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Justiça ou Vingança?! (sexo e violencia) Atualizado 05/03

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  • Justiça ou Vingança?! (sexo e violencia) Atualizado 05/03

    1 - Negocio Arriscado


    É a segunda vez que o carro da PM passa, e desta vez, ele para no posto de gasolina parece esperar algo ou alguém. Vendo um gordinho com cara de Paraíba vir meio apressado do outro lado da rua, confirma o que penso.
    Ele para ao lado do carro e conversa com os Srs. Policiais, deixando algo cair dentro do carro.
    Quanto deve ser a atual mesada deles?
    Acho que deixaria qualquer adolescente com inveja.
    Quando eles foram embora, o gordinho atravessa a rua novamente e volta no ponto do bicho.
    Meia hora depois passam mais dois carros da PM e a mesma coisa ocorre.
    Não estou os vigiando, quero outro peixe.
    Começa a chover dando motivo das pessoas se protegerem em bares e beberem mais do bebiam, e a desculpa ‘’ é o frio ‘’ sempre sai da boca acompanhada do bafo de chopp.
    O peixe em questão ou anfíbio, falando corretamente, desce o morro e vende alguns papelotes de cinco ou dez.
    Quando fica vazio o bar, ele vai para a próxima rua e uma garota pálida lhe mostra dinheiro querendo um pouco do branquinho. Eles se assustam quando chego, a reação do João sapo é pegar uma faca e colocar no pescoço da garota que se debate ao ver a faca ou minha mascara.
    A chuva deu uma parada, eu falo:
    -Há quanto tempo, sapo?- digo chegando perto deles.
    -Fica longe mané ou eu furo ela!- a faca esta junto às costelas dela.
    -Qual é sapo o que te fiz para ficar tão nervoso?- essa saiu sem pensar-vai machucar a garota.
    -Vai toma no cú, cara!- grita e a garota chora - tá tirando onda?- ele leva a faca ao pescoço dela - você me deixou de molho um tempo com aquela de enfiar a chave de fenda no meu joelho!
    -Convenhamos que você me provocou atirando em mim - gesticulo, mas não tiro a atenção dele que encosta mais a faca na garota -e não foi uma chave de fenda foi uma chave de Philips.
    -Vamos fazer o seguinte, eu deixo você ir e a garota fica, que tal?- sapo nem responde corre que nem um louco e some entre os ônibus na rodoviária.
    A garota chora caída no chão ofereço a mão para ajudá-la a se levantar, limpo suas lagrimas e levanto seu rosto para falar:
    -Se vê-la aqui de novo juro que faço todos do morro, de larápios á traficantes lhe fazerem uma ‘’visita’’ e repetirem a dose se quiserem, entendeu?- ela balança a cabeça e corre na direção contraria a do sapo.
    Essa não aparece tão cedo por aqui.
    Agora voltemos ao puto do sapo.
    Fiquei sabendo que ele anda bancando, ou pelo menos tentando, ser um traficante grande e comprou um pouco de ‘’doce’’ dos portugueses e o pior comprou por prestação.
    Idiota e infeliz imbecil.
    Dei uma checada e vi que era verdade, mas o divertido nisso tudo que não só confirmei como achei a droga.
    Qual traficante é idiota o bastante para deixar a droga escondida em casa e o sobrinho viciado tomando conta?
    E todos no morro gritam... Sapo!
    Bem, eu gostaria de ver a cara dele quando chegar em casa e ver o fogo lambendo tudo.
    Sobrinho e drogas presos dentro do armário e alguém esqueceu um cigarro aceso junto com vários papelotes sobre algumas caixas de papelão.
    Maldade de quem fez isso!
    Se passa dois dias e só descubro o paradeiro do sapo quando vejo em um jornal do povo um corpo esburacado e o titulo da reportagem que diz:
    ’’Não pagou, levou...Chumbo’’.



    2-Justiça.


