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[AVALIAÇÃO] Lanternas Verdes #14

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  • [AVALIAÇÃO] Lanternas Verdes #14




    Lanternas Verdes: Simon e Jessica escapam por pouco das garras de Volthoom, mas Baz perde seu anel! Hal Jordan e a Tropa dos Lanternas Verdes: a estabilidade entre as tropas se abala com a revelação do assassinato cometido por Tomar-Tu…


    (Green Lanterns 27-28, Hal Jordan and the Green Lantern Corps 25-26)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    100 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 14,00
    Distribuição Nacional
    ---------------------------------------

    Lanternas Verdes: na última edição vímos que o primeiro Lanterna, Volthoom, voltou de sua tumba e agora planeja vingança contra os anões azuis, em especial o seu amigo e agora mentor de Jessica e Simon, Remi. Volthoom usou seus poderes nunca antes vistos e colocou Jessica e Simon na caçapa, mandando os dois para o passado remoto. A primeira história mostra os dois tentando sobreviver as agruras daquele mundo inóspito enquanto vemos flashes dos primeiros Lanternas recrutados pela luz verde.




    Na primeira parte os Lanternas descobrem umas verdades sobre o mundo que Volthoom mandou os dois. Já na segunda parte a coisa fica um pouco melhor, com os Lanternas do futuro interagindo com os primeiros Lanternas do passado.





    A história tá bem legal e interessante. Por incrível que pareça, Sam Humphries faz um trabalho bem consistente aqui. Diálogos muito bons, roteiro bem fechadinho e não se perde com uma das técnicas mais mal utilizadas nos quadrinhos atuais: o flashback. Aqui são bem pontuais para registrar as histórias daqueles primeiros Lanternas. Na arte, enquanto temos uma parte fraca com o funcional Ronan Cloquete, temos uma seguinte fuderosoa pelas mãos do Eduardo Pansica.





    Hal Jordan e a Tropa dos Lanternas Verdes: conclusão do excelente arco Fratura e o começo de um novo (me fodi). Mas pelo menos são bons. Na última parte, Fratura mostra a cisão entre a Tropa dos Lanternas Amarelos e Verde que estavam agindo juntas. Soranik Natur aceita o legado de seu pai e as Tropas entram em conflito. Puta que me pariu, EXCELENTE esse arco envolvendo as Tropas, intriga, traição, porrada, alianças sendo quebradas. Pela zoação constante, não acredito que o nível dos roteiros do Roberto Venditti sejam sempre esses, mas aqui só tenho elogios. Arte excelente do Van Sciver, como de praxe, fazendo mísera.









    edição americana comemorativa com mais páginas e o Sciver manda ver nas splash pages, mas não estou reclamando


    Na segunda história temos início o novo arco A Queda dos Deuses, mostrando como a Tropa tá se organizando agora que perdeu metade de seu efetivo e a aparição de Órion e uma grande ameaça cósmica. Órion não é estranho aos Lanternas, aparecendo na última saga do grupo nos Novos 52, A Guerra dos Deuses, eu lembro vagamente de ter lido toda e é uma saga legal com um final meio chochô, mas melhor do que mais de 50% das coisas que a Marvel fazia.





    Aqui não se tem muito o que dizer visto que apenas a premissa foi jogada, mas é um começo que busca ser impactante pela falta de argumento que veio a dizer. Ainda é bem legal contudo ver Órion tratando mal os Lanternas a torto e a direito. Arte bem boa e inspirada de Rafa Sandoval.





    Esse gibi dos Lanternas Verdes continua sendo uma opção divertida de histórias. Principalmente se for fã dos personagens e do conceito da Tropa.
Working...
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