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Entrevista (velha) com Bill Watterson, criador do Calvin

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  • Entrevista (velha) com Bill Watterson, criador do Calvin

    Bill, como todos sabem, não gosta muito de falar. Acabou "fugindo" de muitas questões, depois o pessoal reclama do Moore...

    http://bizz.abril.com.br/especial/especial_220679.shtml

    ## Historicamente avesso a entrevistas, o desenhista respondeu a diversas perguntas de fãs na ocasião do lançamento de suas obras completas nos EUA. Aproveitando que o último volume delas acaba de ser publicado no Brasil pela editora Conrad (O Mundo É Mágico), BIZZ publica a tradução da entrevista. ##

    Mark Mulvey • Port Murray, NJ
    P: As aventuras de Calvin e Haroldo são similares à sua infância ou a tira é um jeito de criar histórias que você nunca viveu como criança?
    Bill Watterson: Eu diria que os aspectos ficcionais e não-ficcionais estão muito entrelaçados. Enquanto Calvin definitivamente reflete certos aspectos da minha personalidade, eu nunca tive amigos animais imaginários, geralmente fiquei longe de encrenca, ia razoavelmente bem na escola etc., então a tira não é literalmente autobiográfica. Geralmente eu usei a tira para falar de coisas que me interessavam como adulto, e é claro, muitas das aventuras foram desenhadas simplesmente porque eu achei a idéia divertida. Em cada tira a quantidade de invenção variava. Tenha em mente que tiras geralmente são escritas com uma certa dose de pânico, e eu vou criando conforme desenho. Só escrevi o que me veio à cabeça.

    Charles Brubaker • Martin, TN
    P: O que você acha dos quadrinhos desde que se aposentou, há quase dez anos?
    Bill: Demorou um pouco, mas agora eu leio os quadrinhos quase como uma pessoa normal. Não é uma grande época para os quadrinhos de jornais, mas tem algumas tirinhas que eu gosto. Poderia ser melhor, poderia ser pior.

    Meghan Bolton • Columbia, MD
    P: No quê o Calvin de seis anos de idade seria diferente hoje em comparação a 1985-1995?
    Bill: Eu geralmente tentei manter a tira relativamente desancorada do tempo. Os brinquedos de Calvin, por exemplo, eram principalmente um carrinho e uma caixa de papelão, ao invés de qualquer coisa moderna. Acho que um Calvin atual seria diferente, não porque é uma era diferente, mas porque eu penso em coisas diferentes nesse ponto da minha vida.

    Suzanne Kaufmann • Charlottesville, VA
    P: São tantas as tiras de Calvin & Haroldo com algum elemento moral/teológico que eu fico pensando em que religião você foi criado, e como isso o influenciou (por exemplo, a tira do "Ame o pecador, odeie o pecado", bem como várias tiras de Natal). Você foi criado no Catolicismo?
    Bill: Na verdade, eu nunca freqüentei nenhuma igreja.

    Ben Gamboa • Whittier, CA
    P: Muitos cartunistas jovens estão usando a internet para mostrar seu trabalho ao invés da mídia impressa, ou simultaneamente a ela, pois há menos barreiras para entrar e o meio dá liberdade para experimentos com forma, conteúdo e cor. Dada sua preocupação com o estado dos quadrinhos em jornais, o que você acha desse avanço?
    Bill: Pra ser honesto, eu não acompanho isso. A internet pode proporcionar um novo espaço para cartunistas, mas eu imagino que é muito difícil chamar atenção num mar de porcaria, atrair uma grande audiência ou fazer dinheiro. Os jornais ainda são a primeira divisão para as tirinhas... Mas eu não me preocuparia em apostar quanto tempo eles continuarão assim.

