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[AVALIAÇÃO] Capitão América #14 - Guerra Civil II Aftermatch/ Império Secreto se anuveia

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  • [AVALIAÇÃO] Capitão América #14 - Guerra Civil II Aftermatch/ Império Secreto se anuveia



    A Guerra Civil II terminou e Steve Rogers faz uma última visita ao Homem de Ferro, mas não da maneira como imaginávamos que aconteceria… Tempos muito sombrios se aproximam! Sam Wilson está de folga e Misty Knight prova que não é só uma “ajudante” de Capitão América. E o novo Falcão corre o risco de ser deportado!

    (Captain America: Sam Wilson 16-17, Captain America: Steve Rogers 11, Civil War II: The Oath)


    Revista Tradicional
    Formato 17x26 cm
    100 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa
    R$ 15,90
    Distribuição Nacional
    --------------------------------

    Edição parruda de Capitão América esse mês significa mais textão pra ler, justamente em Capitão Steve que é o elemento do gibi mais focado em trama de espionagem e traição. Porém a leitura flui muito bem, ajudada pela arte exuberante de Jesús Saiz. Nesta parte temos o enterro do Jack Flag, um personagem meio bosta criado pelo Mark Gruenwald já no apagar das luzes da sua fase, mas que vai deixar saudades (ou não).





    A história é entrecortada com flashbacks do Steve Rogers, agente da Hidra. Aqui já no limiar do projeto Supersoldado, mostrando a relação homoerótica entre Steve e o Dr. Erskine, que só queria um jovem magro, loio, de olhos azuis, no seu quarto, ouvindo discos sozinho, enquanto bebericava algum vinho. O sonho erótico dele é transformar esse rapaz franzino e fraquinho, num super bombeta, pra ficar bombando o cu dele de rola.



    até a enfermeira sabe que o Erskine gosta de uma carne magra: - "ain, não ligue pra ela, Steve, essa boba, a gente vai se divertir muito - olha a cara do Steve Rogers vendo que entrou numa roubada


    O que o doutor Erskine não contava era que o macho do Steve é outro, e ele é muito ciumento, RESOLVENDO NA BALA a situação. A história mostra como o Caps e o Barão Zemo, apesar de sempre terem se odiado, na verdade, sempre foram amigos. PENSOU ERRADO, OTÁRIO. Enquanto o plano idiota da Maria Hill segue pela aprovação do congresso agora nas mãos de outra idiota, a Carol Danvers, OUTRA QUASAR LÉSBICA (a primeira foi a filha do Capitão Marvel) tem uma visão de onde está a Kobik. O gancho no final é foda, com o Treinador e o Homem Formiga do mal tirando a sorte grande.



    "só vim dizer que sempre te amei"


    Esse gibi do Steve Rogers é o mais enfadonho, porém sempre tem o às na manga de soltar algo escabroso para nos deixar perplectos. Como dito, na arte Jesús Saiz fazendo mísera.



    Formiga Negra: tem que ter lido a série do personagem em Avante, Vingadores para entender


    Guerra Civil II - O Juramento: fica aqui o cargo desse especial de ser o gibi mais ENFADONHO de uma edição de Capitão América. A história é um pastiche do The Confession, escrita pelo Bendis na época da primeira Guerra Civil (publicada aqui em Guerra Civil Especial #4, onde Tony lamenta a morte do Steve Rogers. Aqui os papéis são invertidos, já que Tony ficou catatônico desde o final de Guerra Civil II e agora o Capitão Nazi fica chorando as pitangas, mas mais em caráter de sermão do que qualquer outra coisa.





