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[AVALIAÇÃO] - Coleção Graphic Novels DC #32 - Arqueiro Verde: O Espírito da Flecha - Parte 1

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  • [AVALIAÇÃO] - Coleção Graphic Novels DC #32 - Arqueiro Verde: O Espírito da Flecha - Parte 1

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    Oliver Queen, o destemido Arqueiro Verde, está de volta. Mas como ele sobreviveu à explosão a bordo de um avião? E por que ele não se lembra de eventos recentes? Os amigos e aliados do Arqueiro Verde na Liga da Justiça querem respostas.

    Edições originais: Green Arrow #1 a #5; The Brave and the Bold #85

    R$ 49,99
    Este é um volume que eu estava aguardando na coleção da Eaglemoss. E a espera valeu a pena, porque se trata de um gibizão, que não era publicado em terras tupiniquins há um bom tempo.

    De início, Kevin Smith não dá maiores informações sobre o retorno do Arqueiro Verde. Oliver Queen simplesmente reaparece em Star City, sem nenhuma lembrança dos últimos anos. Achei isso bacana, porque cria uma empatia imediata entre leitor e personagem, que se veem praticamente na mesma situação. Sem contar que a falta de explicações desperta curiosidade sobre como o Arqueiro Verde conseguiu voltar do além (não que isso seja um grande feito no universo dos comics).

    Além do evidente mistério sobre o retorno de Queen, o arco tem outras atrações, como o suspense em torno de um assassino de crianças agindo em Star City e a entrada em cena de Mia Dearden, que estava destinada a se tornar uma coadjuvante recorrente – e importante – da série. Mas Kevin Smith acerta mesmo é na personalidade contestadora de Oliver, que tanto o diferencia dos demais heróis da DC. Acho muito foda a parte em que Oliver paga o maior pau pro Aquaman, cobrando o fim do regime monárquico e a instituição de eleições democráticas no reino da Atlântida.

    A quantidade de texto pode incomodar os MBBistas que não conseguem ler mais do que três linhas seguidas. Eu, particularmente, acho que isso não prejudica a história, porque Smith escreve bons diálogos, além de trabalhar muito bem a interação entre os personagens.
    Faço pequenas ressalvas, como Diana receber o renascido Oliver Queen com um beijo na boca (não me lembro de ela ser tão afetuosa e aberta com os colegas de equipe), e a rapidez com que Mia deixa a condição de vítima de um relacionamento abusivo. Entendo que a guria se viu numa situação em que era reagir ou morrer, mas acho que uma reação mais passional cairia melhor. Cortar um tendão específico da mão do abusador (porque causaria uma dor/dificuldade de recuperação específica) me pareceu uma atitude muito fria e calculista para uma adolescente desesperada.

    A edição traz ainda a edição de The Brave and the Bold #85, do final dos anos 1960, que apresenta um cross entre Batman e o Arqueiro Verde. Eu me divirto muito com o clima dessas histórias antigas, mas não gosto quando elas dividem espaço com histórias mais recentes, porque o “choque cultural” é muito grande. Sem contar que a história em questão foi publicada há pouco tempo pela Panini, na coleção do Batman do Neal Adams.
    Arquivos Anexos

  • #2
    Re: [AVALIAÇÃO] - Coleção Graphic Novels DC #32 - Arqueiro Verde: O Espírito da Flecha - Parte 1

    Eu gosto da publicação dessas histórias antiga, principalmente quando se tratam de origens/primeira aparição de certo personagem e são publicadas junto a uma das versões mais recentes, tipo o que foi feito no volume de "deuses e mortais" da MM.

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