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[AVALIAÇÃO] Mulher Maravilha #33 & 34

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  • [AVALIAÇÃO] Mulher Maravilha #33 & 34

    AVISO


    Devido a dificuldade em realizar tópicos de avaliação, decidi transformar este tópico do gibi MULHER-MARAVILHA como uma espécie de "Tópico Oficial" da edição da Panini na mesma dinâmica que os tópicos oficiais de edições americanas e nos mesmos moldes do Tópico de Avaliação dos X-Men, criado pelo Cajun um tempo atrás.

    Pretendo continuar atualizando o tópico com a edição do mês, mas fiquem a vontade para tomar a frente quando tiverem lido a edição do mês e já querer postar avaliação. Se por acaso a decisão não agradar ou se um usuário prefira criar seus próprios tópicos de avaliação, por favor contate os Moderadores da Pasta Quadrinhos ou então pode dirigir a pasta de Reclamações para análise.

    Obrigado a todos e abraços! Vamos ler gibis!









    Acompanhe as consequências nefastas desta última conversa de Diana com Atalanta em Mulher-Maravilha & Liga da Justiça Dark! Depois disso, volte para Mulher-Maravilha 29, onde um velho conhecido faz um retorno inesperado!


    (Wonder Woman 58-59)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    48 páginas
    Papel Couché
    Capa Cartão, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 9,90
    Distribuição nacional

    -------------------------------------


    Como o título já diz, aqui começa a nova fase da Maravilhosa pelas mãos da muçulmana da Marvel, G. Willow Wilson, a muçulmana mais branca do que a sua bunda. Ao contrário do que diz o release da revista com a sinopse da edição, NÃO PRECISA COMPRAR PORRA NENHUMA ANTES NÃO, é só começar a ler daqui que tá tranquilo, tá sossegado.





    Caras, até que tá um gibi bacaninha, viu? Agradável de ler, nada de mais, mas também nenhuma atrocidade. Na história, Ares, que está preso na Ilha Paraíso junto a Cálice, como mostrado no arco Ataque às Amazonas da fase James Robinson ainda, pede pra Cálice o matar e ele volta como um deus que busca "justiça" na guerra. Enquanto isso, Diana vai prum campo de guerra onde OUTRA VEZ o Steve Trevor é capturado e o único que não foi morto. Apesar da Etta Candy dizer que ela não deve ir pro campo de batalha, remetendo a ótima Etta da fase do Rucka segunda passagem, a Mulher Maravilha não quer nem saber e vai atrás de seu amado de rola doce e se depara com esse Ares boladão que falei.



    etâ bundinha gostosa!



    Gibi pra lá de normalzinho. A única coisa mais interessante é que bichos da mitologia procuram a "volta pra casa" e ficam perambulando entre o cenário. Acho que esse plot promete, espero não estar enganado. A Willow Wilson parece não ter muita estória para contar, mas até certo ponto isso é bom, porque permite mais dinâmica na leitura, mais cenas sem aquela agonia de contar a trama logo.





    Quanto a arte..., o Cary Nord sofreu algum tipo de derrame ou coisa do tipo? Puta que me pariu, tá MUITO BANAL, MUITO QUALQUER COISA e sequer lembra o mesmo artista de Conan O Cimério e X-O Manowar. Eu só não digo que tá uma merda completa porque ao menos o cara sabe fazer cenas de ação e dinâmicas, mas tá muito longe do esmero que estou acostumado no trabalho do Nord. Pareceu até que o artista pensou "ah, é praquela enganação então vai qualquer merda mesmo", puta que me pariu. Se essa história não ficar sensacional (spoiler: não vai) é parar por aqui mesmo (mas eu vou continuar).



    esse Steve Trevor é uma AUTO ESTIMA da porra, mas também se eu comesse a Mulher Maravilha até eu com minha rola de 11 cm teria uma auto estima dessas
    Last edited by Pato_Osborn_Olsen; 24-10-2019, 08:05 PM.

  • #2
    Sério mesmo que esses desenhos são do Cary Nord?

    Folheei esse gibi na banca, achei a arte bem qualquer coisa e pensei: "Pô, a nova fase da Mulher-Maravilha merecia uma arte melhor". Nem me interessei em olhar os créditos pra saber quem era o infeliz, mas nem me passou pela cabeça que poderia ser o Cary Nord.

