Anúncio

Collapse
No announcement yet.

[AVALIAÇÃO] - Guardiões da Galáxia: Guerra dos Reis - Volume 1

Collapse
X
 
  • Filter
  • Hora
  • Show
Clear All
new posts

  • [AVALIAÇÃO] - Guardiões da Galáxia: Guerra dos Reis - Volume 1



    A equipe dos Guardiões foi desfeita e seus membros estão empenhados em diversas tarefas pessoais. Não existe momento melhor para uma crise interplanetária, não é mesmo? Nada que a equipe cósmica mais poderosa do Universo Marvel não possa encarar. Quando o cosmos está prestes a sucumbir, a galáxia pergunta: "Onde estão os nossos Guardiões?".

    (Guardians of The Galaxy 7-13)

    148 páginas, R421,10
    Cara, que GIBIZÃO!

    Dando continuidade aos eventos do volume anterior, quando a equipe se desfez, após a revelação de que Mantis usou seus poderes psíquicos e fez lavagem cerebral na galera, para manter o grupo unido. Agora, encontramos os membros divididos e empenhados em suas próprias buscas.

    Drax e Phyla-Vell estão rodando o cosmo em busca de Cammi (aquela guria mala que sumiu em Aniquilação); Warlock e Gamora investigam a Igreja da Verdade Universal; Rocky Racum, Groot, Mantis e Major Vitória estão tretando com os Badoons; e Peter Quill é jogado na Zona Negativa, onde acaba no meio de uma treta do Blastaar.

    A incursão de Quill na Zona Negativa, aliás, é mote principal do arco. Toda a sequência com o Senhor da Estrelas perdido em meio à tentativa de Blastaar de tomar a Prisão 42 e, assim, acessar o planeta Terra, é muito divertida. Abnett e Lanning mostram que têm mesmo as manhas de lidar com personagens restolhos, pois criam momentos legais com tipos como Jack Flag, Bisão, Homem-Gorila, Condor e Chave Mestra.

    As duas partes finais – focadas em Drax e Phyla – não me agradaram tanto. Diferente dos capítulos anteriores (onde tudo é muito dinâmico), a narrativa ganha contornos mais metafísicos. Não sou contra esse tipo de coisa, mas é meio chato quando os personagens precisam explicar – didaticamente – todas as “regras” da história. Mesmo assim, esses dois capítulos trazem consequências interessantes, como o retorno de dois velhos conhecidos e a situação de Phyla-Vell.

    Os roteiristas – espertamente – dão pouco destaque a Warlock e Gamora, que são os que menos aparecem neste volume. Mas quem é razoavelmente versado no histórico do Universo Marvel sabe que a dobradinha Warlock/Igreja da Verdade Universal não pode terminar em coisa boa.

    Pena que Paul Pelletier tenha se mandado depois da sétima edição. Brad Walker não é ruim, mas também não é tão bom quanto seu antecessor. Já Wes Craig (que desenha as duas últimas partes) não tem desculpa e é fraquinho mesmo. Acho até que isso contribuiu para que eu não gostasse tanto dos dois capítulos finais.
    Last edited by Cabral; 24-07-2017, 11:23 PM.
Working...
X