    Após o próprio ser nomeado diretor da SHIELD de novo, e a Carol Danvers insistir na ideia cretina da Hill de um escudo planetário, Rogers fica lamentando e dando sermão no corpo inerte do Tony. Aí o gibi toma ares de novela barata, quando Rogers fala uns argumentos pra lá de pífios pra explicar porquê a ideia do tal escudo é ruim. Toda essa trama de Guerra Civil II é tão ruim que querem fazer da Maria Hill uma nova Nick Fury estando "escondida" por aí, quando nunca foi do perfil dela, mas aparentemente é tesão do Spencer escrever uma Maria Hill sarcástica e "safo", assim como o Nick Fury antes dele ser proibido e virar uma espécie de Vigia ou algo assim.



    "o escudo é uma má ideia porque vai bloquear os sonhos


    Porém ao final o Steve dá toda a sua justificativa porquê está tomando tudo: porque os heróis são uns imbecis, basicamente é isso, e até que é legal ver alguém mais inteligente e sagaz fazendo o que quer e dançando no meio da comunidade heroica como um espião infiltrado. Mais do que um Capitão América Nazista, acho que a ideia principal do Spencer é fazer um gibi mostrando como é ser um agente infiltrado. E só deixou mais interessante trocando os lados, geralmente é mostrado os mocinhos se infiltrando em redutos do mal. A motivação do Rogers nazista de ter um mundo unido e mais forte até que é boa.





    A arte de Rod Reis com Phil Noto (não sei onde um termina e outro começa) ficaram do caralho. Algumas artes adicionas de Raffaelle Ienco, Szymon Kudranski e Sanchez-Almara não tiraram o tom, mas ficou bem clara a distinção entre as páginas (embora não consiga distinguir um do outro). No geral, é um gibi bonito de se ver. Belas imagens, e uma espécie de prelúdio para Império Secreto.







    Capitão Sam: mudando um pouco o tom da história, temos para concluir duas edições do gibi do Capitão Sam. O problema é que a primeira história é focada na Misty Knight que vai investigar uma prática de homens que usam MVAs de super-heroínas ou supervilãs famosas pra FAZEREM SEXO com elas e postarem vídeo disso na internet. O detalhe é que postar o vídeo da putaria é EXIGÊNCIA do vendedor dos MVAs, e esse vendedor é ninguém menos do que aquele gordão balofo do Sanguessuga. Tem alguma piada aí bem ofensiva no meio, mas tô com preguiça de desenvolver. Arte boa de Angel Unzueta e Szymon Krudanski.




    sabe, a menos que seja PROIBIDO comprar e ter MVAs, os caras não cometeram CRIME ALGUM


    A segunda história é mais interessante, e mostra o novo Falcão e Rage indo ao encontro de uma palestra onde uma gostosa fala coisas preconceituosas contra chicanos que vem pros Estados Unidos. Com sorte, o Falcão é dos meus e vê que ela é gostosa e deve ter razão. Porém as coisas não saem bem quando um grupo de radicais contra a opressão invade o local da palestra e quer explodir tudo.





    Desde a edição anterior que o título do Capitão Sam está "abrindo espaço" para histórias curtas envolvendo mais os coadjuvantes heroicos (a da última edição foi com o Demolição), são histórias bem legais e que vão construindo o "arcabouço" psicológico e comportamental dos personagens. Enfim, são boas histórias e bem desenhadas, aqui pelo Paul Renaud que faz um trabalho bom. O gancho para a próxima edição é bem bacana. No aguardo.





    No geral, um bom gibi com um toletão enfeitado no meio.

  • #2
    Re: [AVALIAÇÃO] Capitão América #14 - Guerra Civil II Aftermatch/ Império Secreto se anuveia

    esses dois plots do gibi do Falcãopitão são os dois plots mais geniais q ja se teve conhecimento nessa mídia
    fotografia é desenho de luz

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    • #3
      Re: [AVALIAÇÃO] Capitão América #14 - Guerra Civil II Aftermatch/ Império Secreto se anuveia

      Postado originalmente por Pato_Osborn_Olsen Ver Post
      Formiga Negra: tem que ter lido a série do personagem em Avante, Vingadores para entender
      bom, então esse gibi do Capitão JÁ NASCEU DATADO

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