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[AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

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  • [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1



    Herdando os poderes do Homem de Aço após a morte do herói, Lois Lane logo parte para a ação sob a identidade de Superwoman! Mas quem é a outra heroína de mesmo nome que também está defendendo Metrópolis? E quando uma delas perece em combate, como a sobrevivente lidará sozinha com sua enorme responsabilidade? Auxiliada por Aço (e sua também heroica sobrinha Natasha Irons), a Superwoman precisará desvendar os segredos da morte de sua parceira e lutar com todas as forças para não ter o mesmo destino.

    Superwoman 1 - 7

    Papel lwc, 164 páginas, R$25,90
    Comprei esse encadernado sem grandes expectativas, motivado mais pela arte do Phil Jimenez. Mas foi uma grata surpresa, porque é um gibi bem legal. O roteiro de Jimenez tem uma pegada old school (traduzindo: tem muito texto), que pode desagradar os mais jovens. A mim não incomodou, porque o texto não é arrastado nem chato. Além disso, é bom pegar gibis que você não lê em 3 minutos, porque passa a impressão de que nosso dinheiro foi mais bem gasto.

    Primeiro, as coisas boas. A trama prende a atenção desde o início, tem boas reviravoltas e apresenta uma ameaça que vai crescendo gradativamente, até chegar a um ponto em que a gente realmente pensa: “ih, fudeu!”. O roteiro de Jimenez também possui o mérito de apresentar diferentes plots, e trabalhá-los satisfatoriamente, concedendo o devido espaço e importância para cada coisa.

    A trama também faz um bom uso da maioria dos coadjuvantes (principalmente Aço e Natasha Irons), além de resgatar personagens como Traci 13 e Bibbo. Este último, apareceu rapidamente em uma edição de Superman, mas foi esquecido logo em seguida (o que é pena, porque é um personagem legal).


    Apesar de a esta altura todos já saberem o destino da Lois N52, é surpreendente ela bater as botas logo no primeiro capítulo do arco, jogando nos ombros de Lana Lang toda a responsabilidade de ser a Superwoman.

    Agora, o que eu não achei tão legal. Primeiro, o gibi mostra um Lex Luthor muito “banana”. Ele passa a maior parte da história prisioneiro e com a armadura desligada. Na parte final, quando ele finalmente se liberta, ainda toma um cacete de um vilão restolho. Não que Lex devesse salvar o dia (afinal, o gibi nem é dele), mas ele também não precisava ser um peso morto durante toda a história.

    O capítulo final é meio corrido, dando a impressão de que faltou espaço para fechar tudo adequadamente. Isso se faz sentir, principalmente, pela forma abrupta como a Lois Lane da Terra Zero é jogada na história, e a rapidez com que o quebra final entre Lana Lang e a Ultrawoman é resolvido.


    Também é preciso muita boa vontade pra aceitar que o Aço e alguns civis conseguiram conter os clones B-Zeros, enquanto Lana enfrentava a Ultrawoman. Acho que Jimenez ter colocado alguns outros heróis na parada, ainda que apenas para fins de figuração. Até porque o caos que instalou em Metropólis foi tão grandioso, que deveria chamar a atenção de mais gente.


    A arte de Phil Jimenez é espetacular como de costume. Emanuela Lupacchino assume os desenhos em duas partes, e também faz um trabalho muito bom.

  • #2
    Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

    A Lana como Superwoman foi uma sacada excelente. Um ano e meio de boas histórias.

    Só não curti o cabelo preso. E a capa faz falta também.

