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(MBB Classics) Qual a última HQ que você leu?

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  • (MBB Classics) Qual a última HQ que você leu?

    O tópico oficial de leituras foi excluído por engano, e nossos especialistas estão tentando recuperá-lo. Enquanto isso, vamos postar nossas últimas leituras aqui.

    Quando o tópico oficial for recuperado, mesclamos tudo.
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  • #2


    Finalmente em dia. Gibi muito bom, principalmente o arco principal, que coloca Exterminador e Batman frente a frente, após surgirem indícios de que Damian é, na verdade, filho de Slade.

    Obviamente, não dá pra levar a sério essa história de Damian não ser filho de Bruce Wayne. Mas a guerra que explode a partir daí entre Exterminador e Batman mais do que compensa a pegadinha. A parte dos dois fudidos na Batcaverna, quase mortos, e ainda assim se esmurrando, é muito foda!

    Por outro lado, o arco focado na tal Wilow, que vem tocando o terror no submundo de China Town, é bem menos inspirado. Além de uma participação pífia do Super-Man chinês, é meio indigesto aceitar que Wilow é a Rose.

    E Priest simplesmente abandonou o plot da equipe do Exterminador. Óbvio que Slade não ficaria ao lado dos mocinhos muito tempo, mas sua volta ao estado normal poderia ser mais bem trabalhada.

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    • #3




      Black Hammer vols. 01 e 02

      Muito bom! Temos aqui 7 personagens que sao homenagens a Superman/ Shazam, Capitao America, Flash Gordon, Novos Deuses/Thor/Inumanos, Caçador de Marte e às antigas historias de terror dos anos 50. E todos estao presos numa cidade do interior dos EUA.

      Recomendo.
      Last edited by Stallone; 02-12-2019, 04:53 AM.

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      • #4
        ACTION COMICS VOLUME 01: THE INVISIBLE MAFIA HC
        Escrito por: Brian Michael Bendis
        Desenhos por: Patrick Gleason, Yanick Paquette & Ryan Sook



        A DC acertou na loteria quando contratou o Bendis para escrever as novas histórias do Superman. A fase Rebirth começou de maneira espetacular e durante meses o Superman voltou a ter grandes histórias novamente, tanto na Action Comics, como no título Superman. E agora o Bendis elevou o nível mais um pouco nas duas revistas.

        As histórias estão ótimas, com muita interação com o staff do Daily Planet e com outros aspectos do cotidiano de Metropolis e seus principais personagens.


        Imagem das edições à venda nos álbuns:

        DC Comics - https://www.facebook.com/media/set/?...9487073&type=3

        Marvel - https://www.facebook.com/media/set/?...5613657&type=3

        Outras editoras - https://www.facebook.com/media/set/?...2277809&type=3

        TPs & HCs - https://www.facebook.com/media/set/?...8970273&type=3

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        • #5
          Postado originalmente por Cabral Ver Post


          Finalmente em dia. Gibi muito bom, principalmente o arco principal, que coloca Exterminador e Batman frente a frente, após surgirem indícios de que Damian é, na verdade, filho de Slade.

          Obviamente, não dá pra levar a sério essa história de Damian não ser filho de Bruce Wayne. Mas a guerra que explode a partir daí entre Exterminador e Batman mais do que compensa a pegadinha. A parte dos dois fudidos na Batcaverna, quase mortos, e ainda assim se esmurrando, é muito foda!

          Por outro lado, o arco focado na tal Wilow, que vem tocando o terror no submundo de China Town, é bem menos inspirado. Além de uma participação pífia do Super-Man chinês, é meio indigesto aceitar que Wilow é a Rose.

