os Cinco Fatais, que acreditam que, em breve, a Supergirl cometerá um deslize que acarretará em uma grave tragédia. E planejam detê-la antes que isso aconteça!

    Edições originais: Batgirl Annul #1; Supergirl #7 a #11

    140 páginas, R421,90
    Primeiro, a Panini acertou em publicar Batgirl Annual #1 aqui. Afinal, é onde são plantadas as bases do arco principal. E fiquei surpreso ao ver as duas personagens dizerem que finalmente estão se conhecendo. Sério mesmo que Supergirl e Batgirl nunca tinham se encontrado, desde o início dos N52? Enfim...

    O arco principal mostra Kara e Bárbara trabalhando juntas para resgatar um telepata de um laboratório secreto do Cadmus, o que leva as duas a enfrentar Xa-Du (um criminoso kryptoniano) na Zona Fantasma. De modo geral, é um arco divertido, que aproxima as personagens e traz uma cota variada de desafios: invasão ao Cadmus, um ataque inesperado em National City e a mencionada treta na Zona Fantasma, que se torna o mote principal do arco.

    A luta com Xa-Du não tem lá momentos de grande destaque, e o que se sobressai mesmo é a parceria entre Supergirl e Batgirl, que mostram uma boa interação. Mas eu curti – de um modo bizarro – o lance de a armadura do Xa-Du ser feita a partir dos corpos derretidos de outros prisioneiros da Zona Fantasma. O arco também deixa algumas pontas, como o gancho final e os inimigos atacando Kara por algo que ela fará no futuro.

    Além do arco principal, há uma parceria com o Superman e uma história que retoma o caso Lar-On (o kryptoniano egresso da Zona Fantasma, que se transforma em um tipo lobisomem), apresentado em Supergirl – Volume 1.

    O encontro com o Superman é uma “água com açúcar” interessante, por significar um estreitamento de laços entre a Superfamília. E é legal ver o Superman bancando o “irmãozão” para Kara, bem como a aproximação da guria com Lois e Jon. Pra quem reclama do Superman Doriana... E é curioso ver o Azulão tentando explicar a Kara todo o “angu” com Mxyztptlk. Decididamente, tem coisas que é melhor não tentar explicar demais.

    A trama com Lar-On tem uma pegada mais séria, com Kara mergulhando na psique do colega kryptoniano, para tentar ajudá-lo. A ideia de a metamorfose de Lar-On ter uma origem psicológica (fugindo do lugar-comum da luz da lua) é bacana. Já a história do garoto que perde a mãe e sofre com o pai desgraçadamente rigoroso é bem clichê. A arte cartunesca e “fofinha” de Matias Bergara também não ajuda, porque não combina nadinha com a temática do roteiro.

    Falando em arte, Brian Ching mostra seu traço estilizado e cartunesco (mas sem a “fofura” de Bergara), que cai muito bem para uma personagem adolescente como Kara. Mas quem mais me agradou mesmo foi Inaki Miranda, responsável pela arte do anual da Batgirl, que tem um traço mais convencional que seus colegas.

  • #2
    Re: [AVALIAÇÃO] - Supergirl Renascimento - Volume 2

    Não entendi pq o título era da Batgirl... a Kara é praticamente a protagonista do encadernado...hehehe... to gostando das histórias da prima do Superman, elas são bem simples, mas tem um ritmo bom de leitura... não lembramos das histórias assim que viramos a última página, mas a história também não ofende...

    Comment


    • #3
      Re: [AVALIAÇÃO] - Supergirl Renascimento - Volume 2

      Bicho, eu queria compartilhar dessa "boa vontade" com a história que aparentemente vocês tem. Ao meu ver a única história realmente "boa" foi a do anual e QUIÇA o comecinho das histórias do Steve Orlando antes de começar aquela bobajada na Zona Fantasma. Porque, puta que me pariu, lá pro final do gibi eu tava lendo no automático e por vezes voltava a leitura para RELER para ver se tinha realmente entendido o que os personagens falaram. Se tem um gibi que parece que foi escrito através de um gerador aleatório de lero-lero foi este gibi.