    #@#@$#*, como isso é irritante!
    A cantoria dos crentes me deixa puto, ver o Pastor passar a cesta me irrita muito mais, não posso fazer nada por enquanto não até achar o garoto.
    Esse safado jogou acido na namorada após ela terminar com ele. Tive que quebrar alguns dedos para saber onde ele se escondia, eu não sabia que crentes poderiam falar tanto com os dedos sendo quebrados.
    A igreja enche cada vez mais e o cheiro de vela mais o perfume desse pessoal, é horrível.
    Eu sei que o garoto veio para cá, precisa de dinheiro e aqui ele com certeza vai conseguir.
    O Papai dele é o Pastor daqui.
    Talvez se eu vigiar o sacana do Pastor contar o dinheiro e separar as notas altas e colocar no bolso, eu ache o filho.
    Dou uma vasculhada no lugar, tem muitos quartos.
    Vejo o pastor passar e entrar em uma sala. Eu o fico perto da porta e escuto ele discutir com alguém.
    Eu saco que é o garoto e bato na porta, adoro fazer o que irei fazer, alguém segura a maçaneta e pergunta quem é.
    Dou um chute na porta e arremesso o pastor longe.
    O garoto corre e joga as coisas no caminho, como isso fosse me atrapalhar, corro não perdendo ele de vista dobrando o corredor que ele entra e...Estamos no palco cercado por...Fieis.
    Ele passa pelas pessoas, empurrando e gritando.
    Os seguranças vêm direto para cima de mim.
    O primeiro nem viu que pego o castiçal e o acerto bem na cara, o segundo vem e me segura. Levanto os braços e me abaixo acertando os ovos dele. Esse vai tirar licença medica.
    Quando estou quase saindo do palco dou de cara com o pastor de novo, esse tenta me dar uma porrada, desvio e o seguro pelo cabelo e puxo lhe dando uma joelhada.
    Sinto os dentes dele quebrando em meu joelho.
    Corro para fora dali e não vejo o garoto, me atrapalhei e o perdi.
    Que m&#[email protected]!
    Ele deve ter ido pegar o carro, mas vai ter uma surpresa quando ver que o carro não vai andar muito com os quatro pneus furados.
    Quando chego, ele está parado em frente ao carro dizendo:
    - Ela era uma %$#@, estava me traindo – repetindo sem parar e com a arma na mão.
    - Olha, garoto – vou chegando perto dele- Não estou com saco para esse joguinho, me dá essa arma, e eu deixo a policia cuidar disso, que tal?
    Ele olha para mim, e pensa na proposta...ou sei lá no que!
    $%& @-$&!
    O pego pelo pulso e puxo para mim, dou uma cotovelada em seu nariz que jorra sangue para todo lado.
    O jogo contra o chão e me ajoelho sobre as costas dele, puxo o braço e torço deslocando o ombro dele, que grita sem parar.
    Ele acaba apagando.
    - Agora, você me deixou na duvida se deixo você para a policia ou não – agarro o cabelo dele – estou muito tentado a fazer uma sacanagem com você!
    Levo-o dentro da mala do carro e vou até um condomínio de prédios, assim que vi o pai da garota falando na TV que mataria o puto quando o visse, eu achei que seria uma boa fazer isso. Todo pai adoraria fazer isso.
    Tiro o garoto de dentro da mala, bem amarrado para não dar trabalho. Quando as pessoas me vêem com ele começam a chegar perto. Jogo ele no chão e entro no carro de novo.
    Quando estou saindo com o carro vejo o pai da garota e mais algumas pessoas chutando o safado.
    Eu poderia ter feito isso, mas me daria uma satisfação melhor ver quem tem o direito de fazer isso, fazendo.




    3- Tudo errado.

