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Estudos de Personagens Infantis

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  • #31
    Cores vivas são legais. E, portanto, vamos usa-las.

    Eu pensei no seguinte título pra história:

    "O Menino Que Morava na Cabeça Da Morte".
    Mas ainda preciso de alguns ajustes.
    "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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    • #32
      Muito bem, turminha.
      A idéia é esta:

      "Numa escola qualquer, um bando de alunos está zoando com uma menina por ela ter o cabelo diferente.
      Após ser bastante zoada, ela fica num canto chorando, enquanto que a os 'bullies' vão embora.

      Um menino, que também é constantemente zoado, chega pra ela e a ajuda a se levantar.
      Nesse momento ele se apaixona perdidamente por ela, mas sem saber nada desse sentimento.

      A menina parece perceber esse sentimento mas não diz nada a respeito.
      Ela agradece a ele e lhe faz uma proposta:

      'Você quer trabalhar comigo?'

      Ele fica desconcertado e confuso, pois a pouco estava procurando emprego: sua mãe mal lhe consegue sustentar e seria uma boa oportunidade de ganhar um dinheiro.

      Ele pergunta do que se trata o trabalho e ela diz algo como:
      'A gente só precisa ajudar umas pessoas a passar por uma porta'.

      'Só isso?'
      'Sim.'
      'É pra ajudar os outros?'
      'As vezes. Nem todos querem passar pela porta. Mas você faz eles passarem mesmo assim.'

      Ela desconversa, fala dos benefícios, do plano de saúde, ensino profissionalizante, acomodações e do salário tentador.

      Ele concorda, feliz só com o simples fato de não ter que morar mais com a mãe, assinando um contrato em pergaminho.

      Desse dia em diante, esse menino passa a ter dupla identidade: na escola ele é um aluno comum.
      Mas quando ele sai da escola, sua casa é a cabeça da morte.
      Sua profissão: auxiliar de passagem."

      Vai ser legal quando o menino guiar o Trem da Morte.
      "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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      • #33
        O público-alvo dessa estória tem a maturidade pra entender a "morte" do título, a ponto deles(e seus PAIS) escolher o livro entre outros do gênero infantil?
        Sair de casa é superestimado.
        Almanaque de Anorak,
        Capítulo 17, verso 32

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        • #34
          Postado originalmente por Mr. Zanini
          O público-alvo dessa estória tem a maturidade pra entender a "morte" do título, a ponto deles(e seus PAIS) escolher o livro entre outros do gênero infantil?
          Pois é, minha patroa perguntou a mesma coisa.
          E o que eu disse pra ela eu digo pra você:

          Se você, como autor, quer fazer algum tipo de trabalho minimamente diferente e que tenha algum pingo de destaque, precisa escolher entre duas opções:

          Ou canibalizar elementos estéticos de personagens famosos e conhecidos sem fazer nenhuma grande mudança em termos de conceito ou idéias...

          Ou ousa.
          Arrisca.
          Chuta o balde mesmo.

          A questão aí está mais na liberdade de expressão e criação do que necessariamente na adeqüação do personagem pra torna-lo aceitável aos pais.

          Eu sempre acreditei que a maior "missão" da gente como autor é forçar a barra. Claro, não dá pra enfiar lolicon gore num álbum de figurinhas mas nada te impede de brincar com o tema, por mais que este seja indigesto e mesmo incompreendido pelos adultos.

          Prá contornar isso existe sua criatividade, né? Existe seu "feeling" pra não pisar nos calos alheios mas não perder a essência de sua proposta criativa e nem sua premissa como autor "ousado".

          Pra mim o tema é normal como qualquer outro mas eu tô ligado na caretice vigente, na censura prévia do papai e da mamãe.

          Por isso eu vou apelar para alguns recursos técnicos e contornar esse policiamento, passando o que quero sem que Papai do Céu perceba.

          Guentaí!
          "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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          • #35
            Com "Morte" no título, acredito que o senhor terá que sambar muito para fazer os pais escolherem esse livro ao invés do Ursinho Teddy na Terra do Algodão Doce ou algo que o valha! Seu livro gerará perguntas que os pais podem não estar com saco o suficiente para responder Zé... E muitos deles há tempos não dão uma pirocada em paz por causa da prole, logo, eles querem mesmo é entreter os moleques para ter um minuto de paz! :P
            Sair de casa é superestimado.
            Almanaque de Anorak,
            Capítulo 17, verso 32

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            • #36
              Postado originalmente por Mr. Zanini
              Com "Morte" no título, acredito que o senhor terá que sambar muito para fazer os pais escolherem esse livro ao invés do Ursinho Teddy na Terra do Algodão Doce ou algo que o valha! Seu livro gerará perguntas que os pais podem não estar com saco o suficiente para responder Zé... E muitos deles há tempos não dão uma pirocada em paz por causa da prole, logo, eles querem mesmo é entreter os moleques para ter um minuto de paz! :P
              Entendo o que você quer dizer.
              Realmente, com um título desses fica complicado e causa um certo nojinho.

