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[Lanterna Verde] Se alguém for assistir, poste aqui.

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  • [Lanterna Verde] Se alguém for assistir, poste aqui.

    É isso amigos...
    Apesar do tópico anterior ter sido sensacional, com a estréia do Lanterna Verde no Brasil, acho que podemos abrir um novo tópico, certo?

    Quer dizer, há quem diga que nem isso ele merece...

    Mas então, vamos lá!



    Aliás, alguém já viu em pré-estreia, cabine ou outros?
    15
    Ótimo. Eu vou construir meu próprio pouso lunar! Com bebidas e jogo! E prostitutas!
    Na verdade, esqueça o pouso e o jogo!
    Ah, que se dane tudo.

  • #2
    Por que trancaram o outro tópico e abriram esse se até agora ninguém assistiu?

    Poderiam manter os dois tópicos abertos... aquele lá pros humoristas do forum continuarem o stand-up, e esse pra quem assistiu e quiser comentar o filme postar. Seria melhor né?

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    • #3
      http://veja.abril.com.br/blog/isabel...green-lantern/

      Crítica em vídeo da Boscov.
      Foi bem menos dura do que na crítica escrita.
      Falou que THOR é pior, a sem-noção!

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      • #4
        Postado originalmente por The Amazing Atreyu
        http://veja.abril.com.br/blog/isabela-boscov/cinema/lanterna-verde-green-lantern/

        Crítica em vídeo da Boscov.
        Foi bem menos dura do que na crítica escrita.
        Falou que THOR é pior, a sem-noção!
        Falou bem da Blake Lively e do Reynolds.

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        • #5
          Ela é Bipolar então, né?
          Pq ela não meteu pau no Reynolds na critica escrita?
          ''So many of our dreams at first seem impossible, then they seem improbable, and then, when we summon the will, they soon become inevitable.”
          - Christopher Reeve (1952-2004)

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          • #6
            Postado originalmente por The Amazing Atreyu
            http://veja.abril.com.br/blog/isabela-boscov/cinema/lanterna-verde-green-lantern/

            Crítica em vídeo da Boscov.
            Foi bem menos dura do que na crítica escrita.
            Falou que THOR é pior, a sem-noção!
            Olha, eu acho que estão no mesmo nível! [Baixo]

            Mas fiquei puto com lanterna porque esperava mais.
            [

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            • #7
              Postado originalmente por Golden Age Superman
              Por que trancaram o outro tópico e abriram esse se até agora ninguém assistiu?
              Na verdade, muita gente assistiu - mas nao no cinema...rs

              Enfim, a praxe e' abrir um topico novo pra avaliar o filme - aqueles que forem assisti-lo no cinema.

              Postado originalmente por Golden Age Superman
              esse pra quem assistiu e quiser comentar o filme postar.
              Exato. E chega de "stand up".
              BEHOLD MY POWER

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              • #8
                Verei amanhã e estou esperançoso de não ser tão ruim assim. Se me divertir como Capitão América ou Thor já valeu.
                Você vai viajar para longe, meu pequeno Kal-El. Você me levará dentro de ti, todos os dias da tua vida. Tu farás da minha força a tua própria, e verás a minha vida através dos teus olhos, assim como a tua vida será vista através dos meus. O filho se torna o pai, e o pai se torna o filho. Isso é tudo o que eu... tudo o o que eu posso te dar, Kal-El. Literalmente, o filho se torna pai, o pai se torna filho... Obrigado, meu velho.

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                • #9
                  Postado originalmente por Brandão
                  Verei amanhã e estou esperançoso de não ser tão ruim assim. Se me divertir como Capitão América ou Thor já valeu.
                  NAO VAI GOTA.

                  Comment


                  • #10
                    Postado originalmente por Brandão
                    Se me divertir como Capitão América ou Thor já valeu.
                    Mas se alguém esperava algo diferente disso, é pq tem sérios problemas.

                    Comment


                    • #11
                      Só um aviso rápido e sério, to vendo neguinho dizer mimimi não vou ver na estréia, vou ver só na segunda semana, vou ver no feriado, vou ver sei lá quando.....