    Bastou anoitecer e a rua parece uma feira de peixe, só que os peixes são diferentes tipos de drogas e os compradores não são velhinhas procurando pagar mais barato.
    Eles gritam oferecendo seus produtos e disputam por seus clientes, é uma piada a cara de pau desses caras. O baile funk começa e a chegada de carros importados não assusta nem impressiona ninguém já que o dono do morro tem uma Mercedes do ano.
    A vontade é explodir a rua, mas não posso fazer isso...Não tenho uma bomba grande o suficiente.
    Os dois que estou vigiando estão no bar a alguns metros da boate, se é que posso chamar aquilo de boate, bebendo e esperando.Eles são soldado e cabo de um quartel aqui perto.
    São velhos conhecidos das redondezas, agora são do exercito e arrumaram um ‘’hobby’’, roubar armas do quartel e vender para velhos amigos.
    O segurança da boate faz sinal para eles que pagam a conta e atravessam a rua e esperam junto à rua.Um opala para perto deles com dois dentro, agora são quatro.
    Pego meu carro e vou atrás deles.
    Não demoro a alcançá-los, desviamos de alguns buracos e chegamos no movimento perto de um shopping.
    Eles seguem direto para o estacionamento subterrâneo.
    Param junto a um outro carro com um cara a espera, eles se cumprimentam como velhos amigos e vão logo diretos aos negócios. Não consigo ver daqui do carro, mas tenho como resolver isso.Agora são cinco
    Acelero o carro cada vez que chego perto, perco um pouco de velocidade ao dar uma desviada de uma moto, mas acerto o carro deles em cheio. Faz um barulho lindo de vidro e metal se contorcendo.
    A reação rápida com tiros no carro me enrola com o air-bag que me faz ter que sair pela porta do carona mais rápido antes que uma bala me acerte.Gritos do tipo ‘’ filho da %$#@’’, ‘’morre seu safado’’ é o que se escuta entre os tiros.
    Sinto dores nas costelas por causa da batida, mas são dores do oficio.
    Conto quatro e me protejo, mas os vejo correr que nem loucos e de repente tudo fica em silencio, mas algo de metal bate no chão e rola então percebo o porque deles correrem.
    A explosão me joga longe, os três carros sobem ao teto e caem espalha peças para tudo que é lado.
    Sinto dor nas costelas e costas, sangue na mascara me deixa um pouco preocupado, olhando para o lado vejo o quinto, que havia desaparecido, bastante...Como posso dizer...Incompleto, talvez?
    Dois seguranças do shopping me rendem e um deles me dá um soco que quase caio.Grita algo que não consigo escutar, a granada me deixou surdo.
    Ele tenta me bater de novo, entretanto estou mais desperto desta vez e consigo agarrar seu braço quebrar seu pulso e deslocar o braço.O segundo segurança não dispara por eu estar perto de seu amigo o que me faz avançar para cima dele e o chutar nos ovos.Sei que foi jogo sujo, mas os fins justificam os meios.
    Subo as escadas e vejo um pequeno tumulto mais à frente e vejo mais segurança que me vêem também.Corro e derrubo um garoto idiota com uma moto muito potente para ele e a pego emprestado.Quem me vê de longe fugindo tem certeza que tento atropelar as pessoas por quem passo.
    Após fugir e cuidar de meus ferimentos, e também do orgulho, fico sabendo que fim levou meus amigos.
    O tumulto que eu havia visto era que eles roubaram o carro de uma mulher na saída do shopping e depois fugiram por oitocentos metros e encontrando policias a espera.Troca de tiros mais perseguição acabou em morte e prisão.
    E o que ganhei com isso?
    Hematomas e uma reportagem dizendo o quanto sou perigoso.
    Que novidade!


    4 – Vingança tardia.



