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Venda da FNAC

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  • teleute
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    Re: Venda da FNAC

    As vezes existem contratos vigentes que precisam ser respeitados, etc...

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  • Daft Flores
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Mas é muito estiloso ter aqueles eletrônicos caros expostos nas lojas...

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  • SUPERPATO
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Postado originalmente por Psyloco Ver Post
    Pra que manter uma operação de eletrônicos então?
    Verdade. Se é um segmento que dá prejuízo...para de trabalhar com eletrônicos.

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  • Psyloco
    replied
    Re: Venda da FNAC

    “É um negócio que queima muito caixa, exige um capital de giro monstruoso, principalmente por causa da operação de eletrônicos, e tem aluguéis altíssimos. É difícil reverter a trajetória, mesmo com dinheiro novo”, afirmou um gestor que avaliou o ativo
    Pra que manter uma operação de eletrônicos então?

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  • Daft Flores
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Os termos da venda da Fnac dão a medida da situação calamitosa das livrarias no Brasil. Os franceses literalmente pagaram para quem quisesse ficar com a operação, que queima caixa sistematicamente e vinha arranhando os resultados da matriz.
    che vibe

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  • Roger, O Homúnculo
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Tomara que melhore o Frete. A FNAC aqui pra minha região cobra um frete absurdo. Sdds das pré vendas com frete grátis.

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  • teleute
    replied
    Re: Venda da FNAC

    A cultura nunca deu muito desconto né?

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  • x-eteano
    replied
    Re: Venda da FNAC

    20/07 às 18h34
    Como a Cultura conseguiu comprar a Fnac


    O valor inestimável e o 'preço negativo’ de uma livraria

    Natalia Viri

    Os termos da venda da Fnac dão a medida da situação calamitosa das livrarias no Brasil. Os franceses literalmente pagaram para quem quisesse ficar com a operação, que queima caixa sistematicamente e vinha arranhando os resultados da matriz.
    A Livraria Cultura, que anunciou ontem a compra, não divulgou os termos nem o valor da transação – e, procurada, não quis se pronunciar.

    Mas a investidores financeiros que chegaram a avaliar o negócio, a oferta dos franceses foi a seguinte: a Fnac colocaria de R$ 40 milhões a R$ 50 milhões na subsidiária brasileira, o equivalente à queima de caixa esperada para os próximos 12 meses. O interessado ficaria com os todos os ativos e as dívidas.

    No comunicado divulgado ontem, a Fnac afirmou que faria uma “recapitalização” no negócio brasileiro antes da venda. Ao Brazil Journal, a matriz francesa confirmou que “nossa subsidiária brasileira estruturalmente dava prejuízos, portanto um ‘preço negativo’ é justificado”.

    Apesar de parecer tentadora à primeira vista, nem mesmo a oferta de dinheiro na frente despertou o interesse dos fundos de private equity.
    “É um negócio que queima muito caixa, exige um capital de giro monstruoso, principalmente por causa da operação de eletrônicos, e tem aluguéis altíssimos. É difícil reverter a trajetória, mesmo com dinheiro novo”, afirmou um gestor que avaliou o ativo.

    Os termos da venda respondem à primeira pergunta que surgiu quando a transação foi anunciada: como a Livraria Cultura, que também se vê às voltas com prejuízos e chegou a renegociar prazos de pagamentocom editoras, conseguiu fazer esta aquisição?


    A questão agora é se a família Herz vai conseguir reverter duas operações deficitárias – ou se a compra se revelará o proverbial abraço dos afogados.

    Cultura e Fnac têm operações e problemas parecidos. A primeira tem 18 lojas e fatura cerca de R$ 400 milhões; a segunda opera 12 lojas com receita de R$ 430 milhões.

    Mesmo somadas, as empresas ainda estão longe de alcançar a escala da Saraiva, com mais de 100 lojas e faturamento na casa dos R$ 2 bilhões.

    Ao contrário da líder de mercado, que opera lojas menores e mais numerosas, Cultura e Fnac têm pontos espaçosos, em locais privilegiados, o que significa conforto para os leitores mas custos altíssimos de operação – um problema ainda mais grave agora que a Amazon começou a entrar com mais força no Brasil, com seu marketplace para livros, permitindo às editoras fazer vendas diretas.

    Na Fnac, outro complicador é a opção por trabalhar com a venda de eletrônicos, um segmento que exige capital de giro massivo e que, com a crise e as mudanças de hábito de consumo em direção ao ecommerce, vem desafiando até empresas com escala muito maior.

    De acordo com informações do balanço da matriz, em 2016 o faturamento da Fnac Brasil caiu 13% para €118,6 milhões (ou R$ 430 milhões na cotação de hoje). O prejuízo subiu de €2 milhões em 2015 para € 21,6 milhões (R$ 78 milhões).
    O negócio já ficava no vermelho mesmo antes do pagamento de despesas com empréstimos: no ano passado, o resultado operacional foi negativo em €18,6 milhões (R$ 67,5 milhões). Nos últimos dois anos, a operação no Brasil consumiu € 22,5 milhões em caixa, o equivalente a cerca de R$ 82 milhões.

    Nas notas explicativas do balanço, a Fnac oferece um resumo dos problemas que agora vão se avolumar nas mãos dos Herz: “Instabilidade política, crise econômica, problemas em gerenciar uma estrutura tributária complexa, os indicadores de confiança do consumidor, o aumento das taxas de juros para os consumidores e o tamanho inadequado da rede de varejo da Fnac no país são impedimentos para a recuperação do negócio.”

    http://braziljournal.com/como-a-cult...comprar-a-fnac
    Last edited by x-eteano; 25-07-2017, 05:33 AM.

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  • Stallone
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Postado originalmente por x-eteano Ver Post
    Era bom o antigo preço verde da Fnac.
    Parece que os gringos estão abandonando o Bostil.
    esse preço verde foi o que me fez ter a coleção completa de Sandman da Conrad

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  • x-eteano
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Era bom o antigo preço verde da Fnac.
    Parece que os gringos estão abandonando o Bostil.

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  • PRINCIPE ROBÔ IV
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Disso que tenho medo.

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  • José Henrique
    replied
    Re: Venda da FNAC

    RIP descontos.

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  • Alura
    replied
    Re: Venda da FNAC

    pode ser bom. pelo menos os ultimos livros que comprei, achei-os com preco imbativel na cultura, alem de frete gratis, envio rapidissimo e todas as minhas perguntas foram respondidas

    - minha unica critica eh que eles respondem aos emails dum jeito estranho, 'descolado', cheio de citacoes nada a ver mas se voce procurar no meio da tagarelice, a resposta a sua pergunta estarah lah -

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  • Joel
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Postado originalmente por SUPERPATO Ver Post
    FNACULTURA

    Tem uma banca no Centro de Maceió com o nome Fina Cultura. MACEIÓ NA VANGUARDA!!

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  • PRINCIPE ROBÔ IV
    replied
    Re: Venda da FNAC

    Postado originalmente por SUPERPATO Ver Post
    É uma pena...gostava muito da FNAC
    Também gostava muito. E compras assim, demoram de 1 a 2 anos pra ser fundidas de vez.

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