                      Cara, esse filme é um fisco gigante, e assim sendo, vai ficar pouquíssimo tempo em cartaz, olhem de uma vez essa merda antes que saia dos cinemas.

                      Fiquem espertos.

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                      • #12
                        A Boscov "destacou" até o I know, right?.
                        É um erro imaginar que o horror está indissoluvelmente associado à escuridão, ao silêncio e à solidão.
                        (H. P. Lovecraft)

                        Sabedoria não tem limites.

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                        • #13
                          Saiu uma das resenhas mais aguardadas pelos MBBistas:

                          Postado originalmente por Omelete
                          Lanterna Verde | Crítica
                          Altos e baixos na estreia do herói galáctico da DC Comics

                          Érico Borgo
                          18 de Agosto de 2011

                          De todos os personagens do primeiro escalão da DC Comics, o Lanterna Verde é o que tem o universo mais complexo. O super-herói, afinal, age ao lado de outros 3.600 defensores da paz na galáxia, a Tropa dos Lanternas Verdes. O escopo permite desde interações sociais na Terra até guerras espaciais entre milhares de combatentes, divididos entre facções multicoloridas que representam espectros cromáticos e emocionais.

                          Na adaptação dessa vastidão às telas, o filme Lanterna Verde (Green Lantern, 2011) é extremamente bem-sucedido. O planeta Oa, o lar dos Guardiões da Galáxia (os criadores da Tropa), é imaginativo e detalhado, assim como seus ocupantes. No cinema, os Lanternas surgem em toda a sua variedade e alguns deles recebem bom espaço de tela, especialmente Tomar-Re e Kilowog, heróis criados por CGI através de dublês por captura de movimentos e dublados por Geoffrey Rush e Michael Duncan Clarke.

                          Outro dos mais importantes personagens da série, Sinestro (Mark Strong), ganha vida através de uma elaborada maquiagem que o transforma em uma cópia perfeita dos traços do brasileiro Ivan Reis, ilustrador que trabalha há anos com a DC nos quadrinhos. Strong entrega ao personagem a dualidade e a nobreza que o ator já demonstrou mais de uma vez no cinema, especializando-se em vilões fortes e carismáticos. Melhor ainda é Peter Sarsgaard, o Hector Hammond, que se entrega ao personagem com vontade, o tornando de longe o mais real do filme. Pena que lhe sobre tão pouco a fazer no terceiro ato, mais focado em outro vilão, o Paralax.

                          Mas se no design, na qualidade da computação gráfica, na adaptação da mitologia do personagem e na seleção de elenco o longa agrada, o mesmo não pode se dizer da história. Preocupados com a complexidade do universo que deveriam apresentar e em como torná-la mais palatável ao grande público (a abrangência é a maior preocupação do cinema comercial hoje), os produtores optaram pelo caminho da adequação formulaica da narrativa. Não seria um problema grave se isso fosse realizado impecavelmente, mas Hal Jordan, o personagem central, que guia toda a história, carece de lógica.

                          O herói é apresentado como o melhor piloto de provas da Ferris Aeronáutica, um que desafia a todo instante seus medos - tema central do filme -, mas a memória do pai, morto em um acidente durante um teste, é a barreira entre Hal e o que ele pode se tornar, o homem que pode ser. O problema é que isso é trabalhado com mão extremamente pesada pelo roteiro. Os conflitos de Hal ficam apenas na superfície e não fazem muito sentido (por que ele não teme voar até perder o controle mas tem medo de puxar a alavanca do assento ejetor?), e o diretor Martin Campbell, que deixou claro estar ali pelo tamanho do cheque (leia em nossa entrevista) e não tem qualquer afinidade com a obra original, nada faz como cineasta para mudar isso. O texto cria as situações de conflito para resolvê-las com falatório. Hal Jordan deixa a Tropa em Oa de maneira um tanto inexplicada e incoerente com sua apresentação e, ao invés de aprender lições sobre amadurecimento e responsabilidade a seguir (cadê o assassino do Tio Ben quando precisamos dele?), simplesmente ouve da ex-namorada, Carol Ferris (Blake Lively), em uma sequência tediosa, o que precisa para seguir adiante. Sermão de auto-ajuda super-heróica. Essa solução é repetida algumas vezes, com a obviedade do discurso sobrepujando-se aos recursos do cinema. Vilões adoram explicar seus planos, mas em Lanterna Verde essa é uma característica do grupo (que ganha até um narrador para deixar tudo ainda mais claro).