              Mas aí que tá, Zanini: se a gente não forçar a barra nas coisas, de que adianta fazer, né?
              Olhaí quanta merda, olhaí quanta bosta que vem sendo produzida.
              Desde o ursinho Teddy ao Piçirico, da Welta ao Homem Aranha, é tanta besteira, tanta caretice que chega a dar náusea.

              Só que felizmente, pelo menos por enquanto, tem gente inteligente neste mundo.
              Você, por exemplo, saca a diferença das coisas, percebe que não se trata de apologia de coisa alguma e que é só uma história que usa uma temática menos batida. Mas é só.

              É pra pessoas inteligentes como você que eu escrevo.
              Não pro Canibal, nem pra Sandra Monte, nem pro Nagado e nem pro Helcio de Carvalho da Mythos.
              Escrevo pra quem tem discernimento e que quer se divertir, sabendo qual é a minha premissa.

              A turma vai perguntar, é verdade.
              Daí eu respondo, uai.
              "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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              • #37
                Com uma estória infantil tendo como premissa um garoto que carrega uma passagem para o mundo dos mortos, eu imagino lendo ela para um filho após o falecimento de um parente, para que entenda de uma forma tranquila essa parte da vida sem apelar ao velho clichê do "foi morar no céu"!

                Sinceramente, não vejo necessidade de chutar o balde no seu caso, pois tem dois trechos fabulosos de Elementais que não apelam para temas pouco convencionais, e cuja qualidade é atemporal! O primeiro é a conversa da menina com pássaros no telhado, que é difícil lê-la e não imaginá-la animada na tela de um cinema. O segundo é a cena dos doces embrulhados com asa de fadas, que seja criança ou adulto, é impossível não soltar a imaginação na riqueza de detalhes de seu consumo! Particularmente, essa parte me lembrou de uns biscoitos que minha avó faz cuja sensação em comê-los não é muito distante das personagens do livro... Em outras palavras, pode-se dizer que esse trecho do livro foi uma versão açucarada e bem sucedida do filme Tampopo^_^!

                Voltando a questão, a força desses trechos que citei tem uma mágica capaz de transformar o adulto e a criança em iguais durante a leitura, e apesar da sua veia criativa não precisar(como já expliquei), se querer chegar a esse patamar usando a morte como um dos ingredientes, sinceramente, SOIS UM GÊNIO!
                Sair de casa é superestimado.
                Almanaque de Anorak,
                Capítulo 17, verso 32

                Comment


                • #38
                  Postado originalmente por Mr. Zanini
                  Com uma estória infantil tendo como premissa um garoto que carrega uma passagem para o mundo dos mortos, eu imagino lendo ela para um filho após o falecimento de um parente, para que entenda de uma forma tranquila essa parte da vida sem apelar ao velho clichê do "foi morar no céu"!
                  É que é meio foda pensar em termos de como as pessoas vão reagir ou usar a idéia do livro.
                  Acredito que a minha função como escritor/autor/artista/punheteiro é contar uma história.
                  Tá certo que o lance comercial tem peso disso e daquilo mas a premissa maior e que deveria permear a vida de todo autor é dizer o que precisa dizer o que pensa.
                  E, se possível, fazer alguma diferença nas coisas, não apenas esteticamente (pois isso é o mais fácil e o que todo mundo) mas em termos de idéias e propostas.

                  Acho que só pelo fato de estar mexendo com a Morte, mais um pouco de Surrealismo, e jogando tudo na temática do super-herói, eu já mudei meio mundo de coisas.

                  O mais legal de tudo, Zanini, é a idéia.
                  Sinceramente, não vejo necessidade de chutar o balde no seu caso, pois tem dois trechos fabulosos de Elementais que não apelam para temas pouco convencionais, e cuja qualidade é atemporal! O primeiro é a conversa da menina com pássaros no telhado, que é difícil lê-la e não imaginá-la animada na tela de um cinema. O segundo é a cena dos doces embrulhados com asa de fadas, que seja criança ou adulto, é impossível não soltar a imaginação na riqueza de detalhes de seu consumo! Particularmente, essa parte me lembrou de uns biscoitos que minha avó faz cuja sensação em comê-los não é muito distante das personagens do livro... Em outras palavras, pode-se dizer que esse trecho do livro foi uma versão açucarada e bem sucedida do filme Tampopo^_^!
                  Puta que me pariu!
                  Você não sabe como eu fico satisfeito com suas palavras!