    Kodi Tillery • Kansas City, KS
    P: Já teve uma situação da vida real que acabou transpondo para algo similar entre Calvin e Haroldo? Se sim, você poderia descrever a situação e o impacto que sua tira teve - por exemplo, as pessoas reais perceberam que tinham ido parar na tirinha?
    Bill: Eu tentei não usar minha vida tão diretamente - sempre que eu começava a cruzar essa linha, parecia meio exploração. Coisas da vida real me dão assunto para trabalhar, mas daí pra frente eu invento as histórias. Fatos inconvenientes são deletados, detalhes mudam de lugar e partes completamente ficcionais são adicionadas, tudo pela necessidade da tira. Minha família certamente reconheceu o contexto de várias tiras, mas eu tentei manter as partes reais só como ponto de partida.

    Alan Taylor • Lubbock, TX
    P: Você tem sido muito resistente a se tornar uma figura pública, e eu respeito muito isso. Há algo que você gostaria de dizer aos fãs que não entendem seus desejos e por que é importante pra você não ficar no centro das atenções?
    Bill: Minha impressão é que aqueles que não entendem isso não estão nem aí pra entender.

    Matthew Atkinson • Oklahoma City, OK
    P: Que qualidades você gostaria que fossem mais comuns nas crianças?
    Bill: Bons pais!

    Timothy Hulsizer • Keene, NH
    P: Você freqüentemente cita Herriman, Kelly, Schulz e outros como inspirações nos quadrinhos. Mas quem te inspira mais no campo de pintura e impressão?
    Bill: No momento, estou prestando atenção principalmente em artistas do século XVII, mas eu estudo qualquer um que lide com as coisas com que estou trabalhando. Titian um dia, de Kooning no outro. Não era minha intenção, mas através dos anos eu juntei um razoável entendimento da história da arte dessa forma.

    Nick Samoyedny • Tarrytown, NY
    P: O que te levou a resistir a fazer merchandising de Calvin e Haroldo?
    Bill: Pra começo de conversa, eu claramente subestimei o quão popular seria mostrar Calvin urinando num logo da Ford... Na verdade, eu não era contra todo tipo de merchandising quando eu comecei, mas cada produto que eu considerei parecia violar o espírito da tira, contradizer sua mensagem e me distanciar do trabalho que eu amava. Se a minha agência tivesse desistido naquela época, a decisão teria tomado talvez 30 segundos da minha vida.

    Jonathan Fang • Riverside, CA
    P: Não só pelas características de Calvin e Haroldo, mas também por seu estilo único de arte, narrativa e layout, você parece dar ênfase ao indivíduo. Você fala para outcasts ou pessoas que não parecem se encaixar às "normas" da sociedade (eu incluído), e sem dúvida fez as pessoas se sentirem OK por serem diferentes. Era essa sua intenção quando começou Calvin e Haroldo? Como você se sente sobre individualismo e sociedade?
    Bill: Acho que uma das coisas que eu gosto no Calvin é que o fato dele se encaixar ou não no mundo exterior é quase irrelevante, pois ele não consegue evitar ser quem ele é. Claro, quando eu comecei o Calvin e Haroldo, minha intenção era simplesmente ter um emprego como cartunista. Eu tinha bem poucas grandes idéias de onde meu trabalho deveria ir antes de chegar lá, mas olhando em retrospecto, acho que a tira em geral reflete meus valores nesses assuntos.

    Meghan Bolton • Columbia, MD
    P: Já houve algo que você quis incluir mas não pôde por causa da agência, do editor ou do público? Se sim, o que era e como você lidou com a situação?
    Bill: Isso nunca foi problema. Eu não estava tentando ultrapassar esses limites.

    Jyrki Vainio • Lahti, Finlândia
    P: A maioria dos cartunistas diz preferir a espontaneidade e energia de seus rascunhos a lápis do que os desenhos finalizados em nanquim. Você tem alguma opinião sobre isso, uma vez que seu trabalho de nanquim parece ter muita energia espontânea?
    Bill: Meus rascunhos a lápis eram apenas minúsculas anotações de quem estava falando, então eu não tinha nenhuma reverência em particular por eles. No meu caso, os quadros finalizados capturavam mais o impacto visual que eu estava buscando. De fato, eu fiz o mínimo de trabalho preparatório a lápis possível, de modo que a aplicação do nanquim fosse um verdadeiro encontro de desenho, não um traço estéril de linhas de lápis. Nanquim é uma mídia maravilhosa em si.