          E Priest simplesmente abandonou o plot da equipe do Exterminador. Óbvio que Slade não ficaria ao lado dos mocinhos muito tempo, mas sua volta ao estado normal poderia ser mais bem trabalhada.
          cara, eu não li esse gibi ainda, mas tô com medo que a porra da Panini não continue publicando as histórias do Exterminador. Já teve especial do Arqueiro Verde, a nova fase do Aquaman, até aquela merda de Capuz Vermelho, mas anunciar Exterminador nada.

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          • #6
            Postado originalmente por Pato_Osborn_Olsen Ver Post

            cara, eu não li esse gibi ainda, mas tô com medo que a porra da Panini não continue publicando as histórias do Exterminador. Já teve especial do Arqueiro Verde, a nova fase do Aquaman, até aquela merda de Capuz Vermelho, mas anunciar Exterminador nada.
            Saiu hj no catálogo, volume 6

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            • #7
              opa, eu vi também. Valeu!

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              • #8


                Ultimo trabalho de Deodato na MARVEL, vale mais pela arte, porque o roteiro é basicão mesmo. E ate agora nao entendi porque o Kulan Gath precisava do Irmao Vodu, se o sangue de guerreiros era o que valia - daí raptar o amigo do Logan, o Stick e violar os tumulos de Maria Castle e seus filhos.

                E Conan falando ingles é de cair o c* da bunda.

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                • #9
                  61uQ2in1qbL.jpg

                  peguei numas destas promos...olha, bem bacaninha, tirando os desenhos simplórios demais, é uma obra de ficção cientifica bem agradável de ler

                  1926ffd3fb.jpg

                  Mesmo quando entrega um roteiro mediano, geralmente o millar tem um grande desenhista ao seu lado...mas aqui faltou este tal grande desenhista, este ricardo Lopez Ortiz é péssimo, fosse um romitinha a coisa fluiria BEM melhor...e ficaria bem mais divertira, mas a arte é tão ruim que o que era pra ser massaveio vira intragável, beirando o insuportável.

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                  • #10


                    Não tinha lido nada da Liguinha até então… e gostei muito. Gibi divertido, com uma pegada surpreendente para o principal supergrupo da DC.

                    O que se sobressai realmente são os personagens. Cada um tem personalidade e voz próprias, mas não tem como não destacar o contraste – e os constantes embates – entre o cuzão Guy Garnder e o super-sério Batman. Também me diverti muito com o Capitão “Fraldinha” a todo momento soltando frases como “todos precisam se uni” e coisas do tipo, e sendo ignorado por todos.

                    E a arte do Maguire, com as caras e bocas do personagem, é uma atração à parte. Sem dúvida, muito do sucesso desse título se deve ao trabalho dele. E pensar que, na época, ele era um iniciante.

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                    • #11


                      DARK NIGHTS METAL THE DELUXE EDITION HC

                      Uma das piores coisas que podem acontecer quando alguém espera muito tempo por algo é criar expectativas. Geralmente elas acabam se tornando grandes decepções. Esse é meu sentimento sobre esse Dark Nights: Metal! É uma pena constatar isso quando o Snyder teve permissão até para usar o Sandman e seu reino, The Dreaming, coisa que não é fácil de acontecer.

                      Essa história parece ter sido imaginada depois que o Scott Snyder tomou uma xícara de chá de cogumelos acompanhada por alguns biscoitos de LSD... É uma bagunça sem nexo, com idéias e conclusões que aparecem de lugar nenhum e deixa o leitor se questionando "de onde saiu isso?".

                      O objetivo final é bem claro: criar a nova série da Justice League e lançar vários novos títulos e personagens.

                      Ainda não li essa nova série da Justice League, apesar de todo o sucesso que parece estar fazendo. Mas já sei que a intenção de lançar a "New Age of Heroes" naufragou feio. Das diversas nova série, apenas The Terrifics ainda sobrevive (eu li o volume 01 e gostei, espero que a série continue interessante daí pra frente).