    Ele anda na rua como fosse o homem mais livre do mundo.
    Mexe com as mulheres quando passam por ele, chega a pegar na mão de uma, que xinga ele e se solta.
    Passa por um guarda e sorri para ele ao pedir as horas, o cara se vira e azeitona mostra o dedo para ele.
    Azeitona é um filho da %$#@, que escapou de uma prisão perpetua por ser menor de idade.
    Há 3 anos atrás um casal foi comemorar 2 anos de casados onde se conheceram a primeira vez.
    Em uma floresta, acamparam e ficaram 3 dias se divertindo até que azeitona e 3 outros assassinos os acharam executaram Daniel,o marido, com um tiro na nuca.
    Durante 4 dias Maria, esse é o nome da vitima, foi torturada, estuprada por 4 homens, esfolada e depois morta com 28 facadas.
    8 no rosto, 15 na barriga e 5 no peito.
    O coloquei na minha lista de prioridades há 3 anos. Os outros 3 morreram de forma “estranha” na cadeia.
    Nada haver a TV de 29 polegadas de presente para família de um traficante durante a copa tenha algo com isso.
    Azeitona entra em um bar e fala com o barman, que joga uma chave para ele.
    Saindo do bar ele vira a esquerda e sobe uma escada.
    Achei o pote onde a azeitona fica.
    Vou para a outra esquina pego meu celular e disco.
    - sou eu de novo, sei que o senhor pediu para não ligar novamente, mas eu o achei – não recebo nada em resposta depois do “alo” – vou passar o endereço por torpedo e estarei esperando no local até a uma da noite. Traga o presente, que mandei.
    Ele desliga antes, que eu possa fazer outra pergunta.
    Espero anoitecer e ver se azeitona sai do quarto.
    Nada acontece e resolvo subir.
    Subo as escadas e ouço pouco movimento no hotel furreca.
    Bato na porta do 22, com uma certa ironia.
    Azeitona grita sobre a musica, que toca no quarto:
    - Pode entrar, gostosa!
    Ponho minha mascara e assim que eu entro:
    - Oi, amor...não trepo no primeiro encontro.
    Ele pula como um gato para perto do armário em busca de algo, mas não deixo ele achar jogando o radio na cabeça dele.
    Ele tenta levantar, mas chuto a cabeça dele e soco até ele apagar.
    Assim que acorda depois de quase uma hora vendo estrelas, ele tenta se soltar.
    O quarto escuro, amordaçado e preso à cadeira pelado não o deixa calmo. E pior, não sabe onde estou.
    Não me ver o deixa mais transtornado do que me ver.
    Levanto e jogo em cima dele uma garrafa de cachaça para arder um pouco os cortes dele.
    Azeitona grita e tenta me xingar bastante.
    Olho para ele:
    - Estamos aqui para fazer hora até um amigo nosso chegar – ele olha para mim com raiva, mas quero fazer ele sentir medo, então muda minha tática- mas até lá, vamos brincar.
    Tiro minha mascara e puxo minha faca, azeitona se contorce só de ver a faca brilhando no escuro.
    Tiro lasca de madeira do armário e as coloco em cima da mesa.
    Tiro 10 lascas grossas e faço pontas nela.
    Ele percebe o que vou fazer se joga no chão com cadeira e tudo mais.
    Tirei a minha mascara para ele ver, que sou igual às vitimas dele, mas sou muito mais sádico do que ele.
    Seguro os dedos dele e cravo as lascas embaixo das unhas dele.
    Azeitona grita, se contorce e o melhor, chora.
    Cravo mais uma e ele tenta desmaiar, mas não deixo dando um intervalo á ele.
    Assim que me levando para pegar mais cachaça, batem na porta.
    Puxo minha arma e vou para o lado da porta.
    A batida se repete do jeito, que escrevi no recado.
    Eu abro a porta e lá está ele parado a minha frente.
    Doutor Carlos Almeida, pai de Maria e sogro de Daniel.
    Ele passa por mim e puxa a automática com silenciador e dispara uma única vez no coração do azeitona.
    Ele olha para mim e diz:
    - Maria, Maria estava grávida...de 2 semanas, ela ia contar para meu genro naquele dia...
    O doutor não termina sua frase deixando a arma em cima da mesa e vai embora.
    Levanto a cadeira onde azeitona está sentado e sorrio.
    O doutor Almeida pode ser um excelente médico, mas é um péssimo atirador.
    A bala não pegou no coração do azeitona o matando na hora, e sim, pegou no pulmão.
    Ele vai demorar umas 3 horas para morrer e vai sofre bastante.
    Pego meus palitinhos sobre a mesa e digo:
    - Vamos continuar a brincar de espetar a azeitona?



    5 – Violentas tentações.


    Os cabelos, tingidos de negro, de Sabrina tocam meu rosto de maneira ritmada.
    Seu corpo montado ao meu, mescla nosso suor.
    A cada batida forte da cama na parede ela geme mais alto.
    Sinto seu corpo se contorcer e ela crava as unhas em meu peito. Puxo os cabelos dela e tomo controle da situação.
    Seu sorriso é malicioso quando jogo meu corpo entre suas pernas. Ela morde os lábios e segura um gemido de prazer.
    Arranha minhas costas e morde meu ombro.
    Seguro seus punhos e os coloco sobre a cabeça.
    Meto nela com força e ela pede para gozarmos juntos.
    Meto com mais força e mais rápido.
    Nos beijamos ao gozarmos.
    Minutos depois ela dorme em meus braços.
    Ao anoitecer ela acorda e vamos tomar banhos juntos.
    A faço gemer de 4 com a água quente banhando nosso corpo.
    Quando o serviço de quarto chega, ela pergunta:
    - O que vc vai fazer hoje, amor?
    - Vou levar minha moto para o concerto – digo olhando seu corpo nu – ela está fazendo um som estranho, e vc?
    - Eu vou gastar um pouco! – ela diz sorrindo ao reparar que eu olhava para seu corpo.
    Ela beija as minhas pernas e começa a me chupar.
    E pede para eu bater nela com força.