    Dara Card • Orem, UT
    P: Há algo sobre a tira que você mudaria se pudesse voltar no tempo? (NÃO que precise mudar! Eu acho perfeita do jeito que é.)
    Bill: Bom, digamos apenas que, quando eu leio a tira agora. vejo o trabalho de um cara muito mais jovem.

    KT Misener • Ontario, Canadá
    P: Que livros você segue lendo de novo e de novo?
    Bill: Hmm. De repente eu me sinto muito vazio.
    Mark Mulvey • Port Murray, NJ
    P: As aventuras de Calvin e Haroldo são similares à sua infância ou a tira é um jeito de criar histórias que você nunca viveu como criança?
    Bill Watterson: Eu diria que os aspectos ficcionais e não-ficcionais estão muito entrelaçados. Enquanto Calvin definitivamente reflete certos aspectos da minha personalidade, eu nunca tive amigos animais imaginários, geralmente fiquei longe de encrenca, ia razoavelmente bem na escola etc., então a tira não é literalmente autobiográfica. Geralmente eu usei a tira para falar de coisas que me interessavam como adulto, e é claro, muitas das aventuras foram desenhadas simplesmente porque eu achei a idéia divertida. Em cada tira a quantidade de invenção variava. Tenha em mente que tiras geralmente são escritas com uma certa dose de pânico, e eu vou criando conforme desenho. Só escrevi o que me veio à cabeça.

    Charles Brubaker • Martin, TN
    P: O que você acha dos quadrinhos desde que se aposentou, há quase dez anos?
    Bill: Demorou um pouco, mas agora eu leio os quadrinhos quase como uma pessoa normal. Não é uma grande época para os quadrinhos de jornais, mas tem algumas tirinhas que eu gosto. Poderia ser melhor, poderia ser pior.

    Meghan Bolton • Columbia, MD
    P: No quê o Calvin de seis anos de idade seria diferente hoje em comparação a 1985-1995?
    Bill: Eu geralmente tentei manter a tira relativamente desancorada do tempo. Os brinquedos de Calvin, por exemplo, eram principalmente um carrinho e uma caixa de papelão, ao invés de qualquer coisa moderna.Acho que um Calvin atual seria diferente, não porque é uma era diferente, mas porque eu penso em coisas diferentes nesse ponto da minha vida.

    Suzanne Kaufmann • Charlottesville, VA
    P: São tantas as tiras de Calvin & Haroldo com algum elemento moral/teológico que eu fico pensando em que religião você foi criado, e como isso o influenciou (por exemplo, a tira do "Ame o pecador, odeie o pecado", bem como várias tiras de Natal). Você foi criado no Catolicismo?
    Bill: Na verdade, eu nunca freqüentei nenhuma igreja.

    Ben Gamboa • Whittier, CA
    P: Muitos cartunistas jovens estão usando a internet para mostrar seu trabalho ao invés da mídia impressa, ou simultaneamente a ela, pois há menos barreiras para entrar e o meio dá liberdade para experimentos com forma, conteúdo e cor. Dada sua preocupação com o estado dos quadrinhos em jornais, o que você acha desse avanço?
    Bill: Pra ser honesto, eu não acompanho isso. A internet pode proporcionar um novo espaço para cartunistas, mas eu imagino que é muito difícil chamar atenção num mar de porcaria, atrair uma grande audiência ou fazer dinheiro. Os jornais ainda são a primeira divisão para as tirinhas... Mas eu não me preocuparia em apostar quanto tempo eles continuarão assim.