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    • #3
      Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

      Nossa, mas eu discordo TOTALMENTE da avaliação do Cabral e do Ponte Preta acima. PUTA GIBI ENFADONHO DO CARALHO, ROCAMBOLESCO E que ao final não sabe nem o que tá acontecendo, quem tá fazendo o quê? Cubo do caralho que invade as redes, toma a cidade e quê? Véi..., na boa..., gibi VERBORRÁGICO PRA CARALHO, sem necessidade, mesmo no final que deve ser o clímax, e olha que o Cabral ainda falou que foi "corrido" com SETE EDIÇÕES pra desenvolver um arco. Esse foi o gibi que eu mais demorei pra ler em número de cagadas recentemente, acho que até superou a marca de duas semanas do mal fadado Luke Cage & Punho de Ferro Volume 2, com o adendo que esse era ruim mesmo, e aqui pelo menos alguma qualidade o gibi tem.



      Lois e Lana: duas raparigas aprendendo a serem super putas


      O pior é que o começo do gibi é BEM LEGAL, mostrando a Lois Puta toda animada que agora é uma rapariga com super poderes. Ela já tava imaginando quantas rolas de "amigo Jonathan" ela seria capaz de esmagar sentando nelas e estava bem animada com a ideia de ser uma super puta. Lana Lang, mais receosa, adquiriu uma gama de podes bem diferentes, e interessantes, que a contra-parte feminina do Super-Homem. Aí do nada vão e matam a Lois Puta.



      Ao final da vida, a Lois puta entendeu porque ela é uma quenga safada


      Até aí beleza..., porque afinal não vai ficar dividindo a atenção entre DUAS PROTAGONISTAS (embora a ideia de ter visto a Lois Puta ser heroína me intrigava), e como disse antes a Lana é uma personagem legal e diferente o suficiente, com poderes diferentes de esperar de uma "Superwoman" - os poderes lembram da fase do Super-Homem elétrico - o capítulo seguinte mostra toda a reação da personagem a morte da Lois puta e como isso a afetou, além de revelar quem está afinal por trás de todo o pandemônio. Na verdade, até o capítulo 3 as coisas estavam andando de maneira até satisfatória. Até quando no começo do capítulo 4 a Lana começa a ver a fantasma da Lois puta...





      Bicho, é aí. É esse o ponto em que o gibi começa a avalanche de merda, incluindo plots que ninguém quer saber, tipo o amor da sobrinha lésbica do John Henry pela maga das cidades que apareceu convenientemente (era um personagem recorrente que ninguém se lembra direito). Aí temos prisioneiros sendo maltratados pelos operativos do Luthor, e a Lena que virou Ultrawoman colocando a cidade em... cubos? Pra daí começar a salvação da cidade de uma forma tão rocambolesca que eu perdi totalmente o rastro do roteiro.






      Nos últimos capítulos Superwoman quebra o pau com dois dos clones bizarros criados pela Lena, encontra uma que a antiga assecla do Lex tinha se fundido e que está com a consciência, ou não, da mesma, e ajuda a Superwoman posteriormente a acabar com os planos de Lena. O gibi fica tão rocambolesco a partir daqui que tem direito até a retcon explicando como o Lex deixou a irmã aleijada.






      No final temos a apoteótica luta final contra a Ultrawoman Megazord de 6 braços e calda de crocodilo. Porradaria "marromeno" pra um bicho desse tamanho, com todos os coadjuvantes tendo um papel na luta. O papel do Lex é ser feito de ridículo enquanto o do Aço é dar tesão pra Superwoman lutar até o final. O gibi acaba com uma ponte com o já clássico Action Comics #5 que mostra a Lois Lane Do Lar querendo assumir o papel da Lois puta enquanto a Lana sofre por envenenamento devido aos poderes.



      Lex, you piece of shit!


      Esse gibi passa LONGE de ser divertido, o que é uma pena, porque nota-se o esmero que o Phil Jimenez teve em produzir a história, embora seja rococó. A condição da Lana será resolvida num eventual próximo encadernado. Eu só espero que a leitura seja menos enfadonha do que essa foi. Em contra-partida, os desenhos do Jimenez estão ótimos como de costume e as de Emanuela Lupacchino embora piores do que em Trindade, ainda assim é uma artista de qualidade.



      tem algumas partes que também não são beeeeeeem Phil Jimenez não, mais crédito pros arte-finalistas


      Bônus:


      já tentou ligar e desligar?