    Tá bem longe de sua qualidade habitual mesmo.

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    • #3
      Realmente, nem parece o cara que fazia Conan - O Cimério
      Konshu não é meu Deus!

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      • #4
        Francamente, achei um começo bem fraco. Sei lá, pelo menos a mim não empolgou.

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        • #5



          Ares está de volta e Diana não consegue distinguir se ele agora é inimigo ou um imprevisível aliado. Enquanto uma guerra se avizinha, ela tenta apelar para que o deus intervenha, mas parece que o tempo que passou preso não suavizou o modo como Ares enxerga o mundo. Enquanto isso, Steve Trevor encara a deusa que o sequestrou!

          (Wonder Woman 60-61)


          Revista mensal
          17 x 26 cm (formato americano)
          48 páginas
          Papel Couché
          Capa Cartão, Lombada Canoa (Grampeada)
          R$ 9,90
          Distribuição nacional

          ------------------------------------


          Continuação da fase da G. Willow Wilson e eu queria ter alguma coisa elogiosa pra dizer, mas não tem. O gibi continua mais do mesmo. A história não é ruim per se, mas se você, assim como eu, só começou a comprar por causa da nova fase, pensando que seria relevante ou interessante, pode ir tirando o pégaso da chuva. Agora também, eu que já era um dos críticos ferrenhos ao insosso gibi da Miss Marvel tenho mais é que me fuder esperando que a Willow Wilson fizesse algo que preste.





          A história até aqui é que o Ares renascido tá numas de "guerra justa", achando que é coisa de justiça estourar uns barracos no meio do deserto. Os dois lutam, a Mulher Maravilha conversa com o cara e por conta de uma criança no meio dos escombros o Ares se dá conta que está fazendo algo errado. Basicamente o roteiro de Willow Wilson é uma desculpa pra um papo furado. Etta se fere no meio da guerra, aliás uma guerra MAL EXPLICADA PRA CARALHO, que ninguém tem noção o que cada grupo quer. E entrementes o Steve Trevor termina a sua jornada com as criaturas mitológicas e dá de cara com a Afrodite.






          Aí o negócio dessa "guerra sem lados" fica ainda mais gritante! Bicho, quando você escreve um roteiro onde há uma guerra e espera que seu leitor SIMPATIZE com um dos lados do conflito, você tem ao menos que explicar o PORQUÊ desse conflito. Se você pegar o encadernado "Mulher-Maravilha e Batman", o Liam Sharp pode até ter feito algo simplório, mas foi SIMPLES E FUNCIONAL ao explicar a mitologia celta e os motivos dos conflitos entre os povos ali. O que Wilson faz? Enfia duas crianças no meio da puta que pariu pra dizer que o "outro lado" é ruim porque "atira em crianças". Todo mundo sabe que crianças podem ser anões portando bazucas. Ah, e as crianças são netas do primeiro ministro do país atacado também, tá?






          Depois de uma cena constrangedora onde Mulher Maravilha e Steve Trevor IGNORAM COMPLETAMENTE todos ao redor para conversar o quanto sentem a falta um do outro e Diana achar que Steve havia morrido, Mulher Maravilha, Afrodite e Steve Trevor, o homem com a MAIOR AUTO ESTIMA DO MUNDO, sem camisa não menos, vão escoltar o primeiro ministro pra um ponto onde seriam discutidos os tratados de paz entre o país fudido dele sem nome e os rebeldes sem causa que o atacam. Podre.



          Steve Trevor tem a auto estima tão alta que mesmo com os bofes pra fora fica dizendo pra Afrodite que "eu tô bem, eu tô legal, foi só um fresh wound" mesmo todo fodido e sem poder andar, parecendo o Joey quando precisou mentir pra entrar no emprego e pegar o plano de saúde.