                  Eu sempre tive a convicção que um bom autor é aquele que pega o leitor pela mão e leva ele pra passear.
                  Normal.
                  Mas o autor excepcional leva o leitor pra passear e o leitor VIAJA!

                  Sei lá, é técnica misturada com narrativa e temática estranha mas no final funciona e a coisa vai embora.
                  Voltando a questão, a força desses trechos que citei tem uma mágica capaz de transformar o adulto e a criança em iguais durante a leitura, e apesar da sua veia criativa não precisar(como já expliquei), se querer chegar a esse patamar usando a morte como um dos ingredientes, sinceramente, SOIS UM GÊNIO!
                  Zanini...

                  Quem é, é.
                  Quem não é, não é.

                  Eu gosto de me desafiar. Gosto de forçar a barra da criação.
                  Se vai funcionar eu não sei, pois eu preciso sentir tesão, preciso me apaixonar pelo personagem.
                  Se rolar na hora, beleza. Se não rolar, a gente dá um jeito.

                  As passagens que você citou no livro dos Elementais eu estava completamente apaixonado pelo momento.
                  Por isso funcionou.
                  "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

                  Comment


                  • #39
                    Eu não gosto do design gráfico de Pucca.
                    Acho muito rígido. Muito artificial.

                    Comment


                    • #40
                      Postado originalmente por Mohamed
                      Eu não gosto do design gráfico de Pucca.
                      Acho muito rígido. Muito artificial.
                      Mas hoje em dia tá tudo assim, habib.
                      Tem que pensar tudo em termos de indústria.
                      E como quase tudo é feito visando a animação e os brinquedos, os projetos comerciais apelam ou pra simplicidade exagerada (no caso da Pucca) ou para a sofisticação alucinada e falsa (tipo Final Fantasy).
                      Eu acho ambos uma merda mas aprendi a tentar buscar a idéia que o design passa.

                      Você pode ter um design simples e fraco mas com uma boa idéia e um design sofisticado e trabalhado mas com uma idéia vagabunda.
                      Pior ainda!
                      Com uma proposta de consumo extremo e estúpido.
                      "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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                      • #41
                        Mas o que eu achei mais legal na arte conceitual das personagens é que elas poderiam ser facilmente convertidas em "bichos" de pelúcia.

                        BK, criar num produto pensando em brinquedos, filme, desenho animado, disco, shampoo e nuggets de frango é, realmente o padrão atual dos grandes produtores.

                        Porém, eu sou a favor da idéia que um produto educativo de qualidade viável e a criação das bugigangas vendáveis é reflexo da qualidade artística desse produto.

                        Acho que se seu conceito for bom de verdade, as empresas é que vão te procurar e elas é que vão desenvolver os produtos.
                        Muitos dos quais, você ainda nem pensou.

                        Comment


                        • #42
                          Postado originalmente por Mohamed
                          Mas o que eu achei mais legal na arte conceitual das personagens é que elas poderiam ser facilmente convertidas em "bichos" de pelúcia.
                          Fico contente que tenha gostado.
                          Cá entre nós, eu não dou muito valor ao design dos personagens. Acho importante, senão fundamental, ter uma preocupação com ele porque, no final das contas, estamos lidando com a indústria de entretenimento e cultura pop. E nós, que mexemos com quadrinhos, precisamos SEMPRE visualizar as coisas que criamos nesse formato.
                          Senão caímos nas cagadas da CQB ou nos delírios conformistas dos Doze Pãezinhos.

                          Só que eu sou um autor que tenta ser um pouco diferente nessa postura.
                          Eu acredito muito no que disse o Henfil: o desenho deve ficar submisso à idéia.
                          Não adianta nada você ter um desenho maravilhoso de magnífico ou mesmo podre de mal feito se a idéia por detrás dele for banal ou mesmo nula.
                          Na verdade eu acho que uma idéia podre junto com um desenho podre é o maior de todos os fracassos pois mostra que além de não saber desenhar, o autor não sabe criar, quanto mais pensar.

                          É o "double fail" comum no Canibal, Yabu e até no Mauricio de Souza.

                          Eu me cago de medo dessa condição porque me cobro muito, me cobro demais e se a idéia que crio não ser 100% aproveitável ou minimamente interessante - não para mim como autor mas para o meu semelhante que me lê - eu nem toco nada pra frente.
                          Acho que se eu trabalhasse com uma criação qualquer, me sentiria péssimo e com certeza não sairia uma história legal, como rolou no Mundos Sem Sol e nos Elementais.
                          BK, criar num produto pensando em brinquedos, filme, desenho animado, disco, shampoo e nuggets de frango é, realmente o padrão atual dos grandes produtores.
                          Você foi muito feliz com seu comentário.
                          Por um lado esse planejamento pode ajudar a tornar viável o processo de continuidade do personagem, quem sabe eternizando-o ou pelo menos tornando-o conhecido através de outras mídias.