      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      Comprei esse encadernado sem grandes expectativas, motivado mais pela arte do Phil Jimenez. Mas foi uma grata surpresa, porque é um gibi bem legal. O roteiro de Jimenez tem uma pegada old school (traduzindo: tem muito texto), que pode desagradar os mais jovens. A mim não incomodou, porque o texto não é arrastado nem chato. Além disso, é bom pegar gibis que você não lê em 3 minutos, porque passa a impressão de que nosso dinheiro foi mais bem gasto.
      Véi, sinceramente, também aprovo esses gibis que demora pra ler, mas se for pra demorar pra ler que seja INTERESSANTE! Que seja BOM! E eu achei o texto exatamente o OPOSTO que você achou: CHATO E ARRASTADO!

      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      Primeiro, as coisas boas. A trama prende a atenção desde o início, tem boas reviravoltas e apresenta uma ameaça que vai crescendo gradativamente, até chegar a um ponto em que a gente realmente pensa: “ih, fudeu!”. O roteiro de Jimenez também possui o mérito de apresentar diferentes plots, e trabalhá-los satisfatoriamente, concedendo o devido espaço e importância para cada coisa.

      A trama também faz um bom uso da maioria dos coadjuvantes (principalmente Aço e Natasha Irons), além de resgatar personagens como Traci 13 e Bibbo. Este último, apareceu rapidamente em uma edição de Superman, mas foi esquecido logo em seguida (o que é pena, porque é um personagem legal).
      Por diferentes plots e uso de coadjuvantes entende-se vários personagens fazendo bosta espalhados pelo gibi, onde até mesmo uma ENGENHEIRA ELÉTRICA veio falar que o "fluxo temporal está alinhado" ( é uma das últimas páginas, eu diria se essa porra viesse com página numerada). Bicho, na moral, mas o final é um ROCAMBOLE DE COISA ACONTECENDO que o Jimenez até confundiu quem fala o quê.



      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      Apesar de a esta altura todos já saberem o destino da Lois N52, é surpreendente ela bater as botas logo no primeiro capítulo do arco, jogando nos ombros de Lana Lang toda a responsabilidade de ser a Superwoman.
      Tá, isso foi legal


      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      Agora, o que eu não achei tão legal. Primeiro, o gibi mostra um Lex Luthor muito “banana”. Ele passa a maior parte da história prisioneiro e com a armadura desligada. Na parte final, quando ele finalmente se liberta, ainda toma um cacete de um vilão restolho. Não que Lex devesse salvar o dia (afinal, o gibi nem é dele), mas ele também não precisava ser um peso morto durante toda a história.
      Mas isso aí eu já achei legal que é justamente pra criar o contraste entre o que se espera do Luthor e o que ele fez para a irmã.



      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      Também é preciso muita boa vontade pra aceitar que o Aço e alguns civis conseguiram conter os clones B-Zeros, enquanto Lana enfrentava a Ultrawoman. Acho que Jimenez ter colocado alguns outros heróis na parada, ainda que apenas para fins de figuração. Até porque o caos que instalou em Metropólis foi tão grandioso, que deveria chamar a atenção de mais gente.
      Faltou colocar tipo o SUPER-HOMEM, né?

      Ah, e o Aço é o macho da Lana Lang, não faltou elogios a ele, né? Que o Aço é um bom namorado, que o Aço é inteligente. Que o Aço é forte. Que o Aço é gostoso. Só faltou dizer que o Aço tem uma rola enorme e que come ela gostoso, essa rapariga. Pete Ross QUEM??? Morreu.


