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[AVALIAÇÃO] Capitão América #16: MAKE HYDRA GREAT AGAIN! Ainda: RAGE em "The Blacker The Berry"

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  • [AVALIAÇÃO] Capitão América #16: MAKE HYDRA GREAT AGAIN! Ainda: RAGE em "The Blacker The Berry"



    Steve Rogers e o Caveira Vermelha ficam cara a cara… e a conclusão de sua conversa não poderia ser classificada de outra forma que não brutal! O julgamento de Rage está para começar, e Sam Wilson percebe que não importa o que faça como Capitão América, nunca é o bastante, ainda mais quando é a vida de um inocente que está em jogo.


    (Captain America: Sam Wilson 19-20, Captain America: Steve Rogers 15-16)


    Revista Tradicional
    Formato 17x26 cm
    100 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa
    R$ 15,90
    Distribuição Nacional
    ------------------------------------------

    Capi Nazi: ESTAMOS NO LIMIAR DO Império Secreto!!!! Será bom? Será ruim? Será barato? Será caro? Terá descontos via Visa Checkout? Terá encadernado no futuro? Só o tempo dirá, mas o que conta é o agora. Uma coisa é certa: BELÍSSIMA ESTRATÉGIA da Panini em resumir as edições de Thunderbostas num editorial simples e charmoso no começo da revista (onde o editor sabiamente avisa para ler apenas ao término da edição). Vamos convir: quem é que ia comprar uma porra de edição especial dos Thunderbosts apenas para contar como Bucky montou a equipe e depois perdeu pro Barão Zemo? Ninguém ia comprar, e infelizmente vivemos nesse mundo onde as coisas tem que ser PAGAS, absurdo isso, né? Então lançar um gibi apenas para completismo absurdo e caça-níquel ou mandar um editorial desses, ficaram com a última. Não é a ideal, mas não vivemos num mundo das ideias de Platão, vivemos no mundo material e real.




    Dito isto, a história do Capi Nazi é beeeeeem enfadonha, mas pelo menos as coisas ANDAM, o que é um alento, já que este era o título mais paradão do que sua revista irmã, Captain America: Sam Wilson. Na primeira parte, após os eventos mostrados em Os Vingadores #20, onde o Caveira Vermelha teve o cérebro do Xavier removido e destruído pela Vampira, aqui vemos o Capitão libertar o seu "mestre" da prisão apenas para o trair.





    Confesso que mesmo sendo enfadonho, foi bem catártico ver o Capitão derrubar o Caveira Vermelha (de novo!). O Spencer até tenta dar mais relevância, mostrando que mesmo o conflito entre os dois no mesmo time, os nazistas e por sua vez, a Hidra, vinha de longa data. Digamos assim que a Hidra não é "totalmente nazista", eles são totalitários, claro, mas passa longe da ideia de purismo racial dos nazistas, ou pelo menos é isso que a leitura dá a entender. O ideal da Hidra seria "mais elevado" do que o dos nazistas propriamente, a ideia de purismo deles é mais espiritual. Será que eu tô cometendo algum crime falando isso de um gibi?



    Capitão América reúne sua "cabala"


    A segunda história é mais "prática" num sentido narrativo e leva a acontecimentos que vão desembocar diretamente em Império Secreto #1. Mostra a Maria Hill descobrindo a verdade sobre Steve Rogers tarde demais (e ainda escrita de modo debochado pelo Spencer), os Thunderbolts perdendo para o Zemo num flashback um tanto confuso (só entendi por causa do tal editorial do começo da edição), Bucky sendo traído, o escudo de defesa planetário ficando inoperante e o Dr. Selvig fazendo algo que pode derrubar o futuro do Capitão? Ficou muito truncado e apertado e o Spencer deixou TUDO pra derradeira edição, como se não tivesse tido tempo para desenvolver isso nos 15 números americanos de Capitão Steve até aqui.


    eu aposto que essa cena de merda vai ser importante para o futuro. E o Dr. Selvig não era loiro?