          Como vocês podem ver pelas imagens, a partir da edição #61 americana não é mais o Cary Nord que desenha e sim um tal de "Xermanico", que convenhamos, mesmo que não seja um primor em originalidade, está fazendo um trabalho bem melhor do que o Nord, que foi chamado só pra atrair os incautos a esse gibi. Me arrependi de ter comprado saporra e espero que próximo número ao menos feche o arco pra eu parar de comprar essa naba. Detalhe que o gibi foi elogiado (mas só um pouquinho) pelos scanzeiros. Eu sou muito trouxa mesmo em acreditar nos elogios desses caras...



          eu queria saber se o tamanho da rola de Steve Trevor é maior do que a da sua auto estima

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          • #6
            Eu esperava mais dessa história e da nova fase. Vou continuar comprando mas só pq já tenho todas as anteriores.
            Quanto a história, achei q Steve ia passar um tempão desaparecido, sem nenhuma forma da MM encontrar num estilo lá Batman e MM (aquele q saiu a pouco) com um pouco de mistério aprofundado e um grande sacrifício como em LJA Um por todos, q nada. Q guerra foi essa ? Nan


            PS. Ele tem q ter algum atrativo pq faz é tempo q não faz nada

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            • #7



              Ares quer justiça, mas do tipo que se extrai com as próprias mãos! Um novo embate entre o deus da guerra e a Mulher-Maravilha é completamente inevitável, e talvez nem Afrodite, a deusa do amor, possa evitar o pior… tanto para Diana e Ares quanto para toda a Durovnia! E ainda: um minotauro, um sátiro e um pégaso entraram num bar…

              (Wonder Woman 62-63)


              Revista mensal
              Formato americano (17 x 26 cm)
              48 páginas
              Papel Couché
              Capa Cartão, Lombada Canoa (Grampeada)
              R$ 9,90
              Distribuição nacional

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              Conclusão do primeiro arco da G. Willow Wilson em frente ao personagem, e... . Nhé?! Não é o melhor gibi da Mulher Maravilha de todos os tempos, mas também não é o pior do mundo. É só uma história pra lá de chumbrega, mas bem passável. Ao proteger a chegada do presidente do país fictício da Duróvnia para intermediar um acordo de paz, o deus Ares aparece para acabar com a festa. Depois de umas palavrinhas, tudo se resolve, mas a recém formada meia república da Duróvnia manda que tropas americanas e deuses e heróis caiam fora.



              Steve Trevor, o "man in the action", auto-estima da porra, segura uma arma e faz escudo de lata com a outra mão!


              História bem sem vergonha que não mostra ao que veio a nova roteirista. Em determinado momento o presidente diz que "não valia a pena tanta morte para unificar o país", pergunte isso a Bashar Arasar... . Ou seja, eu não sei se o que mais me incomodou foi a história irrisória ou essa tentativa de se espelhar na realidade que simplesmente não se reflete na realidade, que não se identifica. O que se identifica é o Steve Trevor saradão andando sem camisa mostrando o tropeito pra cima da Mulher Maravilha e da Afrodite, não menos.



              Steve Trevor sem tropeito




              A última história foi a mais simpática da autora até aqui. Mostra as criaturas mitológicas que perderam o caminho para o seu reino tentando se adaptar ao mundo atual. É bem cretininha de verdade, nada que um Fábulas ou outros gibis já não tenham feito, mas ao menos não é ruim e tem a Mulher Maravilha no meio. História simpática que traz o retorno de um grande coadjuvante das histórias da Mulher Maravilha. Emanuela Lupacchino desenhando de forma ok, free style.



              o sexo dos Minotouros


              O gibi é bem qualquer nota. Essa G. Willow Wilson só agrada mesmo a scanzeiros safados que não pagam um puto pelo gibi. Essa mulher é uma enganação. Pra completar, a Panini CARREGOU NA COR ESCURA nas edições de Outubro e tá um pretume desgraçado, mas nada que atrapalhe a leitura, como num gibi do Batman. Era pra este ser o último gibi da Mulher Maravilha, mas como fui trouxa, comprei a edição seguinte. Saiba o porquê na próxima avaliação em breve.

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              • #8



                Veronica Cale tem uma deusa em seu porão. E todos sabemos que deuses não se comportam muito bem no cativeiro, certo? A Mulher-Maravilha está prestes a saber disso também… e a cidade de Washington pode vir a pagar por isso! E mais: está na hora de começarmos a descobrir o verdadeiro destino de Themyscira!


                (Wonder Woman 64-65)


                Revista mensal
                Formato americano (17 x 26 cm)
                48 páginas
                Papel couché
                Capa Cartão, Lombada canoa
                R$ 9,90
                Distribuição nacional

                --------------------------


                Continuação da fase G. Willow Wilson... , nesta edição vemos a Veronica Cale, antiga antagonista das histórias da Mulher Maravilha na fase Greg Rucka, preparando um plano pra difamar a heroína utilizando Nêmesis a deusa do rancor. No final Diana mostra que All We Need is Love.