      Postado originalmente por Cabral Ver Post
      A arte de Phil Jimenez é espetacular como de costume. Emanuela Lupacchino assume os desenhos em duas partes, e também faz um trabalho muito bom
      A arte do Jimenez tá EXCELENTE no começo do encadernado, e lá pra parte final começa a ficar meio desleixada, mas nada que prejudique, ainda é o Phil Jimenez e realmente é um excelente artista. Vale a pena comprar o gibi só pra apreciar a arte dele (se tiver dinheiro sobrando e for fã do traço dele, porque o gibi pra ler é um cacetinho). A arte de Emanuela Lupacchino não é ruim, mas achei BEM INFERIOR ao trabalho dela em Trindade

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      • #4
        Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

        Superwoman que tem roteiro do Phil Jimenez e arte dividida entre Matt Santorelli com a Emanuela Lupacchino.

        Acho que fazia tempo que eu não lia algo onde acontece tanta coisa em tão pouco espaço de tempo. Começamos com uma Lois Lane e Lana Lang que foram banhadas pela radiação do Superman Novos 52 e ganharam poderes. Lois com poderes similares aos kriptoniano se Lana se transformou na Superwoman elétrica.

        A revista é exageradamente expositiva, com longos textos tanto em caixas de pensamento como em diálogos e pode tornar a leitura um pouco cansativa. De forma a desenvolver elementos da história de todos personagens envolvidos na revista de forma densa e pesada. Acredito que tudo que foi apresentado em apenas sete edições poderia ter sido explorado ao longo de pelo menos mais sete edições.

        Os desenhos do Santorelli casam bem com esse espírito noventistas do arco do Phil Jimenez, com certo realismo e muitos detalhes nos personagens e cenários. Por vezes mais quadros do que uma página perderia suportar, mas para pesar isso ele se utiliza várias vezes de enquadramento apenas do rosto dos personagens. O traço da Lupacchino, por sua vez é mais limpo, se apoiando menos no contraste da própria arte e deixando mais espaço para a colorização e arte final expor os volumes. Ainda assim, a arte é muito boa em uma leitura rápida não parece destoar muito um artista do outro.

        Enfim, essa é uma revista que precisa ter fôlego para ler, mas que se for vencida a barreira da verborragia é recompensadora.

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        • #5
          Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

          Eu escrevi um comentário relativamente grande aqui dizendo oq eu achei da hq, mas como na hora que eu fui enviar a internet caiu e a mensagem se perdeu, vou dar uma resumida pq deu preguiça de escrever tudo de novo:
          Gostei dos desenhos mas achei a narrativa meio truncada, me perdi em algumas mudanças de cena meio bruscas. nada que tenha tornado a leitura ruim mas me incomodou um pouco.
          Sobre a quantidade de textos, não me incomodou, entendo que muita gente pode não gostar pq realmente tinha umas páginas bem carregadas, mas particularmente eu odeio aquelas hqs que tem 5 frases em 20 páginas e vc percebe que nada realmente aconteceu. nesse gibi muita coisa acontecia o tempo todo e considero um ponto positivo, pq o roteirista realmente tá contando uma história e aproveitando todas as páginas pra desenvolver.
          Enfim, gibizinho divertido, terminei de ler e senti que o dinheiro tinha sido bem gasto. comprarei o próximo.
          PS: a coisa que mais me incomodou nesse gibi na realidade foi o editorial da panini, puta que pariu, toda hora um erro de português ou de concordância, coisa que o word pega
          Last edited by Senhor Milagre; 14-03-2018, 11:56 PM.