    Então mesmo pra uma trama apressada quando precisava tomar mais tempo e enfadonha quando devia acelerar (as partes do flashback enchem o saco) a história é o que é e direciona a coisas maiores. Provavelmente toda a trama envolvendo Thunderbosts e Kobik daria pra ser enfiada neste gibi também. Uma outra coisa é que a arte está UMA MERDA nestas edições, na primeira parte só se salvando o Javier Pina nas partes do passado do Rogers, enquanto Andres Guinaldo entrega um trabalho abaixo da média, e na segunda parte degringola de vez com Yldiray Cinar e Jon Malin fazendo um trabalho aquém de um gibi do Capitão América.



    bleargh!


    Rage, The Blacker The Berry: que Sam Wilson é o PIOR CAPITÃO AMÉRICA DE TODOS OS TEMPOS, o gibi já deixa bem claro em sua primeira página:


    o "outro caminho" que o Falcão escolheu foi o de levar porrada de milícia paramilitar que espanca os pretos, ficar tentando dar uma de bom mocinho com porra de "linha direta" e mais "midiático" que não levou pra canto nenhum e ocasionalmente ficar trepando com a Misty Knight, mas nesse quesito quem é que pode culpar o cara?


    Só que aqui nesta história atinge todos os níveis de fracasso. E o pior de tudo: o Spencer realmente NÃO TINHA COMO ENTREGAR UMA HISTÓRIA COM FINAL FELIZ. Se fizesse tudo como o esperado, ia ser uma história banal, então quando o bostão do Falcão finalmente tem a chance de acertar alguma coisa, ele é OMISSO PRA CARALHO e não consegue cumprir com o seu objetivo. Se prender o real criminoso foi a opção B, então ele já tava fadado ao fracasso desde o começo, pois resolveu esperar o sistema de justiça americano julgar com imparcialidade um caso com alusões ao espancamento de Rodney King.



    que grande surpresa, hein, seu bosta??


    Rage é o verdadeiro herói dessa história, e na segunda parte vemos em um flashback, bem utilizado diga-se de passagem, o quanto o Falcão foi uma BOSTA COMPLETA como Capitão América. NEM PRENDENDO O LADRÃO CONFESSO DO CASO o Falcão conseguiu libertar o Rage da prisão e acontece o que acontece nesta história. Com certeza existem outras melhores sobre racismo e preconceito nos gibis, até mesmo da Marvel (como esquecer O Julgamento do Tigre Branco?), mas isso não tira o mérito desta história, que foi muito boa. Agora é aguardar o que o omisso e inútil do bostão do Sam vai fazer, já que aqui ele AINDA NÃO LUTA CONTRA OS AMERICOPS, mesmo os caras dando um cacete nos manifestantes. Meu, que lixo. O pior é que o Sam sempre foi um babaca e não dava pra esperar MENOS do personagem. Tá certinho, sim.


    Sam, reconhecendo que é um cu


    Diferente também das edições de Captain America: Steve Rogers, aqui temos uma equipe de arte de qualidade. Na primeira parte Angel Unzueta faz um trabalho de qualidade, enquanto na segunda história Paul Renaud não deixa a peteca cair. É incrível como esse gibi, mesmo com um protagonista bostão, faz uma história bem melhor do que Capi Nazi, talvez foi essa a história que o Spencer quis fazer o tempo inteiro e Capi Nazi foi uma ideia de jerico do editorial, que convenhamos, ele faz da melhor maneira possível (só que o Brubaker faria 1000 vezes melhor).


    eu sou o Harry Houser do Nick Spencer


    No tópico da Panini o colega aqui indicou que a Panini teria interpretado errado a palavra "SHIELD" se referindo mesmo a organização e não a "escudo", no caso o escudo do Capitão, que o texto faria alusão, se se importassem em ler a porra da história. Segue o quote.


    Postado originalmente por PC Principal Ver Post
    Essa história de Metal me lembrou que no final de Capitão América #16 de junho tem uma frase que é "depois de Sam Wilson não se sentir merecedor da SHIELD". Só que o shield aí era em relação ao ESCUDO, a porra do editor leu shield e pensou que era a organização e fodase


    até esse moleque é mais herói do que o Sam



    agora, Império Secreto!
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