    Kodi Tillery • Kansas City, KS
    P: Já teve uma situação da vida real que acabou transpondo para algo similar entre Calvin e Haroldo? Se sim, você poderia descrever a situação e o impacto que sua tira teve - por exemplo, as pessoas reais perceberam que tinham ido parar na tirinha?
    Bill: Eu tentei não usar minha vida tão diretamente - sempre que eu começava a cruzar essa linha, parecia meio exploração.Coisas da vida real me dão assunto para trabalhar, mas daí pra frente eu invento as histórias. Fatos inconvenientes são deletados, detalhes mudam de lugar e partes completamente ficcionais são adicionadas, tudo pela necessidade da tira. Minha família certamente reconheceu o contexto de várias tiras, mas eu tentei manter as partes reais só como ponto de partida.

    Alan Taylor • Lubbock, TX
    P: Você tem sido muito resistente a se tornar uma figura pública, e eu respeito muito isso. Há algo que você gostaria de dizer aos fãs que não entendem seus desejos e por que é importante pra você não ficar no centro das atenções?
    Bill: Minha impressão é que aqueles que não entendem isso não estão nem aí pra entender.

    Matthew Atkinson • Oklahoma City, OK
    P: Que qualidades você gostaria que fossem mais comuns nas crianças?
    Bill: Bons pais!

    Timothy Hulsizer • Keene, NH
    P: Você freqüentemente cita Herriman, Kelly, Schulz e outros como inspirações nos quadrinhos. Mas quem te inspira mais no campo de pintura e impressão?
    Bill: No momento, estou prestando atenção principalmente em artistas do século XVII, mas eu estudo qualquer um que lide com as coisas com que estou trabalhando. Titian um dia, de Kooning no outro. Não era minha intenção, mas através dos anos eu juntei um razoável entendimento da história da arte dessa forma.

    Nick Samoyedny • Tarrytown, NY
    P: O que te levou a resistir a fazer merchandising de Calvin e Haroldo?
    Bill: Pra começo de conversa, eu claramente subestimei o quão popular seria mostrar Calvin urinando num logo da Ford... Na verdade, eu não era contra todo tipo de merchandising quando eu comecei, mas cada produto que eu considerei parecia violar o espírito da tira, contradizer sua mensagem e me distanciar do trabalho que eu amava. Se a minha agência tivesse desistido naquela época, a decisão teria tomado talvez 30 segundos da minha vida.

    Jonathan Fang • Riverside, CA
    P: Não só pelas características de Calvin e Haroldo, mas também por seu estilo único de arte, narrativa e layout, você parece dar ênfase ao indivíduo. Você fala para outcasts ou pessoas que não parecem se encaixar às "normas" da sociedade (eu incluído), e sem dúvida fez as pessoas se sentirem OK por serem diferentes. Era essa sua intenção quando começou Calvin e Haroldo? Como você se sente sobre individualismo e sociedade?
    Bill: Acho que uma das coisas que eu gosto no Calvin é que o fato dele se encaixar ou não no mundo exterior é quase irrelevante, pois ele não consegue evitar ser quem ele é. Claro, quando eu comecei o Calvin e Haroldo, minha intenção era simplesmente ter um emprego como cartunista. Eu tinha bem poucas grandes idéias de onde meu trabalho deveria ir antes de chegar lá, mas olhando em retrospecto, acho que a tira em geral reflete meus valores nesses assuntos.

    Meghan Bolton • Columbia, MD
    P: Já houve algo que você quis incluir mas não pôde por causa da agência, do editor ou do público? Se sim, o que era e como você lidou com a situação?
    Bill: Isso nunca foi problema. Eu não estava tentando ultrapassar esses limites.