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          • #6
            Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

            Postado originalmente por Senhor Milagre Ver Post
            Gostei dos desenhos mas achei a narrativa meio truncada, me perdi em algumas mudanças de cena meio bruscas. nada que tenha tornado a leitura ruim mas me incomodou um pouco.
            Sobre a quantidade de textos, não me incomodou, entendo que muita gente pode não gostar pq realmente tinha umas páginas bem carregadas, mas particularmente eu odeio aquelas hqs que tem 5 frases em 20 páginas e vc percebe que nada realmente aconteceu. nesse gibi muita coisa acontecia o tempo todo e considero um ponto positivo, pq o roteirista realmente tá contando uma história e aproveitando todas as páginas pra desenvolver.
            Enfim, gibizinho divertido, terminei de ler e senti que o dinheiro tinha sido bem gasto. comprarei o próximo.
            PS: a coisa que mais me incomodou nesse gibi na realidade foi o editorial da panini, puta que pariu, toda hora um erro de português ou de concordância, coisa que o word pega

            Mas aí vocês não podem julgar que um gibi é bom porque "demorou pra ler, então é bom e o dinheiro foi bem gasto", porra, então se eu fizer um gibi com 10 quadrinhos por página, cheio de texto reclamando das minas do POF vai ser o gibi com maior conteúdo do mundo e que mais vale a pena.

            Até podem achar que é bom, cada um acha o que é melhor pra si, mas não é objetivamente bom, não tem qualidade.


            Quadrinho é imagem e texto juntos numa narrativa, que dá sensação de movimento e progressão da história. Quadrinho não é nem apenas imagem e nem apenas texto, é uma fusão bem feita e contínua das duas (e um quadrinho pode ser apenas texto e apenas imagem se condizem com a narrativa da história, não confundam). Por isso que aquelas caixas de texto duplas que o Jeph Loeb colocava em Superman & Batman eu considerava uma das coisas mais atrozes já feitas em HQ. E a galera repetia aquilo ad nauseam


            O gibi demorou pra ler e foi bom? Eu digo NÃO, mas um gibi pode se demorar pra ler e ser bom, como Do Inferno, o problema é que essa porra de gibi do Phil Jimenez o cara me coloca uma luta em quadradinho com uma Ultrawoman de 6 braços e cauda de lagarto, tudo truncado na página, parecendo uma colagem, e ainda me coloca uma engenheira elétrica falando em coesão temporal, ou algo assim. O cara se perde no próprio texto.


            Não achei a narrativa fluída, achei ENFADONHA, achei que o Phil Jimenez se perde num estilo que o consagrou (ele faz isso muito bem naquele crossover entre Liga da Justiça e Novos Titãs), ou seja, cagou no pau. O gibi quase chega no nível do ilegível de tanta verborragia.


            E que editorial da Panini no gibi? Não tem editorial, ou tu tá falando do texto? Se tiver erro, não percebi nenhum, de tão chata que a leitura foi.

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            • #7
              Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

              Postado originalmente por Pato_Osborn_Olsen Ver Post
              Mas aí vocês não podem julgar que um gibi é bom porque "demorou pra ler, então é bom e o dinheiro foi bem gasto", porra, então se eu fizer um gibi com 10 quadrinhos por página, cheio de texto reclamando das minas do POF vai ser o gibi com maior conteúdo do mundo e que mais vale a pena.

              Até podem achar que é bom, cada um acha o que é melhor pra si, mas não é objetivamente bom, não tem qualidade.


              Quadrinho é imagem e texto juntos numa narrativa, que dá sensação de movimento e progressão da história. Quadrinho não é nem apenas imagem e nem apenas texto, é uma fusão bem feita e contínua das duas (e um quadrinho pode ser apenas texto e apenas imagem se condizem com a narrativa da história, não confundam). Por isso que aquelas caixas de texto duplas que o Jeph Loeb colocava em Superman & Batman eu considerava uma das coisas mais atrozes já feitas em HQ. E a galera repetia aquilo ad nauseam


              O gibi demorou pra ler e foi bom? Eu digo NÃO, mas um gibi pode se demorar pra ler e ser bom, como Do Inferno, o problema é que essa porra de gibi do Phil Jimenez o cara me coloca uma luta em quadradinho com uma Ultrawoman de 6 braços e cauda de lagarto, tudo truncado na página, parecendo uma colagem, e ainda me coloca uma engenheira elétrica falando em coesão temporal, ou algo assim. O cara se perde no próprio texto.


