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[AVALIAÇÃO] Liga da Justiça Renascimento #1

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  • [AVALIAÇÃO] Liga da Justiça Renascimento #1




    Capa Variante



    Vivendo um de seus momentos mais delicados, a Liga da Justiça tem de lidar com a morte de seu Superman e com as consequências dela para o mundo… e ainda rechaçar uma invasão alienígena! Algo que não conseguirão fazer sem a ajuda do… Superman!


    (Justice League 1, Justice League: Rebirth)


    Revista tradicional
    17 x 26 cm
    52 páginas
    Papel LWC
    Capa Couché
    Lombada Canoa (Grampeada)
    R$ 7,50
    Distribuição Nacional
    --------------------------------------------


    Renascimento: nesse especial é o Hitch colocando sua veia roteirística para trabalhar desde o gibi LJA - Liga da Justiça América, com grandes ameaças que podem varrer a Terra da existência. É um mini-épico de proporções gigantescas. É pequeno para o escopo de apenas uma edição, mas você pode criticar a vontade a arte do Hitch (parcamente lembrando os tempos áureos aqui), porém não pode negar que o cara além de senso de narrativa ainda por cima entrega um trabalho no mínimo bom.





    Nesse especial, uma ameaça cósmica surge e começa a escrotizar com a cidade. A Liga aparece para a deter, mas o Super-Homem dos Novos 52 está morto (ver especial Superman - Fim dos Dias). Clark dos bons e velhos tempos, antes das andanças pelos Estados Unidos, fica de choramingo se deve ou não intervir. Mas quando o Super-Homem aparece, não tem pra ninguém.



    Super-Homem: tem que chegar rasgando


    A história tem toda aquela grandiloquência típica do Hitch, mas o que me preocupa é que falta um pouco do aspecto humano. Não que não tenha, afinal temos um momento tocante onde Diana lamenta a morte do Super, mas que não ficasse apenas nesses lances "novela" e algo mais emocionante. A arte do Hitch tá aquém do que já foi, uma merda não terem chamado um desenhista top pra esse grande momento da DC.






    Liga da Justiça - o gibi: aqui começa o título per se da Liga, um começo meio chochô, hein? Começa com cenas grandiosas, sem sombra de dúvida, fruto do roteiro grandioso do Bryan Hitch, mas aí é que tá... JÁ TIVEMOS ISSO NA HISTÓRIA ANTERIOR! ESCRITA PELO MESMO CARA. PRA MESMA EQUIPE! O negócio não é ruim, mas o Hitch começa a soar como um músico de uma nota só. O cara ainda tá preso ao Authority do começo dos anos 2000.




    provavelmente é assim que vai começar o filme da Liga da Justiça



    Nossa história começa com a Mulher Maravilha dando um pau em uns soldados, aí acontece um terremoto, que aparentemente está acontecendo em várias partes do mundo. A Liga começa a agir para salvar as pessoas. É um começo bem hitchniano, com os heróis salvando vidas em grandes sequências e mostrando o quanto são fodões.



    O Flash é foda


    Aí um inseto gigante cai em Gotham, pessoas ficam possuídas. Fim. Esse foi o gibi do começo da Liga da Justiça. Mais do mesmo. Grandes acontecimentos. Uma zoeira que afeta o mundo. Não que seja diferente, mas o Hitch começa mesmo todas as histórias do mesmo jeito. Na arte, um muito bem palatável Tony Daniel no lugar onde sempre devia estar: na prancheta rabiscando o roteiro dos outros e deixando pra contar a história quem pelo menos fez um curso. Esperava mais para a estréia da maior super-equipe de heróis, mas teje bão. Hoje em dia não dá pra esperar muita coisa das pessoas mesmo.






    O que dava pra esperar é que a Panini pudesse ao menos reproduzir uma capa variante bonita. No lugar da sem sal e esquecível do Joe Madureira, essa EXCELENTE capa do Yannick Paquete:


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