    ************************************************** ***********

    Deixo passar 10 minutos e a sigo.
    Ela vai a um Shopping perto do motel onde estávamos e para em varias lojas sempre saindo com uma sacola.
    Vou ao mecânico e deixo a moto uma rua antes e coloco minha mascara.
    Quando chego na porta da oficina vejo Jorginho sozinho embaixo de um carro.
    Ele busca uma ferramenta sem sair de baixo do carro.
    Não percebe minha presença.
    Piso com toda força em seu joelho.
    Ele grita ao sentir seu joelho se partir.
    O puxo e ele tenta se soltar, mas dou um soco na garganta dele.
    Quando saco minha arma...escuto um grito de mulher.
    A mãe do Jorginho não deveria estar aqui hoje.
    Ele corre gritando e chorando.
    Vem para cima de mim e me empurra...tenta me empurrar.
    Ela abraça o filho e chora com ele.
    Fico parado e sem o que fazer.
    “Não mata meu filho...por favor não mata ele” ela soluçando com o choro.
    Olho em seus olhos e vejo minha mãe.
    Sinto minha arma pesar em minha mão.
    Respiro fundo e travo a arma.
    Ela não me teme, só quer proteger seu filho.
    “Ele já pagou por seu crime...ele era jovem e fez por amor.” A velha diz gritando para mim.
    Aperto minha arma e fico de costas para eles.
    “Ok, vá ligar para uma ambulância...Eu estou indo embora” eu digo já chegando perto da porta da oficina.
    Escuto a velha diz algo para o filho e correr até a outra ponta da oficina em busca do telefone.
    Quando ela entra no escritório do filho me viro, com uma arma muito leve em minha mão, e disparo duas vezes em Jorginho.
    1 no peito e outra na cabeça.
    A velha grita e corre para o filho já morto no chão.
    “Agora ele pagou pelo crime que cometeu”

    ************************************************** ********

    Quando chego no quarto do motel Sabrina já está nua na cama.
    Ela abre as pernas e sorri ao dizer:
    - Você demorou, esqueceu de mim?
    - Claro que não, amor...Eu nunca esqueceria de você.
    Jogo a sacola que estava em minhas mãos no chão e me jogo entre os lindos seios dela.
    Os beijos e chupo. Nós trepamos com violência.
    Eu não perderia essa ultima trepada por nada neste mundo.
    Quando ela acende seu cigarro pego a sacola no chão e digo:
    - Tenho uma surpresa para vc.
    Quando tiro as algemas e correntes do saco Sabrina ri alto e diz “Já estou toda molhada”.
    Algemada e acorrentada nua na cama ela me chama se insinuando com o corpo.
    “Eu encontrei com o seu Ex hoje” falo isso olhando para ela e afastando o armário da parede.
    “Ex?” ela pergunta tentando trazer uma mascara de duvida e incerteza a sua cara.
    “Eu não acredito que vc esqueceu do Jorginho?” eu digo isso agora com minha mascara e uma barra de ferro em minhas mãos.
    “Vocês mataram juntos, lembra?”
    Há 6 anos atrás Sabrina e Jorginho se conheceram em uma festa de uma amiga em comum.
    Começaram a namorar semanas depois.
    Ela uma riquinha mimada e ele um aspirador de pó fudido.
    Os avós, que a criaram desde pequena, não gostaram dele. Começaram a atrapalhar o namoro deles.
    1 ano se passou e os avós de Sabrina são encontrados mortos à paulada em suas camas.
    Os jornais estampavam a neta chorando no enterro dos avós, abraçada ao namorado.
    Nem uma semana depois e os dois pombinhos são acusados de assassinato.
    São julgados e presos.
    E aqui estamos!
    “Me solta!” Ela diz gritando comigo e sem a cara de %$#@.
    “Se não quer mais me foder, me solta seu babaca!” ela fala com a voz tremula, mas tentando mostrar força.
    Ao dar a primeira porrada na cabeça dela eu nem presto atenção em suas ultimas palavras.
    Dou 5 porradas em sua cabeça.
    A mesma quantidade de porrada, que usou para matar seus avós.
    Sabrina morreu na segunda.
    Me arrumo para ir embora e quando abro a porta do quarto...levo uma porrada na cara, que me faz dar alguns passo para trás.
    Um cara de terno entra correndo e tenta me dar um chute na cara, mas desvio e quebro a perna dele.
    Quando levanto entra 3 caras de terno e gravata.
    “Que porra é essa? Matrix?”
    Mais um parte para cima de mim e caímos em cima do corpo da Sabrina.
    Antes que os outros 2 venham me dar porrada derrubo o filho da %$#@ e piso no pescoço dele.
    Esse caras não são seguranças do hotel.
    São contratados de alguém, mas porque não usam armas contra mim?
    Pulo por cima da cama para pegar minha arma dentro da minha mochila, mas sinto algo me acertar.
    O choque percorre meu corpo.
    Olho para cima e vejo um deles segurando uma stun gun.
    Quando tento me levantar ele me dá mais um choque e seu amigo me acertar na cabeça.
    Tudo fica escuro e mais um choque me faz apagar de vez.