              Não achei a narrativa fluída, achei ENFADONHA, achei que o Phil Jimenez se perde num estilo que o consagrou (ele faz isso muito bem naquele crossover entre Liga da Justiça e Novos Titãs), ou seja, cagou no pau. O gibi quase chega no nível do ilegível de tanta verborragia.


              E que editorial da Panini no gibi? Não tem editorial, ou tu tá falando do texto? Se tiver erro, não percebi nenhum, de tão chata que a leitura foi.
              Não to falando que o gibi é bom por ter muito texto, to falando que quando eu pego na mão um gibi com muita historia acontecendo (oq nem sempre ta diretamente ligado a quantidade de texto, reconheço) isso pra mim é um ponto positivo. Por exemplo, eu acompanhei só os primeiro capítulos do rucka escrevendo a MM no renascimento e odiei (a história do presente), lia 50 paginas e basicamente não acontecia nada, algo que levaria duas paginas pra ser contado ele levava o capítulo todo.
              E sim, falo to texto... Tem umas partes bem ruins e isso acontece com certa frequência. Se lembrar coloco umas fotos aqui depois

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              • #8
                Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

                Orra, finalmente terminei de ler (já tinha começado, aí parei e tive que reler ) e de quebra li o volume 2

                Olha, o gibi não é ruim como falam, tá naquele nível de "gibi legal, mas podia ser muito melhor se não tivesse isso...."

                No caso, o roteiro em si da trama é bem interessante, envolvendo bastante ação, motivação e até "mistérios" que dão folego pra seguir lendo. Ver como a Lana lang vai se virar sendo a Superwoman, tendo os poderes fodendo ela, sem contar o psicológico dela já fodido depois de tantas perdas e problemas, foi algo bastante interessante.

                O retcom do Lex deixando a irmã tetraplégica achei de boa de aceitar, condiz com o personagem de ser um filho da puta nato, mesmo quando não quer ser. E tá como Lex de sempre, irritante, e seguindo a personalidade dele dos novos 52, virando um banana quando assunto é sua irmã.

                A Lena Luthor também achei uma vilã interessante, achei bem legal como construíram todo o plano dela de foder com o Lex, manchando sua imagem com as notícias do presídio das empresas Luthor; e também de tomar a cidade pra ela com único intuito de destruí-la como forma de atingir ainda mais o Lex. Só achei que a resolução aconteceu mais rápido do que deveria, mas não a ponto de comprometer a finalização do arco.


                O que FODE e muito o gibi é o gibi ter MUITO texto INÚTIL que realmente até chega a comprometer a arte que é bem legal!!! Caralho, tinha diversos quadros que não havia necessidade alguma de existir, uns diálogos bobos que não fariam falta, tanto que são as vezes autoexplicativos a ponto de você só passar os olhos

                Isso é um problema que que Jimenez conserta E MUITO no volume 2, que considero melhor justamente por conta disso, tendo uma leitura mais fluida e menos verborrágica (tem texto, mas tem menos texto inútil), apesar de ter um plot menos "interessante" e grandioso quanto do primeiro volume, mas ainda assim sendo uma boa leitura.

                O problema (único, até onde lembro) do volume 2 é que, como no volume 1, o problema se resolve com uma solução magicamente jogada na sua frente tirada do cu

                Estava receoso de comprar essa série, mas depois de concluir os 2 volumes, pego o terceiro (que pelo visto é o último). Até então está sendo bem legal ver a Lana lang sendo trabalhada de uma forma diferente, enriquecendo a cronologia e bagagem da personagem

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                • #9
                  Re: [AVALIAÇÃO] - Superwoman Renascimento - Volume 1

                  Postado originalmente por Scarzyx Ver Post
                  Orra, finalmente terminei de ler (já tinha começado, aí parei e tive que reler ) e de quebra li o volume 2

                  Olha, o gibi não é ruim como falam, tá naquele nível de "gibi legal, mas podia ser muito melhor se não tivesse isso...."