                Caras, a essa altura do campeonato vocês já tão percebendo que eu desisti desse título, né? Pois bem, foi aqui que parei de comprar, porque tá foda de acompanhar uma história blasé pra caralho que não consegue causar um pingo de investimento do leitor na narrativa. Nem mesmo com a Deusa do Amor morando sob o mesmo teto da Diana e o Steve Trevor (uma puta duma casa pra um funcionário do governo e uma semi-deusa sem renda, aliás) Wilson consegue criar situações interessantes e que dão alguma "graça" a história. Steve Trevor é o fodão também que vai pra casa DE ATADURA curar de ferimentos quando podia estar num hospital militar sendo tratado dos ferimentos em combate. É muita auto-estima desse Trevor.




                "aí, por favor, como ousa?" - esse quadro do Steve Trevor com a mãozinho



                Isso só evidencia o quanto essa Willow Wilson é uma BOSTAAA de escritora, coisa que nós, os detratores da Kemala Khan já havíamos apontado lá atrás, porque, ei psiu, eu vou contar um segredinho pra vocês: não é que vocês não gostam de Ms. Marvel porque são velhos brochas não e que não foi feito pra idade de vocês e sim pros leitores "jovens", é porque é uma merda mesmo. É porque a Willow Wilson é uma enganação do caralho, branquinha ursinha polar que resolveu colocar um pano na cabeça, dizer que era muçulmana pra ganhar alguma visibilidade e atenção, mas que não está a altura da posição que dão a ela.





                Nem o desenhista que tá com ela se empolga em fazer uma edição caprichada porque o roteiro é uma merda. Quando você vê uns caras gabaritados tipo o Cary Nord não dando uma pica pro gibi é uma coisa, agora quando o MERDA DO JESUS MERINO faz um negócio pra lá de rococó mal feito, é porque o negócio é ruim mesmo. O cara não aguenta ler o troço pra trabalhar naquilo. A Willow Wilson se foca no plot de Diana achar de novo a Ilha de Themyscira, beleza, isso é importante, mas ao mesmo tempo que devia criar relações mais humanas entre Trevor e a Afrodite ou até mesmo Diana, não consegue. Fica tudo falso e pausterizado.






                No final das contas a tal da Rancor é uma criatura que se aproveita dos sentimentos de rancor das pessoas para fazer... bullying. Ainda é uma porra de gibi que quer ser panfletário, como se as histórias tivessem que ter uma "moral" ou uma lição no final, como uma história do He-Man. Eu paro por aqui, tô cagando dinheiro não. Amanhã eu faço cabeçalho das edições de Dezembro e Novembro, além que seria desonesto dizer que tem avaliação dessas edições, tô com uma preguiça da porra agora.





                A Panini tá com uma estratégia... INCOMUM de vendas, que é colocar esses posters da Mulher Maravilha do Stanley "Artgerm" Lau que são muito bonitos além de ter aquela beleza pornográfica que atrai os homens. Eu mesmo fiquei cogitando se comprava as edições seguintes só por causa dos posters. Felizmente consegui resistir, mas tá foda. Filhos da puta.

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                • #9


                  Onde quer que Cadmo, Damon e Eirene vão, os problemas nunca estão muito longe. Desta vez, o trio tromba com algo capaz de mover montanhas, literalmente… e a Mulher-Maravilha vai precisar de uma ajuda gigante se pretende impedir um desastre de proporções titânicas!

                  (Wonder Woman 66-67)


                  Revista mensal
                  Formato americano (17 x 26 cm)
                  48 páginas
                  Papel couché
                  Capa Cartão, Lombada canoa
                  R$ 9,90
                  Distribuição nacional

                  -------------------------------------

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                  • #10



                    Quando menos se esperava e nos últimos instantes, a luta contra os titânicos gigantes dá uma guinada inesperada! E, desta vez, não é pelas mãos da Mulher-Maravilha! Que diabo de espada era aquela, afinal?! E mais: Afrodite encontra quem ela procurava. Ou quase.

                    (Wonder-Woman 68-69)


                    Revista mensal
                    Formato americano (17 x 26 cm)
                    48 páginas
                    Papel couché
                    Capa Cartão, Lombada canoa
                    R$ 9,90
                    Distribuição nacional

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