      A história que abre o encadernado, o anual, é simpática, simples, leve e razoavelmente divertida. Dá pra entender o que os personagens estão falando de acordo com uma certa lógica. Também pudera, é da autoria da Hope Larson da série atual da Batgirl. Esta história se encontra numa qualidade mediana, entre a vitalidade do primeiro encadernado e o burocrático do segundo. É uma história curta boa (suspeito que esse anual só foi parcialmente publicado aqui, com outras histórias menores na edição americana) com ótimos desenhos, como bem apontou o Cabral.




      A história envolvendo a Supergirl entrando na mente do Lar-On é legalzita e o encontro com o Super-Homem e família é bem "humano", algo para esquentar os corações. Aqui já é autoria do Steve Orlando e PARECE ATÉ QUE ELE TÁ SE ESFORÇANDO, escrevendo personagens com alma e arcos dramáticos. Arte QUE EU ACHEI BOA, do Matias Bergara.







      Até então a história tava boa. NÃO É ALGO ASSIM, PORRA QUE HISTÓRIA LEGAL, mas se curte a personagem, como disse o prestogaudio, "não ofendia". Agora quando começa o arco de cross com a Batgirl, puta que me pariu... . Primeiro que o Orlando tirou do cu um MAGOG, esvaziando todo o significado e importância que o personagem tem e transformando em arroz de festa. Vou até reler alguma das edições de Reino do Amanhã que tenho pra matar a saudade.




      Aí por conta de uma "ligação de elo fraco" entre a empresa "Tychotech" e a Zona Fantasma, fazendo uma bateria que se alimenta de lá ( COMO CARALHAS a empresa conseguiu tecnologia para acessar a Zona Fantasma?), somando esse ataque maluco do Magog, Batgirl (que o Ben Rubel conhece a Barbara Gordon como alguém "famosa no mundo tecnológico", um exagero da porra - é como se o Tyrese Powel conhecesse algum estudando de mestrado de astrologia de alguma universidade), temos Batgirl, Supergirl e Ben Rubel, O IMPORTANTÍSSIMO BEN RUBEL, indo pra Zona Fantasma (folheando agora vi que o Ben Rubel foi o ÚNICO que foi sugado para a Zona Negativa, agora por quê ele diz que "tá cansado da Supergirl o segurar"? se aqui acontece EXATAMENTE o contrário?



      conheça Xa-Du: o cara que controla a Zona Fantasma (mas que não apareceu em Vingança quando a gangue do Super-Homem apareceu na Zona Fantasma)


      Lá na Zona Fantasma, Xa-Du prende as meninas, aí elas saem, Xa-Du quer vestir o corpo da Supergirl Bufallo Bil Style, as meninas encontram a PSI? Essa porra apareceu aqui COMO, MEU DEUS?? Orlando não se dá ao trabalho de explicar isso baseado em algum elemento do roteiro. Fica "por alto" que foi o Cadmus (????) que colocou ela lá. Psi fala um textão e a Supergirl, por acreditar no poder do amor e da amizade, reverte a situação.



      essa é uma página jogada para alguma maluquice que o Steve Orlando planeja pra futuros arcos


      A princípio eu pensei que a Psi fosse alguma integrante da Legião dos Super-Heróis, mas não tem nada a ver. Um texto enfadonho, prolixo e por vezes incompreensível. Vários momentos com BEN RUBEL falando groselha, puta que me pariu. Lá pela metade do arco quando vejo o Brian Ching fazendo splash page e página inteira para caralho, percebi que o Orlando não tinha uma história para contar...