    Jyrki Vainio • Lahti, Finlândia
    P: A maioria dos cartunistas diz preferir a espontaneidade e energia de seus rascunhos a lápis do que os desenhos finalizados em nanquim. Você tem alguma opinião sobre isso, uma vez que seu trabalho de nanquim parece ter muita energia espontânea?
    Bill: Meus rascunhos a lápis eram apenas minúsculas anotações de quem estava falando, então eu não tinha nenhuma reverência em particular por eles. No meu caso, os quadros finalizados capturavam mais o impacto visual que eu estava buscando. De fato, eu fiz o mínimo de trabalho preparatório a lápis possível, de modo que a aplicação do nanquim fosse um verdadeiro encontro de desenho, não um traço estéril de linhas de lápis. Nanquim é uma mídia maravilhosa em si.

    Dara Card • Orem, UT
    P: Há algo sobre a tira que você mudaria se pudesse voltar no tempo? (NÃO que precise mudar! Eu acho perfeita do jeito que é.)
    Bill: Bom, digamos apenas que, quando eu leio a tira agora. vejo o trabalho de um cara muito mais jovem.

    KT Misener • Ontario, Canadá
    P: Que livros você segue lendo de novo e de novo?
    Bill: Hmm. De repente eu me sinto muito vazio.
    É fácil quando se sabe.

  • #2
    Esse cara, além de genial, tem um caráter raro e uma dignidade absurdas.
    Um puta artista, excelente roteirista e um cara que segue fielmente suas propostas.
    Esse é mestre mesmo.
    "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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    • #3
      Ouvi dizer que a revista Bizz foi pro saco de novo. Alguém confirma?
      É fácil quando se sabe.

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      • #4
        Postado originalmente por Cat power
        Ouvi dizer que a revista Bizz foi pro saco de novo. Alguém confirma?
        Acho que sim.
        Aliás, eles estavam pondo muita besteira na revista, ultimamente. Desde My Chemical Romance ("queremos atingir todo tipo de leitores" é o meu piru), Pitty, Fall Out Boy e outras coisas aê.

        O José Flávio (que é o BK da revista) e o Sadovski irão tentar fazer uma nova Bizz, acho.

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        • #5
          Postado originalmente por Desmond
          Postado originalmente por Cat power
          Ouvi dizer que a revista Bizz foi pro saco de novo. Alguém confirma?
          Acho que sim.
          Aliás, eles estavam pondo muita besteira na revista, ultimamente. Desde My Chemical Romance ("queremos atingir todo tipo de leitores" é o meu piru), Pitty, Fall Out Boy e outras coisas aê.
          Pelo contrario, foi a opção por pautas e capas na contramão do mercado que levou ao fim da bizz. A ultima edição foi a de julho, com o Los Hermanos na capa.

          O José Flávio (que é o BK da revista) e o Sadovski irão tentar fazer uma nova Bizz, acho.
          Tá rolando esse boato na comunidade da Bizz, ela vai pra Peixes e o Zé Flávio vai voltar ao comando da revista. Eu acho o cara chato pra caralho!
          Inscreva-se na ALMANACÃO, minha newsletter sobre quadrinhos > http://eepurl.com/b3_M4v

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          • #6
            Flávio e Sadovski, só os melhores. A Rolling Stones pelo jeito acabou com a bizz mesmo.
            É fácil quando se sabe.

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            • #7
              E eu pensava que essa Rolling Stones brazuca não iria vingar, ainda mais por não ter assuntos calcados só na música. Colocaram capas da Ivetão, Gisele Bündchen e Rodrigo Santoro...e foi um sucesso.

              E nem preciso falar que a RS daqui transmite "imponência" desde a capa até o tamanho do papel.



              Postado originalmente por Cat Power
              Flávio e Sadovski, só os melhores.
              Seria no mínimo inusitado uma revista feita por eles.

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              • #8
                A capa desse mês da Rolling Stone tá muito engraçada, Caetano travecão!

                E não me admira o Sadovski ser o ídolo do Aragorn, a chatice e desagradabilidade dos dois é bem parecida, até.
                Inscreva-se na ALMANACÃO, minha newsletter sobre quadrinhos > http://eepurl.com/b3_M4v

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