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[AVALIAÇÃO DUPLA] LJA - Liga da Justiça da América #9 & #10 - pensou que eu tinha esquecido, né?

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  • [AVALIAÇÃO DUPLA] LJA - Liga da Justiça da América #9 & #10 - pensou que eu tinha esquecido, né?




    LJA: de volta à trama principal, a Liga ainda não conseguiu derrotar Rao e, para piorar, perdeu seu membro mais poderoso. Será que os heróis encontrarão alguma forma de trazer o Superman de volta? E quais desafios o Lanterna Verde está enfrentando no Krypton do passado? E ainda, a saga do Cyborg continua.

    (Cyborg 9-10, JLA: Justice League Of America 9)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    68 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 8,70
    Distribuição Nacional
    -------------------




    JLA: com o destino do planeta em jogo, os membros da Liga que estão no passado finalmente se encontram com seus colegas no presente. Mas será que a reunião dos maiores heróis da Terra bastará para deter de uma vez por todas as maquinações de Rao? E acompanhe também a conclusão das aventuras do Cyborg nos Novos 52!


    (Cyborg 11-12, JLA 10)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    68 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché, Lombada Canoa (Grampeada)
    R $ 8,70
    Distribuição Nacional
    ------------------------------------------

    LJA: penúltima na edição #9 e última na edição #10 da saga do Bryan Hitch envolvendo o Deus Rao. Na edição #9, Rao invoca o poder das pedras das jazidas e faz um SHANANIGAN. Rao do passado e do futuro travam um diálogo. Flash no presente e o Lanterna no passado tentam fazer a diferença. Pensavam que o Super-homem tinha morrido na última edição, é? Pois pensaram errado, só que talvez agora ele morra com a chegada dos Raoanos a Terra.



    Por que não estou no filme da Liga da Justiça?


    Flash dá um pau e mostra porque é foda. Na derradeira edição, a décima e última, é Liga da Justiça, robobat, e todo mundo versus Rao e seus asseclas num desenho ruim do caralho.





    Hitch traz bons conceitos, um clima épico e uma história interessante. O problema é que não é que esteja tudo jogado, mas tudo nebuloso demais. Dificilmente eu vejo num futuro o artista excelente que virou artista mediano e agora roteirista abaixo da média trazer esses conceitos de volta, mas verdade seja dita, é um gibi menos complexo do que um Grant Morrison. A diferença é que o Grant sabe o que tá fazendo. Por exemplo, ao fim, Hitch joga que "um novo Super-homem virá", alusão ao Renascimento já que foi previsto que o mesmo morreria e "uma nova Crise". Não sei se a DC lançará uma nova Crise tão cedo...





    Com essa série, não sei o que ocorreu, se não disseram pra ele que a DC ia se renovar ou se o cara quis fazer assim mesmo, mas o que faltou foi o Hitch ter escrito algo com mais completude, do que uma história que joga "Pedras da Eternidade" no Universo DC e ninguém sabe o que serão delas. Pelo menos não tivemos pedras sendo plantadas para solucionar o roteiro dessa vez...





    Gibi difícil. Fica difícil não simpatizar com a ideia e a execução, porém fica difícil gostar da história que a arte foi decaindo a medida que passou, e isso porque já começou com um Hitch não tão bom. Mas se querem deixar o cara escrever, que pelo menos não coloquem artistas bostas com ele. E isso serve pro próprio Hitch.



    eu sou você amanhã



    Cyborg, e tem Cyborg pra caralho: na edição #9: conclusão dessa porra de história do Cyborg chata pra caralho com o governo querendo se apropriar da porra da propriedade dele depois da invasão do caralho do primeiro arco. O plano do Cyborg é ousado, e ao ser capturado (do flashback que começou desde a primeira parte do arco) invade de dentro os arquivos do governo e descobre que nem tudo é como parece. A suspeita foi jogada em retrospecto pelo Silas, pai do Cyborg, que é chato pra caralho e por isso desconfiou de cara do holograma da mãe.





    Apesar de estar injuriado que tem mais Cyborg no gibi da Liga do que a Liga, mas o final do arco foi bem legal. Sei lá, se você é fã do personagem vai curtir. Ainda tem uma dobradinha bem bacana com o Capitão Marvel Shazam. O plano do Cyborg é mostrado em retrospecto e isso eu achei meio pegadinha, mas tá valendo.



    Cyborg combinou tudo com os parças antes


    Ou seja, se o cara mostra a desconfiança do Silas na coisa toda já na ÚLTIMA EDIÇÃO do arco, então não precisava ter desconfiança nenhuma... . O clímax foi ruim, e no final das contas, foi tudo um SHANANIGAN dos tecnosapiens. Arte bem boa de Felipe Watanabe, Júlio Ferreira e Daniel HDR. Dizer que Ivan Reis trabalhou nesse gibi a essa altura do campeonato é deboche.





    Na edição #10 temos o retorno do veterano MARV WOLFMAN nos roteiros, uma espécie de jogada dos editores para dar sobrevida ao gibi, fazer um trade de mais de cem páginas porque o arco acabou em 4 partes e o Universo DC já estava as portas do Renascimento. São duas histórias fehcadas BEM LEGAIS do Cyborg.





    Na primeira, o Laboratório STAR coloca o Cyborg no acompanhamento cardíaco. Enquanto tá parado, descobre que um atentado tá em curso no avião onde a doutora Sarah, a namoradinha do Cyborg, está. Através de puro SHANANIGAN na internet, ou tecnoblablo o Cyborg resolve a parada. História muito bem contada e com várias coisas interessantes!





    Na segunda história, Cyborg está de boa navegando na internet quando dois jovens com poderes estranhos invadem os Laboratórios STAR. Cyborg então lida com eles e descobre a história e vê que as coisas não são o que parecem.





    OUTRA BOA HISTÓRIA DO CYBORG, bem interessante, empolgante e diferente. Quando não tiverem ideia do que fazer com o Cyborg, chamem o Marv Wolfman que ele resolve. Arte bem boa, da mesma equipe criativa, Felipe Watanabe, Daniel HDR e Júlio Ferreira. Mas é inegável que a variedade de artistas não dá um clima de unidade ao gibi.





    Esse gibi chegou a sua última edição e foi praticamente um "pré-Renascimento" em seu modo editorial: três histórias por edição com papel LWC. Não foi o melhor gibi mix do mundo, mas pra quem curte Liga da Justiça como eu, foi interessante ler algo que não fosse a saga principal da DC, Guerra de Darkseid. Às vezes eu só quero ler uma história boa e bem pensada, sem pretensões de ligações com coisas maiores.

  • #2
    Re: [AVALIAÇÃO DUPLA] LJA - Liga da Justiça da América #9 & #10 - pensou que eu tinha esquecido, né?



    Que isso, mano?

    Nem capas mais o Hitch desenha direito?

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