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[AVALIAÇÃO] Esquadrão Suicida Renascimento #13: Mate Seus Queridinhos (Conclusão)

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  • [AVALIAÇÃO] Esquadrão Suicida Renascimento #13: Mate Seus Queridinhos (Conclusão)



    Amanda Waller tem um novo e terrível inimigo, e ele promete abalar completamente as estruturas do inferno disfarçado de prisão chamado Belle Reve! Batman vs. Esquadrão Suicida!

    (Suicide Squad 24-25)


    Revista mensal
    17 x 26 cm
    52 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 7,50
    Distribuição Nacional
    Panini 2º série
    ---------------------------------------


    Esse gibi tava ficando no limiar do insuportável até que chegou ao seu final. Aqui temos a conclusão do arco Mate Seus Queridinhos que é basicamente o Esquadrão ter capturado a Nevasca e o Batman indo atrás dela. Ficou meio incongruente o Batman ter ido SOZINHO atrás da Nevasca, mesmo sendo o Batman, mas temos considerar que ele e Nevasca fazem parte de uma mesma equipe, mas aí acho que o Robin Williams não fez isso porque ficaria parecido demais com o plot de Liga da Justiça vs. Esquadrão Suicida e acho que ele optou pelo Batman, mesmo fodido, ter ido sozinho.





    Até aí tudo bem, mas o que devia ser uma história divertida de resgate envolvendo o Batman (e eu torcendo pro Batman encher de porrada esse Esquadrão Bosticida inteiro), logo se transforma numa corrida contra o tempo para salvar a vida de TODOS os heróis conhecidos, que estão prestes a serem atacados pela organização chamada o POVO que foi descoberto porque apareceu que a Amanda Waller estava sendo o tempo todo controlada.





    Aí vira qualquer porra. Reaparece o Bumerangue que foi deixado na puta que pariu da Sibéria na edição anterior, Amanda também sabe "de alguma forma" pra onde ela foi secretamente levada pelo POVO na edição #11 e já coloca eles lá antes do POVO desfraldar seu plano, isso sem contar certas incoerências, coisas cartunescas, no roteiro (como a arma da Katana liberta a Amanda e a Arlequina com metranca, por exemplo), mas isso são coisas pontuais. Não tornam o gibi ruim per se, só mostra o autor pouco inspirado e com uma preguiça da porra.





    Pelo menos o final SURPREENDEU, e foi algo bem sacado de fato. Não é algo que vai explodir a cabeça ( ) de quem ler ou indispensável pro fã, mas pelo menos foi algo satisfatório e que fugiu do lugar comum. Foi a coisa mais "esquadrão suicida" que eu vi fazer esse Esquadrão Suicida novo desde que ressurgiu, ainda nos Novos 52. E ainda salvou o gibi da mediocridade completa.




    A arte na primeira parte é uma colaboração entre Agustin Padilla e Juan Ferreyra, e embora apenas lembre levemente e de longe a arte do Juan de um Arqueiro Verde, gostei bastante do jogo de luz e sombra que a arte proporcionou. Uma atmosfera mais sombria. Na última parte a arte fica a cargo de Giuseppe Cafaro que faz um trabalho muito bom também, perfeito pra um gibi feito o Esquadrão. Difícil é esse Esquadrão que não morre um membro sequer em missões ter histórias mais memoráveis.


    bem legal esses contrastes da primeira história


    Com esta edição, me despeço (mais uma vez) dessa porra de gibi. As contas não param.
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