      o textão da Psi



      Esse último arco foi PÉSSIMO e difícil de saber o que o Steve Orlando queria passar em várias vezes, num ato raro de ENTENDER o que são as palavras, mas não entender o que o autor quer dizer com aquilo. Um texto que fala, fala e não quer dizer nada. Ben Rubel falando que não vai deixar mais a Supergirl agarrar ele pra NO FINAL ser ajudado pela Batgirl é uma parada bem sintomática do "trabalho" que o Orlando tem fazendo esse roteiro. De bom mesmo neste trecho da história, apenas a excelente arte de Brian Ching, gosto muito. O gibi ainda acaba com um gancho filha da puta, parece que nos veremos no futuro ainda...



      Ben Rubel em ação!



      Postado originalmente por Cabral Ver Post

      A luta com Xa-Du não tem lá momentos de grande destaque, e o que se sobressai mesmo é a parceria entre Supergirl e Batgirl, que mostram uma boa interação. Mas eu curti – de um modo bizarro – o lance de a armadura do Xa-Du ser feita a partir dos corpos derretidos de outros prisioneiros da Zona Fantasma.
      Isso foi uma tentativa desesperada do Steve Orlando de parecer "edgy"


      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      E é curioso ver o Azulão tentando explicar a Kara todo o “angu” com Mxyztptlk. Decididamente, tem coisas que é melhor não tentar explicar demais.
      Eu achei bem resumido, o problema é que a história é um angu editorial do caralho que quanto mais se mexe, mais fede

      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      A arte cartunesca e “fofinha” de Matias Bergara também não ajuda, porque não combina nadinha com a temática do roteiro.

      Falando em arte, Brian Ching mostra seu traço estilizado e cartunesco (mas sem a “fofura” de Bergara), que cai muito bem para uma personagem adolescente como Kara. Mas quem mais me agradou mesmo foi Inaki Miranda, responsável pela arte do anual da Batgirl, que tem um traço mais convencional que seus colegas.
      Apesar de concordar que Bergara é muito "fofuresco", não é um artista ruim. Eu gosto mais do Brian Ching, de fato parte do que me faz comprar esse gibi ainda é ele. No geral, o elenco da arte do gibi é bem legal e competente. O problema tá na história e roteiros...


      Postado originalmente por prestogaudio Ver Post
      Não entendi pq o título era da Batgirl... a Kara é praticamente a protagonista do encadernado...hehehe... to gostando das histórias da prima do Superman, elas são bem simples, mas tem um ritmo bom de leitura... não lembramos das histórias assim que viramos a última página, mas a história também não ofende...
      O ritmo é bom mesmo, o problema é ENTENDER o que é que o Orlando tá escrevendo. Mas não é como se ele escrevesse algo complexo e difícil, o problema é que ele joga uns negócios nada a ver que o leitor fica sem entender porra nenhuma. Esse tal de Xa-Du mesmo é uma pourra-louquice do caralho, QUE QUE TEM A VER o cara andar de navio pirata na Zona Fantasma e DE ALGUMA FORMA ter capturado uma tal de "Psi" que foi vista no Anula da Batgirl, a história que abre o encadernado?

      Ben Rubel falando que "não vai mais deixar a Supergirl me segurar", quê???? Como assim, cara? Segurar aonde?

      O discurso da Psi na última parte também é uma pérola que faria inveja a discurso da Dilma, puta que me pariu.

      Eu lembro da história porque foi uma das coisas mais INCOMPREENSÍVEIS que já li, mas que deu a entender quase tudo por meio de palavras-chave e desenhos. Também se ofendesse seria o fim da picada.

      Comment


      • #4
        Re: [AVALIAÇÃO] - Supergirl Renascimento - Volume 2

        Postado originalmente por Pato_Osborn_Olsen Ver Post
        Primeiro que o Orlando tirou do cu um MAGOG, esvaziando todo o significado e importância que o personagem tem e transformando em arroz de festa. Vou até reler alguma das edições de Reino do Amanhã que tenho pra matar a saudade.
        Que crítica mais merda. Quer dizer que ninguém mais pode usar o Magog? O senhor já foi mais criativo para falar mal de gibizinhos.

