Em Ano Um: o mundo finalmente conhece a espetacular (e ainda um pouco confusa…) Mulher-Maravilha! E, por consequência, a Princesa Amazona chama a atenção de dois perigosos adversários, um antigo e um novo.
Histórias originais

Wonder Woman 10-11

Detalhes da edição

Setembro/2017
Revista tradicional
17 x 26 cm
52 páginas
Papel LWC
Capa Couché
Lombada Canoa (Grampeada)

Distribuição e vendas

Periodicidade Mensal
Distribuição Nacional
Vendas: Bancas e comic shops
R$ 7,50
Considerando que tivemos o final de um arco, a edição foi fraca. Em Ano Um, temos basicamente a Diana se adaptando ao mundo do patriarcado e até aí, nada de muito impressionante. A melhor parte mesmo foi a splash page da Nicola Scott mostrando a Diana defletindo balas. Fora isso, a história segue sendo aquele negócio açucarado.

Já em "As Mentiras", a grande conclusão é basicamente o que todo mundo já sabia desde que o Renascimento começou: o que valia antes não vale mais. Bem infantil da parte do Rucka dar uma alfineta do run do Azzarello chamando de paródia quando Ano Um consegue ser tão bobinho quanto um desenho animado dos anos 80, só que sem os elementos que faziam esses desenhos funcionarem. A impressão que eu tenho é que Rucka quer impor sua visão da personagem e sobre como ela deve ser. Por sorte, Patty Jenkins mostrou que dá pra fazer a origem do Azzarello funcionar.

Em termos de arte, Nicola Scott continua o bom trabalho e o Sharpe tá na média. Sei lá, acho que a arte dele deu uma decaída.