    Continua...


    Continuando...



    Prefácio.

    Sentado em seu escritório com apenas a luz da lua iluminando-o, Alexandre Augusto Almeida Filho, observa o gelo do seu wisky derreter.
    Por 1 segundo ou talvez 2, Alexandre lembra dos seus tempos de faculdade e o quanto bebia de cerveja.
    Até cerveja quente, ele e seus amigos bebiam.
    Com a morte de seu pai, essa vida de diversão acabou.
    Ele seria o sucessor do Rei das construtoras, empresa líder na América latina.
    Com 5 anos no controle das empresas, Alexandre filho, tornou a segunda maior empresa de construções do mundo.
    Os jornais só sabiam falaram do monte de dinheiro ele faturou naqueles anos.
    Até na Etiópia há uma sede.
    Foi lá que conheceu sua esposa, Antonia.
    Ela trabalhava no exercito da salvação e veio pedir ajuda para remédios, certo dia.
    Ele se apaixonou na hora que a viu entrar em seu escritório.
    Casaram meses depois e com isso mais uma vez ele se tornou manchete nos jornais.
    Como a empresa, que mais fazia doações.
    Antonia era uma influencia boa a ele e para imagem da empresa.
    Ganharam muitos prêmios por fazerem isso e muita publicidade.
    Foram felizes e tiveram uma linda filha, Márcia.
    8 anos depois de casados, Antonia faleceu de câncer.
    Alexandre ficou perdido, mas o amor por sua filha o fez ter um rumo.
    Nunca a deixou sozinha ou a decepcionou.
    Perdeu vários contratos por ir as peças teatrais de sua filha na escola.
    É claro que tiveram seus problemas.
    Principalmente quando Márcia estava na adolescência.
    Como explicar a sua filha sobre menstruação, namorados e sexo.
    Muitas vezes Alexandre ficou vermelho de vergonha quando deveria responder as perguntas de uma menina curiosa.
    Hoje Márcia ri muito disso quando se lembra.
    Mas depois de muitas ameaças de seqüestro, que Alexandre sofrera, ele resolveu colocar seguranças protegendo Márcia.
    Ela nunca gostou, mas teve de suportar isso até determinado tempo.
    Até que um dia sua filha pediu a retirada de sua escolta.
    Ela estava trabalhando e não podia ter “sombras” a seguindo.
    Precisava de liberdade.
    E Alexandre fez a vontade dela.
    Há 4 dias atrás ela foi seqüestrada.
    “10 milhões, coroa...e nem adianta chamar a policia porque a gente tem sempre ela não mão!”
    Gritava o seqüestrador no telefone.
    “Se tu caguetá a gente, nós só mata a piranha da tua filha depois de fude muito ela, saco?”
    Ele bateu o telefone.
    Alexandre ficou com o telefone na orelha, mesmo desligado.
    Ele olhava fixo, com lagrimas nos olhos, a primeira pagina do jornal.
    Mascarado empala estuprador em praça publica
    Alexandre chamou se chefe de segurança, Umberto, e disse:
    “Ache esse mascarado, preciso falar com ele!”
    Isso foi há 3 horas atrás.
    O ultimo telefonema de seus seguranças o informaram, que muita coisa ocorreu errado.
    Ligaram do hospital.
    Umberto desobedeceu sua ordem, onde não deveriam confrontar o mascarado, isso custou caro a 2 seguranças.
    Umberto está correndo o risco de ficar tetraplégico e o outro está fora de perigo.
    Mesmo assim, eles trouxeram aquele que tem vários nomes no jornal.
    Morte, Vingança, Justiça, Anjo da morte, Fantasma, Caveira e Mascarado.
    Todos esses em um só homem, que se encontra sentado na cadeira em frente a Alexandre.
    Sem mascara e com o rosto mostrando marcas de muitas lutas além da que houve horas atrás.
    Alexandre explicou tudo ao homem calado a sua frente.
    E ofereceu os 10 milhões ao mascarado, que se manifestou uma única vez antes de fugir pela janela:
    “Enfia o dinheiro no cú e roda!”

    Diário de um cativeiro.