                  No caso, o roteiro em si da trama é bem interessante, envolvendo bastante ação, motivação e até "mistérios" que dão folego pra seguir lendo. Ver como a Lana lang vai se virar sendo a Superwoman, tendo os poderes fodendo ela, sem contar o psicológico dela já fodido depois de tantas perdas e problemas, foi algo bastante interessante.

                  O retcom do Lex deixando a irmã tetraplégica achei de boa de aceitar, condiz com o personagem de ser um filho da puta nato, mesmo quando não quer ser. E tá como Lex de sempre, irritante, e seguindo a personalidade dele dos novos 52, virando um banana quando assunto é sua irmã.

                  A Lena Luthor também achei uma vilã interessante, achei bem legal como construíram todo o plano dela de foder com o Lex, manchando sua imagem com as notícias do presídio das empresas Luthor; e também de tomar a cidade pra ela com único intuito de destruí-la como forma de atingir ainda mais o Lex. Só achei que a resolução aconteceu mais rápido do que deveria, mas não a ponto de comprometer a finalização do arco.


                  O que FODE e muito o gibi é o gibi ter MUITO texto INÚTIL que realmente até chega a comprometer a arte que é bem legal!!! Caralho, tinha diversos quadros que não havia necessidade alguma de existir, uns diálogos bobos que não fariam falta, tanto que são as vezes autoexplicativos a ponto de você só passar os olhos

                  A ideia da "Superwoman" é interessante, foi por isso que comprei inclusive. Mas a ideia é interessante no papel (a ideia executada também tá no papel, mas você entendeu o que quis dizer, troque por "no projeto" então)!


                  Quando a ideia é executada é um negócio tão merda, tão CHATO, tão aborrecido que eu LUTEI pra terminar de ler esse gibi. Puta que me pariu.

                  Senso de narrativa muito ruim, história travada, uma bobajada do caralho. Parece que o Phil Jimenez ganha por palavra e por quadro desenhado. Como você mesmo disse, vários momentos inúteis.

                  O maior deles certamente é a Lana com saudades da rola do Jon e sempre o elogiando, dizendo que a pica dele é grande, que é uma delícia, que é muito bom sentar na rola do Jon.

                  É foda.

                  Postado originalmente por Scarzyx Ver Post
                  Isso é um problema que que Jimenez conserta E MUITO no volume 2, que considero melhor justamente por conta disso, tendo uma leitura mais fluida e menos verborrágica (tem texto, mas tem menos texto inútil), apesar de ter um plot menos "interessante" e grandioso quanto do primeiro volume, mas ainda assim sendo uma boa leitura.

                  O problema (único, até onde lembro) do volume 2 é que, como no volume 1, o problema se resolve com uma solução magicamente jogada na sua frente tirada do cu

                  Estava receoso de comprar essa série, mas depois de concluir os 2 volumes, pego o terceiro (que pelo visto é o último). Até então está sendo bem legal ver a Lana lang sendo trabalhada de uma forma diferente, enriquecendo a cronologia e bagagem da personagem
                  Cara, eu tô comprando na OBRIGAÇÃO DE VERME de completar. Eu pensei que a série só teve 12 números, mas aparentemente teve 18 o que gera outro encadernado. Mas não tenho esperança nenhuma que termine "bom"

                  Eu JÁ LI a segunda edição, e se der abro tópico de avaliação na sexta, se ninguém mais abrir, mas a segunda edição é chata pra caralho.

                  O maior atrativo pra mim para a série foi a Lois Puta conseguir poderes, quando ele mata a personagem na mesma edição, a Lana não assume o papel de protagonista interessante. Na verdade esta série tá me fazendo pegar abuso da Lana

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