                      Os desenhos do Greg Capullo estão legais, mas nem isso salvou esse evento.
                      Imagem das edições à venda nos álbuns:

                      DC Comics - https://www.facebook.com/media/set/?...9487073&type=3

                      Marvel - https://www.facebook.com/media/set/?...5613657&type=3

                      Outras editoras - https://www.facebook.com/media/set/?...2277809&type=3

                      TPs & HCs - https://www.facebook.com/media/set/?...8970273&type=3

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                      • #12
                        Faz tempo que não posto minhas leituras aqui, vou fazer um resumo rápido do que eu andei lendo...



                        Channel Zero: The Complete Collection

                        Esse foi o primeiro trabalho profissional do Brian Wood, de quando ele ainda era estudante de design gráfico na universidade. Mostra o quanto ele tinha de potencial para contar histórias e, ao mesmo tempo, o quanto ele tinha que melhorar. É um trabalho bem cru e até meio ingênuo sobre um futuro distópico em que o governo americano controla todos os meios de comunicação, enquanto uma hacker tenta combater o "sistema". Acho que vale mais pra quem é fã do Wood (meu caso), pois ele tem trabalhos bem mais interessantes no currículo do que este aqui.




                        Demo

                        Brian Wood de novo, e aqui sim, um exemplo de um trabalho melhor executado e bem mais satisfatório, apesar de também ser de início de carreira. Cada edição dessa série conta uma história fechada, em que Wood faz um exercício de imaginação mostrando como seria se um jovem manifestasse poderes na vida real (tipo os mutantes dos X-Men). Como seria o impacto disso na vida deles e na vida das pessoas ao redor deles. As histórias variam bastante de tom de uma edição pra outra. Algumas com um tom mais cômico, outras com uma carga dramática mais pesada, e algumas até mesmo flertam com o terror. Interessante notar como a arte da Becky Cloonan (colaboradora de longa data do Wood e que também esteve envolvida em Channel Zero) vai variando de um conto para o outro. Série excelente e que mostra bem a habilidade do escritor como contador de história e sua sensibilidade para trabalhar bem caracterização de cada personagem.




                        Northlanders #21-50 (vols. 04-07)

                        E pra fechar a trinca do Brian Wood: Northlanders! Que baita série! Ele consegue conciliar bem a reconstituição histórica, sem abrir mão da caracterização dos personagens, que deixa o trabalho ainda realista. Dessa leva com os 4 últimos volumes, o que gostei mais foi "The Plague Widow", numa trama claustrofóbica em que mãe e filha tem de resistir a toda sorte de infortúnio, em que a situação delas parece sempre poder piorar mais. Por outro lado, o que eu gostei menos foi "Metal" em que Wood trabalha crenças e mitos dos Vikings, com um viés bastante sobrenatural. Não chega a ser ruim, mas ela é bastante diferente das tramas mais "pé-no-chão" que a série vinha desenvolvendo até então. De qualquer forma, não tira o brilho dessa HQ. Talvez o trabalho mais sólido que eu já tenha lido do Brian Wood.




                        My Heroes Have Always Been Junkies

                        Uma graphic novel que se passa no "universo Criminal" de Ed Brubaker e Sean Phillips. É um formato interessante, e quando foi lançada eu até imaginei que esse seria formato no qual a dupla daria seguimento a essas histórias. Mas logo na sequência eles relançaram a revista mensal, então não sei se veremos mais lançamentos nesse formato. Ainda assim, como de costume para, Brubaker e Phillips entregam mais uma excelente história! Com certeza não é o ponto alto da carreira de nenhum dos dois, mas ainda assim é imperdível pra quem é fã de Criminal. Ainda de quebra eles apresentam a personagem feminina mais complexa dessa série.