    Nenhuma luz passa pela fresta da porta.
    Não janelas no quarto, que pelas contas feitas por Márcia, deve ter 3 passos de distancia de uma parede a outra.
    Uma das paredes sai uma corrente que se prende ao pé dela, não permitindo sair de perto da cama.
    Ela não sabe há quanto tempo está presa.
    Ela foi seqüestrada por 4 homens, que a agarraram após sair de um rodízio de pizza marcado de ultima hora com alguns amigos.
    Eles aplicaram algo nela para dormir.
    E acordou no cubículo, com um homem de camisa no rosto acariciando seus seios e suas pernas.
    Márcia gritou e ele bateu nela, rindo saiu do quarto batendo a porta com força.
    Ela não dormiu desde então.
    Mesmo com o calor a deixando sonolenta e a fome, que não era satisfeita com 1 maça e uma lata de atum.
    Às vezes eles davam água outras vezes, não.
    Todo estante ela reza por seu pai e para que a ajuda venha logo.
    Sua reza desta vez foi interrompida por som de tiros.
    Márcia fica com muito medo e busca uma proteção que não existe dentro daquele quarto.
    Quando ela tenta ficar em uma das paredes encolhida a porá do cubículo despenca no chão junto com um dos seus seqüestradores.
    O mascarado atravessa a porta lentamente passa pelo homem caído e sem dar o trabalho de olhar para ele, e olhando só para Márcia, dispara 3 tiros na cabeça do seqüestrador.
    Estendendo a mão para Márcia, ele diz:
    “Vamos, antes que essa porra toda exploda!”


    Não sou detetive, mas...
    Os seqüestradores pareciam com cavalos, cagaram por onde passaram.
    Primeiro eles sabiam exatamente onde a garota estaria.
    Mesmo sendo um encontro de ultima hora com os amigos do trabalho.
    Uma visita ao trabalho dela e uns tapas e alguns dedos quebrados depois, um amigo dela, que vai precisar tomar vários pontos na cabeça, me disse que um dos seguranças dela pediu para ser informado quando eles fossem a algum lugar juntos.
    Fui falar com os seguranças e foi ordem do chefe (aleijado de merda) da segurança Umberto que deu a ordem.
    Depois de colocar fogo em 3 carros no estacionamento do hospital, consigo entrar sem problemas para fazer uma visita ao meu amigo, Umberto.
    Este quando me vê, se borra todo e cospe tudo, que sabe.
    Desde o encontro com os 3 amigos policias, que bolaram a idéia para subir na vida, até a luta comigo para me tirar da jogada.
    O Segurança chora muito e diz estar pagando pelos pecados merecidamente.
    E agora com a consciência leve e em paz, talvez deus o aceite novamente.
    Eu não sei sobre a paz, mas resolve testa-lo sobre a leveza dele o jogando pela janela.
    Espero que ele tenha encontrado a paz antes de encontrar o asfalto.
    Os 3 policias dormiram em suas respectivas camas, mas acordaram juntos em um cubículo menor do que aquele onde Márcia ficou.
    Eles gritam e tentam se soltar das correntes.
    12 andares abaixo a contagem regressiva para a demolição do prédio se inicia.
    Eles queriam subir na vida, mas só vão conseguir descer bem rápido.


    6 - Amor em chamas.



    Querido Marcos,

    Não estou me contendo só de pensar, que esta é minha ultima carta.
    Estou muito feliz em saber, que em 3 dias você vai estar aqui comigo em minha cama, vou poder dormir agarrada a você e sentir seu corpo ao meu.
    Eu até limpei minha casa para você.
    Você sabe como sou bagunceira!
    Infelizmente não consegui tirar uma folga para dia de sua chegada, amor.
    O hospital está uma loucura e ainda tem médicos, que não voltaram de férias.
    É mole?
    Provavelmente quando você chegar vou estar de plantão, mas vou deixar as chaves do meu apartamento com o porteiro.
    Já deixei explicado tudo com ele.
    Bem, tenho que ir. Estou super atrasada...de novo!
    Estou esperando por você, lindo.
    Te amo!
    Beijos da sua Andréia.

    OBS:
    Segue o mapa...é fácil de achar o meu prédio.