                          Ryan Reynolds, o intérprete de Hal, teria até sido uma boa escolha. Ele é ótimo para viver sujeitos levemente arrogantes como o personagem, que já passou por fases motivadas por esse sentimento. Mas parece que o peso da responsabilidade foi demais. A atuação de Reynolds é exagerada quando não deve e apagada quando ele precisa efetivamente assumir a responsabilidade pelo drama. Falta ao ator também o carisma necessário para levar um herói pouco conhecido ao grande público (ele passa longe de um Robert Downey Jr., afinal).

                          Completa a lista de equívocos o grande vilão do filme, Paralax. Aposta ousada dos produtores, por tratar-se de uma entidade/criatura que nos quadrinhos foi criada para arrumar erros editoriais da série, o monstro que se alimenta de medo é cartunesco, um equívoco de design e um oponente sem personalidade. Tremendo desperdício de potencial, especialmente se considerarmos que Hammond, que foi solenemente abandonado ao final, fora tão bem construído. Se houvesse uma espécie de fusão entre ele e a massaroca superpoderosa chamada Paralax teríamos uma ameaça verdadeira, uma fusão significativa dos problemas de Hal em nível galáctico (suas obrigações para com a Tropa) e terrestre (seus demônios interiores e o drama). Seria um desvio em relação aos quadrinhos, mas nada impediria que Paralax fosse extraído de Hammond depois, algo que vai ao encontro das propriedades "infecciosas" da entidade.

                          Recentemente, um poderoso executivo da indústria do cinema declarou que "história não importa" e que o investimento em marketing e efeitos é a força motriz de qualquer blockbuster. Se fosse mesmo o caso, Lanterna Verde teria enchido os cofres da Warner Bros. De qualquer maneira, existe o que salvar aqui. O universo está criado, há bons personagens estabelecidos e o gancho ao final é emocionante para qualquer fã. Há futuro para Lanterna Verde no cinema. Basta que um diretor mais interessado na obra original assuma o cargo. Pena que o estrago já foi feito... e não foi pequeno em termos de bilheteria.


                          Lanterna Verde
                          Green Lantern
                          EUA , 2011 - 114 min.
                          Ação / Ficção científica


                          Direção: Martin Campbell

                          Roteiro: Greg Berlanti, Michael Green, Marc Guggenheim, Michael Goldenberg

                          Elenco: Ryan Reynolds, Blake Lively, Peter Sarsgaard, Mark Strong, Tim Robbins, Angela Bassett, Jay O. Sanders, Taika Waititi, Temuera Morrison, Geoffrey Rush, Michael Clarke Duncan, Warren Burton, Salome Jens, Clancy Brown

                          Nota: Regular (2 Ovos)
                          É um erro imaginar que o horror está indissoluvelmente associado à escuridão, ao silêncio e à solidão.
                          (H. P. Lovecraft)

                          Sabedoria não tem limites.

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                          • #14
                            Saiu outra também bastante aguardada:

                            Postado originalmente por REF
                            Estreia – Lanterna Verde

                            Lanterna Verde (Green Lantern) EUA, 11. Direção de Martin Campbell. 114 min.



                            Com Ryan Reynolds, Peter Sasgaard, Blake Lively, Mark Strong, Tim Robbins, Angela Bassett, Jon Tenney, Jay O Sanders, Mark Doyle. Warner.

