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[AVALIAÇÃO] Batman Renascimento #12: Eu Sou Bane Conclusão/ Folhas de Relva de Porra Nenhuma

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  • [AVALIAÇÃO] Batman Renascimento #12: Eu Sou Bane Conclusão/ Folhas de Relva de Porra Nenhuma




    Acabaram-se os truques. Os subterfúgios. Os aliados. Na épica conclusão de Eu Sou Bane, dois homens vão lutar até que suas forças se esgotem… mas apenas um permanecerá de pé! E confira também uma parceria do Morcego de Gotham com o Elemental do Verde.


    (Batman 20, Batman 23)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    52 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 7,50
    Distribuição Nacional
    -----------------------------------------


    Eu Sou Bany, Conclusão: no embate final do cavaleiro das trevas contra o Bany, uma reflexão sobre a vida e a mortalidade de Bruce, o quanto ele pretende continuar sendo o Batman, o que ele planejava pro futuro e a aceitação de sua sina, ser o protetor de Gotham.





    Olha, pra ser sincero eu achei esse o arco MAIS FRACO do Tom King frente ao morcego. Porque só foi porradaria, coloca umas reflexões bestas na história, tentando dar profundidade a um gibi bobo desses. Mas eu escolho esse tipo de coisa piegas do Tom King QUALQUER DIA da semana no lugar daquela bosta rocambolesca, sem sentido e espalhafatosa do Snyder. Se aqui o King faz uma simples alusão a mortalidade do Bruce em meio a luta contra um cara de mais de dois metros, o Scott Snyder faria com que os dois personagens trocassem diálogos extensos e irreais sobre a dualidade e rivalidade entre os dois.





    É bobildo, é infantil, é juvenil, é pueril, é simplório, é porradaria com uma ar de filosofia barata e auto-indulgente. Mas se fosse diferente, o ADULTÃO AQUI não estaria comprando gibizinho do Batman. Então pro que é, tá bom. A arte do David Finch é aquele negócio: se em splash pages já fica complicado, imagina quando dele é exigido uma narrativa com vários quadros por página? Sigo firme na teoria que o King faz ele desenhar esses arcos mais "massa véio" enquanto dá tempo pro Mike Janin e o Mitch Gerards desenharem suas pérolas, como veremos a seguir.





    O Brejo e o Destemido: numa história curta, Batman se une ao Monstro do Pântano para descobrir quem é o assassino de um velho de 60 e tantos anos que morre com dois balaços na cabeça. Tal velho tem uma ligação íntima com o Monstro do Pântano. Ao longo da história vamos descobrir que vida e morte são dois lados da mesma moeda, e não tão diferentes assim, yada yada yada.





    Esta história já é o EXTREMO OPOSTO da anterior, não que ela seja incompreensível ou muito profunda, é que é de um niilismo, uma "falta de querer", algo seco, que é fenomenal. A princípio eu pensei que a canção que o velho entona no começo da história fosse algum poema do Walt Whitman, mas ao fazer uma rápida pesquisa, não achei nada. É só uma história seca, triste, com momentos finos e bem divertida, mas que ao chegar ao final o leitor se sente que foi feito de trouxa, e isso é ótimo.





    A história não é pretensiosa, mas está no milímetro certo pra ser. É como se de repente o Snyder conseguisse ser sutil e poético. É por isso que é reconfortante ler o Batman do Tom King, pode ter um arco longo e porradeira, bem simplório, mas são plantadas sementes de inspiração ao longo do run. Falar bem da arte de Mitch Gerards é chover no molhado. Fenomenal é pouco.



    Bat pegador de ppk


    A edição da Panini de Batman está boa como de costume. Poster central com a capa horrenda do David Finch como figura. Uma pena não terem publicado a capa original da edição Batman #23, optando pela variante do Tim Sale. Uma boa capa, mas sempre prezo pelas capas originais do material. Deram espaço para propaganda de gibi do Asa Noturna... . Tem que atender as prioridades.



    capa original de Batman #23
Working...
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