                          Mas de novo eu bato na tecla: não adianta nada um desenho simples mas com altíssimo apoio de marketing se por detrás dele não existe idéia nenhuma que empurre a indústria pra frente.

                          É fácil ser superficial, é moleza ser banal mas pro autor comprometido com os próprios ideais, é dificílimo atrelar ao desenho uma idéia pelo menos revigorante pro pensamento do leitor.

                          Tá certo que existem "N" fórmulas fáceis de sucesso... mas são fórmulas.
                          Elas não têm autenticidade.
                          E eu tento ser autêntico.
                          Talvez até meio que desesperadamente...
                          Porém, eu sou a favor da idéia que um produto educativo de qualidade viável e a criação das bugigangas vendáveis é reflexo da qualidade artística desse produto.
                          Aí você está mexendo com dois conceitos: educação (didático) e qualidade artística.

                          O produto didático ou para-didático é uma das coisas mais fáceis e banais de ser produzida, em termos criativos. É tão fácil que chega a ser ofensivo porque o autor está gerando lixo, porcaria de consumo Pop imediatista e com profunda banalidade.

                          Dá dinheiro? Dá. O editor gosta? Sim. Papai e mamãe compram? Ô, e não?
                          Você vai num mangá japonês mensal, daqueles biteludos, e tem lá 100% de produção nesse sentido.

                          Só que tal produção é feita em linha-de-montagem. É robozinho batendo prensa e mudando um molde aqui, uma base acolá, aquela ou esta cor e pronto. Sem falar nos rip-offs, nas cópias baratas e nas imitações tosqueiras.
                          Pra indústria isso é bom mas pro autor que quer dar seu recado e fazer alguma coisa minimamente diferente, fode tudo.
                          Acho que se seu conceito for bom de verdade, as empresas é que vão te procurar e elas é que vão desenvolver os produtos.
                          Muitos dos quais, você ainda nem pensou.
                          Pois é, habib, o problema é que todo o sistema é baseado em critérios industriais de produção em massa.
                          Massifica-se a criação, a produção, a confecção, distribuição, consumo...

                          É fácil criar uma coisa simples pra agradar a indústria Pop. Em termos de Brasil não é tão fácil assim porque os canais de acesso aos caras que decidem são praticamente inexistentes.

                          Mas nesse processo de subserviência à industria você mata a autenticidade e vira... Mais um.
                          "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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                          • #43
                            Esse visual foi chupado de um antigo game da nintendo: bomberman.
                            Ou seja, mais do mesmo.

                            Quem sabe se fizer uma linha de action figures fazendo atividades como defecar, urinar e vomitar talvez atinja o publico do mercado de sex shops sado-masô do japão, BK.

                            Boa tentativa e boa sorte na próxima!
                            Day, hour, minute... man.

                            Comment


                            • #44
                              Isso é muito relativo.

                              Crumb foi pioneiro em usar bichinhos fofinhos em situações violentas ou sexuais.

                              Mas se você criar um coelinho assaltande numa cidade violenta de criaturas zoomorficas, todo mundo vai falarr que tu ta imitando Happy Tree Friends.

                              Comment


                              • #45
                                Postado originalmente por Capitão Jabá
                                Esse visual foi chupado de um antigo game da nintendo: bomberman.
                                Ou seja, mais do mesmo.
                                Na verdade não.
                                Eu nem pensei no Bomberman quando sugeri a minha senhora fazer esses personagens.
                                Mas você certou no que não viu: os personagens são simples que nem o Bomberman exatamente pela facilidade de se trabalhar com eles em termos de desenho.
                                Quem sabe se fizer uma linha de action figures fazendo atividades como defecar, urinar e vomitar talvez atinja o publico do mercado de sex shops sado-masô do japão, BK.
                                Eu pensei seriamente em fazer personagens gore.
                                Taí South Park e Happy Tree Friends que não me deixam mentir.
                                Mas não creio que eu me sentiria bem em lidar com o tema continuamente, nem sei se os eventuais clientes bancariam a parada.
                                Postado originalmente por Mohamed
                                Crumb foi pioneiro em usar bichinhos fofinhos em situações violentas ou sexuais.
                                Verdade.
                                Mas se você criar um coelinho assaltande numa cidade violenta de criaturas zoomorficas, todo mundo vai falarr que tu ta imitando Happy Tree Friends.
                                É inevitável fazer comparações.
                                Porque não existe nada de original em termos de estética.
                                Mas é como eu disse, o que diferencia a parada é a idéia.

                                Idéia é tudo, estética não é lá tudo isso. Pelo menos não mais.
                                "AVATAR E ASSINATURA REMOVIDOS POR ULTRAPASSAREM O LIMITE DE 30KB"

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