                        Jovens Vingadores The Children's Crusade trade-sized Brochura Livro #1-1ST muito fino 2017 imagem de estoque

                        Young Avengers + Young Avengers: The Children's Crusade

                        Eu sempre tive curiosidade em ler esse material, lembro que quando foi lançado no Brasil bastante leitores ficaram entusiasmados com essa revistal. Tem pouco mais de uma década, mas me pareceu meio datado, no sentido de que tem cara demais de "anos 2000". Aliás, o estilo do Heinberg de escrever me lembrou muito o jeitão do Bendis daquela época (o que pra mim não é necessariamente uma boa coisa). O único arco que eu realmente curti foi aquele que conta a origem do Hulking. Uma pena ele não ter explorado mais o personagem. Já o "polêmico" (aqui no Brasil) "Children's Crusade" é uma salada de personagens. Ele entuchou tanta gente nesse arco que no fim ninguém teve chance de brilhar. Não é uma história dos Young Avengers, não é uma história dos Vingadores e nem dos X-Men. Nem mesmo como retorno da Feiticeira Escarlate essa história funciona bem. Enfim, acho que esse tipo de história não é mais minha praia.



                        Continua....


















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                        • #13
                          Postado originalmente por Cabral Ver Post
                          O tópico oficial de leituras foi excluído por engano, e nossos especialistas estão tentando recuperá-lo. Enquanto isso, vamos postar nossas últimas leituras aqui.

                          Quando o tópico oficial for recuperado, mesclamos tudo.
                          Espero que recuperem, aqui tinha material legal :\ Não que vá interessar, mas minhas resenhas estão porcamente indexadas aqui (tá zoneado e várias dessas "resenhas" são comentários de 2 ou 3 linhas, uma hora preciso fazer uma limpa aí)

                          http://www.mushi-san.com/geladeira/2...-rapida-40.php

                          Com monte de resenhas atrasadas, decidi por em dia comentários sobre Astro City, que estou lendo tudo em ordem na medida que tenho tempo :P
                          E como ainda tenho alguns volumes para ler, vou deixar aqui um índice das resenhas anteriores da série:
                          Vida na Cidade Grande
                          Confissão
                          Álbum de Família



                          • Astro City: O Anjo Maculado (de Kurt Busiek e Brent Anderson): Minha última releitura (já tinha lido edição de outra editora) antes de entrar em terrenos desconhecidos de Astro City. Mas faz tanto tempo que mal me lembro dos detalhes. Na primeira história somos apresentados à Carl Donewicz, morador de bairro pobre, que na vida rumou ao crime, virou supervilão (porque em Astro City isso é possível) e acabou 20 anos preso. Agora, fora da cadeia quer recomeçar a vida, longe de encrencas.
                          Mas quem quer dar emprego honesto à um ex-presidiário, ainda mais com pele cromada e blindada? :P Com o passar das páginas, ele volta ao antigo bairro, onde residem outros que seguiram a carreira de supervilão e suas famílias, e lá ele é contratado pela comunidades para descobrir quem é que anda assassinando super-criminosos e membros da comunidade.

                          # Veredicto: quando recomecei a ler, admito que não lembrava se tinha gostado ou não da história. Com o passar das páginas eu estava "putz, como me esqueci dessa história??"
                          # Bom: além da construção ótima e caracterização dos personagens, dois temas foram bem trabalhados, pra mim: um é a ilusão do dinheiro fácil, o de "vou sair dessa vida depois do próximo trabalho que vai resolver tudo". Outro, menor aqui, é o peso da decadência, da dor de perceber que nunca foi tão bom assim, o desespero em fugir da sensação de fracasso.
                          # Mau: desperdício de um personagem interessante e o vilão até que é bem construído, mas é meio mequetrefe :P
                          196 páginas • R$25,90 • 2016 • veja no site da editora
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                          • #14