                            Este foi uma das decepções da temporada nos EUA, onde já estreou há algumas semanas (o atraso não é por causa disso, mas porque não havia espaço nos cinemas) com críticas na maior parte negativas e rejeição por parte dos fãs dos quadrinhos (que são fundamentais neste tipo de projeto). De tal forma, que custou entre US$ 150 e 200 milhões e não passou de 115 nos EUA.

                            A performance no resto do mundo é irregular, mas um pouco melhor, ainda assim em princípio, já está cancelada a continuação (que estava prevista para ser rodada ano que vem), a não ser que seja um estouro em DVD e VOD (o que não é provável).

                            De qualquer forma, já se fala que a carreira do ator Ryan Reynolds, que faz o papel central, está em crise (depois de muita badalação em cima de sua musculatura bombada). Talvez o problema para os fãs seja o grande número de mudanças na trama original dos quadrinhos (que são muito antigos e, por isso, tiveram diferentes situações e mesmo heróis, já que Lanterna não é apenas uma pessoa, mas uma espécie de título que é compartilhado (no entanto, o filme aqui acaba dando uma oportunidade para a continuação, já que um dos principais personagens dá uma virada).

                            Eu confesso que não conhecia o Lanterna nem da infância e a impressão que tive do filme é que parecia mais desenho animado, digo animação, já que grande parte dele se passa no espaço sideral (até com momento à la Star Wars) com o Lanterna voando, vestindo uma roupa fosforescente (no caso criada por efeitos, daí o alto custo do filme) e os alienígenas usando maquiagens elaboradas. Por isso achei a história confusa meio difícil de seguir porque apresenta situações desconhecidas para mim e certamente o espectador leigo (tem muita narração off para ajudar a entender).

                            Mas basicamente se torna Lanterna Verde aquele que for escolhido por um anel também (o problema com a Lanterna é que ela precisa ser recarregada como uma bateria) e se torna assim um defensor do universo galáctico, contra as forças do mal! Verde é a cor da força de vontade e a moral simples da história é que não se pode e não se deve nunca ter medo de nada (o super vilão usará essa força do medo a seu favor).

                            O escolhido é um piloto de provas Hal Jordan (Ryan) que o roteiro faz questão de deixar claro é petulante, egoísta, destemido e antipático (um flashback tenta explicar isso porque ele viu a morte do pai na explosão de um avião, quando corria para tentar salvá-lo). Mesmo quando se transforma no super-herói não chega a mudar tanto assim porque o roteiro quis dar algumas piadinhas para Ryan Reynolds, que era mais conhecido como humorista (eu continuo a implicar com seus olhos muito juntos, que não lhe dão o ar de inteligência).

                            Os críticos americanos reclamaram muito do enredo (onde vários meteram a mão, mas foi usado basicamente um que havia sido escrito para Jack Black, que perdeu o papel por causa da reação negativa dos fãs) que acharam que é genérico e faz uma mistura de vários outros blockbusters.

                            Estão certos, mas isso incomoda mais diante da profusão de efeitos em geral esverdeados que me interessam mais quando ocorrem na Terra (como o bem elaborado acidente com helicóptero que é a primeira ação do Lanterna). O filme é ajudado por um elenco de apoio bom, onde Tim Robbins (mais gordo, custei a reconhecer) como um político, pai do vilão terráqueo (Sasgaard), um cientista que vira uma figura monstruosa e maligna quando fica contaminado pelo antigo Lanterna que cai na Terra (outra figura bem-vinda, embora em papel ruim, é Angela Bassett, enquanto Blake Lively fica melhor morena como o interesse romântico).

                            Quem dirige é o veterano dos filmes de James Bond Martin Campbell e o filme, embora seja inferior a outros desta safra, pode interessar aos mais jovens e crianças.

                            Fonte: REF
                            Here we are, born to be kings
                            We're the princes of the universe
                            Here we belong, fighting to survive
                            In a world with the darkest powers...

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                            • #15
                              O pessoal do Terra está manjando tanto que até agora está usando uma imagem fake.

                              À procura da assinatura perfeita
                              _______________________________

                              Se retirarem o e o o MBB acaba.

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