        Ademais, essa crítica está um pouquinho atrasada, porque o Magog já virou arroz de festa há muito tempo. Chuck Austen usou ele em sua curta passagem em Action Comics, uns dez anos (ou mais) atrás. E o Magog também apareceu na SJA, do Johns. Isso que eu consigo lembrar de cabeça.

        E o personagem não foi tirado do cu, já que Kara está sendo atacada por vilões oriundos do futuro. Por enquanto, a presença do Magog faz sentido.

        Postado originalmente por Pato_Osborn_Olsen Ver Post
        Lá na Zona Fantasma, Xa-Du prende as meninas, aí elas saem, Xa-Du quer vestir o corpo da Supergirl Bufallo Bil Style, as meninas encontram a PSI? Essa porra apareceu aqui COMO, MEU DEUS?? Orlando não se dá ao trabalho de explicar isso baseado em algum elemento do roteiro. Fica "por alto" que foi o Cadmus (????) que colocou ela lá.
        Porra, Pato! Desse jeito, alguém pode até pensar que você só olhou as figuras e não leu o texto. O que seria um absurdo.

        Na primeira história, a Psi diz que precisa roubar o poder da Supergirl para viajar até a Zona Fantasma. Mais no final, a Psi explica que as experiências do Cadmus estabeleceram uma conexão entre ela e a Zona Fantasma (a guria consegue entrar e sair de lá, além de ouvir as vozes dos detentos com sua telepatia). Aproveitando-se disso, o Xa-Du atraiu a Psi até a Zona Fantasma, com a promessa de ajudá-la. Mas ele só queria usar as habilidades da Psi, para escapar da Zona Fantasma.

        Releia o gibi, e não peque mais.

        Comment


        • #5
          Re: [AVALIAÇÃO] - Supergirl Renascimento - Volume 2

          Postado originalmente por Cabral Ver Post
          Que crítica mais merda. Quer dizer que ninguém mais pode usar o Magog? O senhor já foi mais criativo para falar mal de gibizinhos.

          Ademais, essa crítica está um pouquinho atrasada, porque o Magog já virou arroz de festa há muito tempo. Chuck Austen usou ele em sua curta passagem em Action Comics, uns dez anos (ou mais) atrás. E o Magog também apareceu na SJA, do Johns. Isso que eu consigo lembrar de cabeça.

          E o personagem não foi tirado do cu, já que Kara está sendo atacada por vilões oriundos do futuro. Por enquanto, a presença do Magog faz sentido.
          Pois é, em mais de 20 anos de quadrinhos o personagem foi usado DUAS VEZES, uma bosta e outra muito boa, que até complementou a obra original. Não acho que virou arroz de festa a ponto de não se incomodar com a presença dele numa história bosta

          Eu duvido muito que o Steve Orlando está elaborando algo digno de nota com isso...

          Postado originalmente por Cabral Ver Post
          Porra, Pato! Desse jeito, alguém pode até pensar que você só olhou as figuras e não leu o texto. O que seria um absurdo.

          Na primeira história, a Psi diz que precisa roubar o poder da Supergirl para viajar até a Zona Fantasma. Mais no final, a Psi explica que as experiências do Cadmus estabeleceram uma conexão entre ela e a Zona Fantasma (a guria consegue entrar e sair de lá, além de ouvir as vozes dos detentos com sua telepatia). Aproveitando-se disso, o Xa-Du atraiu a Psi até a Zona Fantasma, com a promessa de ajudá-la. Mas ele só queria usar as habilidades da Psi, para escapar da Zona Fantasma.

          Releia o gibi, e não peque mais.
          Esse gibi não é bom o suficiente para requerer minha atenção desse jeito.

          Comment

          Working...
          X