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[AVALIAÇÃO] - Action Comics Renascimento #11

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  • [AVALIAÇÃO] - Action Comics Renascimento #11



    Superman e o Senhor Mxyzptlk duelam pela liberade de Jon! Será que o Homem de Aço será capaz de superar seu velho inimigo agora que ele está completamente fora se si?!

    Edições originais: Action Comics 977-978

    52 páginas, papel LWC, R$ 7,50.
    Primeira coisa: A sinopse no hotisite da Panini está completamente equivocada, já que o conflito com Mxy se resolveu em Superman #11. Aqui, já é o início da nova fase de Action Comics. Vamos, então, ao que realmente acontece: Clark é incomodado pela sensação de que algo está errado com suas lembranças, e verifica se elas batem com os registros históricos da Fortaleza da Solidão. Enquanto isso, um sujeito misterioso está reunindo um grupo de vilões, para ir à forra contra o Homem de Aço.

    E coube a Dan Jurgens a tarefa de dar a primeira costurada na cronologia do Azulão, após a conclusão de Superman: Renascido. Com a desculpa de que o herói está desconfiando de suas lembranças, Jurgens dá uma geral nos principais eventos da nova vida do herói, que agora é uma mistura do que aconteceu antes e depois dos Novos 52. Há, por exemplo, referência a Origem Secreta, mas as mortes prematuras de Martha e Jonathan Kent continuam valendo.

    Só acho estanho que, entre tantas costuradas, Jurgens não toque, nem de relance, no relacionamento do Superman com a Mulher-Maravilha, que foi algo marcante na fase N52. Vai ver, ele nunca engoliu a ideia, e decidiu fingir que não aconteceu.

    Assim, temos duas histórias bem didáticas, dominadas por flahsbacks, que são quebrados apenas pela reunião do grupo de vilões. Ou seja, é uma edição pouco empolgante, mas necessária, por dar aquela ajeitada na casa e preparar o terreno para os próximos acontecimentos.

    A união de vilões cansados de apanhar, apesar de clichê, é interessante. Ainda mais porque envolve um dos vilões do Super que eu mais curto.

    Ian Churchill faz uma arte acima de sua média na primeira história. Já Carlo Barber apresenta um trabalho bem menos inspirado na segunda história.

  • #2
    Re: [AVALIAÇÃO] - Action Comics Renascimento #11

    Gibi só pra apresentar o novo status mesmo, pelo menos não resolveram relançar uma nova mini-série pra contar a origem. E Ian Churchill sempre é um deleite para os meus olhos, deveria assumir uma mensal.

    Achei que a solução encontrada pra nova continuidade foi mais problemática, acho que deveriam ter mantido que o Super ficou separado (como "vermelho" e "azul") durante um tempo com memórias falsas. Assim se manteriam as histórias dos Novos 52 como o relacionamento com a MM e as histórias onde ele acredita ter vindo de outra Terra, assim não precisaria mexer em nada.

    E o arco do Revenge Squad é um dos meus preferidos dessa fase (talvez seja o meu preferido).

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    • #3
      Re: [AVALIAÇÃO] - Action Comics Renascimento #11

      porra, dava pra não ter comprado esta edição?

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      • #4
        Re: [AVALIAÇÃO] - Action Comics Renascimento #11

        Dá pra não comprar gibi nenhum se você quiser.

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        • #5
          Re: [AVALIAÇÃO] - Action Comics Renascimento #11

          Não tenho muito mais a acrescentar. Gibi bem pedrês mesmo, mostrando o novo status, após a saga Renascido. O gibi foi legal? De certa maneira. Mas pra quem é macaco velho foi bem repetitivo, mais ainda se você já acompanhava, afinal esta edição é perfeita para quem quer começar a ler as histórias a partir deste ponto.





          Quanto a arte não poderia concordar mais com o Cabral: Ian Churchil foda, Carlo Barberi fora. O gancho pra próxima edição promete que a peleja vai ser boa.



          Super vai pra descobrir a verdade sobre suas memórias e não descobre é porra nenhuma


          Até o poster central da edição é pouco inspirado. Gibi mais "nhé" esse aqui



          Postado originalmente por Cabral Ver Post
          E coube a Dan Jurgens a tarefa de dar a primeira costurada na cronologia do Azulão, após a conclusão de Superman: Renascido. Com a desculpa de que o herói está desconfiando de suas lembranças, Jurgens dá uma geral nos principais eventos da nova vida do herói, que agora é uma mistura do que aconteceu antes e depois dos Novos 52. Há, por exemplo, referência a Origem Secreta, mas as mortes prematuras de Martha e Jonathan Kent continuam valendo.

          Só acho estanho que, entre tantas costuradas, Jurgens não toque, nem de relance, no relacionamento do Superman com a Mulher-Maravilha, que foi algo marcante na fase N52. Vai ver, ele nunca engoliu a ideia, e decidiu fingir que não aconteceu.

          Assim, temos duas histórias bem didáticas, dominadas por flahsbacks, que são quebrados apenas pela reunião do grupo de vilões. Ou seja, é uma edição pouco empolgante, mas necessária, por dar aquela ajeitada na casa e preparar o terreno para os próximos acontecimentos.

          A união de vilões cansados de apanhar, apesar de clichê, é interessante. Ainda mais porque envolve um dos vilões do Super que eu mais curto.

          Ian Churchill faz uma arte acima de sua média na primeira história. Já Carlo Barber apresenta um trabalho bem menos inspirado na segunda história.

          Eu achei essa edição meio paia justamente porque teve a ambição de querer COSTURAR TODA A CRONOLIGIAAARGH do Super-Homem em apenas duas edições E AINDA servir de prólogo pro próximo arco que se inicia em Action Comics #12. A primeira parte é inteiramente dedicada a vida dele em Krypton e uma página mostrando como cresceu, pareceu mais enrolada do que tudo.

          Aí ele mostra tudo em splash page e mostra um tantinho de como foi a vida dele depois que o filho nasceu, que eu achei meio paia também. Aí ele ficou com roupa preta e quem era o Super-Homem durante esse período? E o OUTRO Super-Homem? A OUTRA Lois, a puta, que teve papel importante naquela história horrível, Superwoman? E justamente o relacionamento de Mulher Maravilha e Super? Parece que a intenção é deliberadamente ESQUECER mesmo que existiu, o que é uma pena.

          E concordo quanto aos desenhistas, Ian Churchill chega foi uma surpresa pra mim quando comecei a ler e notei que era o artista, esse Carlos Barber tá abaixo de qualquer crítica.


          Postado originalmente por Sr. Mxyzptlk Ver Post


          Achei que a solução encontrada pra nova continuidade foi mais problemática, acho que deveriam ter mantido que o Super ficou separado (como "vermelho" e "azul") durante um tempo com memórias falsas. Assim se manteriam as histórias dos Novos 52 como o relacionamento com a MM e as histórias onde ele acredita ter vindo de outra Terra, assim não precisaria mexer em nada.

          E o arco do Revenge Squad é um dos meus preferidos dessa fase (talvez seja o meu preferido).
          Essa solução que você apresenta seria bem melhor mesmo, assim não ia varrer pra debaixo do tapete aquele monte de gibi do Super com a Lois Puta.

          E bom saber que você considera o melhor, porque depois dele tenho intenção de parar. Não é que esteja ruim, muito pelo contrário. Mas já pego gibi demais e as histórias pra mim tão um pouco "mais do mesmo". Eu sei que você considera esse negócio de ler gibi pagando coisa de outro mundo, mas eu realmente tenho predileção do hábito de consumir quadrinhos desse modo.

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