                            • Astro City: Heróis Locais (de Kurt Busiek e Brent Anderson): Mais um volume de histórias curtas passadas em Astro City, nos moldes de Vida na Cidade Grande e Álbum de Família:
                            • A cidade pelo ponto de vista de um funcionário de hotel da cidade, que recepciona novos visitantes ao estabelecimento e à cidade em "Recém-Chegados". A história do profissional é mais legal que a dos hóspedes que ele pinça naquele dia, mas o melhor é o arco sutil que surge sem te avisar na segunda página e te surpreende sendo fechado na última.
                            • Como é trabalhar com gibis de super-heróis numa cidade povoada de superseres? Em Busca de Ação é trágica, engraçada e a melhor história da revista.
                            Altas Expectativas é bem contada, mas o tema de alguém que finge/atua ser um (super-)herói ter de encarar a coisa real é meio batidinho já.
                            • Me lembrei das velhas histórias do Super-Homem/Superboy dos anos 60 em que a personagem feminina (Lois Lane ou Lana Lang) vivia correndo atrás do herói para desmascará-lo. Em Armadura Brilhante o tema é extrapolado ao realismo e... o autor mostra o quão infantil era esse tipo de enredo e seus personagens.
                            • Moça da cidade vai ter férias a contragosto no interior em Pastoral, com seus preconceitos e descobertas. Sim, tem um super-herói local, mas não curti tanto essa história (apesar de ser a preferida do cara que escreveu a introdução do gibi).
                            • Um advogado colocando no tribunal a lógica de um mundo em superpoderes existem (leia-se controle mental, clones, seres imortais...) pra livrar a pele do filho de um gangster culpado até o último fio de cabelo. A história é contada em duas partes (Bata na Madeira e Sistemas de Justiça) e também é um dos pontos altos do volume.
                            Tempos Idos mostra um velho herói sendo colocado à contragosto numa batalha por causa de um ex-aliado "normal" que no fundo queria um retorno aos velhos tempos em que ele também era alguém.
                            • e, pr fim, "Depois do Incêndio", uma história curtinha que pelo jeito foi feita às pressas pra homenagear os bombeiros e outros profissionais que se perderam no Onze e Setembro.

                            # Veredicto: mais um punhado de histórias curtas e vão se acabar os arquétipos de "cidadão normal" para o Busiek trabalhar :P Birra à parte, o saldo é positivo, tem pérolas aqui, mesmo achando que o autor se dá melhor em histórias mais longas.
                            # Bom: quando o absurdo de viver em um gibi é colocada de forma cotidiana e os personagens lidam com isso de forma natural
                            # Mau: algumas histórias se sairiam melhor se fossem desenvolvidas com mais páginas, mesmo como trama secundária num arco maior.
                            260 páginas • R$28,90 • 2016 • veja no site da editora
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                            • #15

                              • Astro City: A Era das Trevas 1 - Irmãos & Outros Estranhos (de Kurt Busiek e Brent Anderson): E aqui começamos o maior arco de histórias já feitos em AC: esse volume se passa nos anos 70 do século passado, centrado em dois irmão, sendo que um se tornou policial e o outro foi pra malandragem e pequenos furtos. Aquele tenta se manter honesto, e às vezes tem de lidar com super-heróis dificultando seu trabalho na polícia, este tem como princípio não matar, mesmo se envolvendo em gangues controladas por supercriminososos. Paralelo a isso temos a tensão do fim da guerra do Vietnã e do governo Nixon, além do julgamento de um grandes heróis daquela cidade, além do desenvolvimento (acompanhados meio à distância) de vários outros personagens, vários já apresentados nos volumes anteriores.

                              # Veredicto: É um dos pontos altos da série =)
                              # Bom: a caracterização da época está linda de convincente, os personagens centrais cativam o leitor e a construção do mundo é invejável.
                              # Mau: em todo um subtexto sobre pena de morte... e a irreversibilidade dela ao descobrir a inocência do condenado. Isso é feito de forma meio jogada, e o roteirista faz uma pequena trapaça permitida pelo gênero que é até interessante, mas tira o impacto, ou não trabalha isso direito.
                              260 páginas • R$28,90 • 2016 • veja no site da editora
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