    Marcos cheira a carta novamente e a coloca de volta ao envelope.
    Levanta do seu colchão para pegar a bíblia, que a Andréia lhe deu e junta com todas as outras cartas enviadas por ela.
    Em 8 anos preso, Marcos recebeu muitas cartas de mulheres, que não tinham medo dele e queriam conhecê-lo.
    Todas queriam ser amarradas, fotografadas e até mesmo queimadas por cigarro.
    Todas sonhavam em ser suas vitimas.
    Marcos não gostava mais de lembrar das coisas, que fez.
    Nem quando acordava excitado com os sonhos dos estupros, que cometia antes de queimar as suas vitimas vivas no meio do mato.
    Esses sonhos ele não contava a Dra. Pereira, psicóloga do presídio.
    Ela o ajudou a saber, que sua doença tem cura e o proibiu de responder as cartas das mulheres, que desejavam ser suas vitimas.
    Ele chegou a receber 30 cartas por dia.
    Seus companheiros de cela se divertiam lendo as cartas.
    Recebi cartas escritas por todos os tipos de pessoas.
    Até de gays ele recebia.
    Um dia ele sentiu o cheiro de eucalipto em uma das cartas lidas por um seus companheiros.
    Ele tomou da mão dele no mesmo instante.
    Era a primeira carta da Andréia.
    Suas palavras o encantaram.
    Ela escrevia coisas, que o ajudavam a esquecer seus pecados e suportar o dia a dia no presídio.
    Quando ele teve autorização da Doutora para responder, as cartas se tornaram mais apaixonantes.
    Andréia o fez ver o quanto se desviou do caminho traçado por Deus.
    E que ainda havia chance de encontrá-lo de novo e ser perdoado.
    Ela o fez esquecer da voz, que o tentava em seus pensamentos.
    Fez parar de sentir tesão nos sonhos, que tinha.
    O mesmo tesão, que o fez matar 22 mulheres.
    Marcos se apaixonou por Andréia.
    Se receber nenhuma visita dela.
    Ela sempre estava ajudando os doentes no hospital.
    Era uma das coisas, que ele amava nela.
    Ela sempre estava ajudando os outros.
    Mas ela mandava fotos para ele.
    Até algumas sensuais ela mandou, mas sua carta demonstrava muita vergonha pelas fotos.
    Marcos adorou as fotos.
    Ele se masturbava olhando as fotos.
    Marcos sonhava com ela.
    Um sonho como o que ele estava tendo no ônibus, que o levava a cidade da Andréia.
    Quando eles iam fazer amor, o motorista o acordou dizendo ser o ponto onde Marcos deveria soltar.
    Marcos teve de andar bastante até perceber, que entrara na rua errada.
    Pediu ajuda duas vezes a duas bonitas moradoras, mas achou o pequeno prédio da Andréia.
    Ao pegar as chaves com o porteiro seu coração batia forte no peito, mas percebeu o nervosismo do porteiro.
    Marcos ficou com medo de ser reconhecido.
    “Não...já faz muito tempo.” pensou Marcos.
    Ele já tinha pago por seus pecados e deus deu mais uma chance de viver feliz ao lado do seu amor.
    Quando Marcos entra no apartamento ele vê varias fotos no chão.
    São todas de Andréia sorrindo para ele.
    Elas fazem um caminho até o que deve ser o quarto.
    Ele houve um barulho no quarto e fica nervoso.
    Uma musica bem baixinha.
    Andréia deve estar lá dentro para lhe fazer uma surpresa.
    E o cheiro de eucalipto permeia o ar até o quarto.
    Há 2 metros de seu grande amor, Marcos fica excitado e nervoso ao mesmo tempo.
    Ele apressa o passo até a porta, mas ao abrir a porta ele percebe que as fotos não são só de Andréia.
    Outras mulheres aparecem nas fotos..
    Quando Marcos termina de abrir a porta já reconhecendo as mulheres nas fotos, algo cai sobre ele.
    Um balde preso ao topo da porta cheio de água caiu sobre ele.
    Seus olhos ardem e o cheiro forte logo o faz perceber não ser água, e sim ...gasolina!
    Ele tenta respirar e cuspir o líquido quando vê um homem fumando sentado na ponta da cama.
    Quando Marcos percebe o que vai acontecer o homem já jogou o cigarro.
    Em segundos, Marcos se torna uma tocha humana.
    Ele rola no chão para apagar o fogo, mas não consegue.
    O homem, agora mascarado, passa a tirar fotos dele em chamas.
    Marcos consegue sair do quarto e vê um pequeno aquário.
    Ele pega e joga todo liquido em seu corpo, mas novamente é gasolina.
    Marcos cai no chão ardendo em chamas e gritando muito.
    Suas forças se esgotaram.
    Ele espera, que a morte o leve logo.
    O mascarado chega perto do corpo inerte de Marcos e tira mais algumas fotos.
    Pega um vidro de perfume de Eucalipto no bolso e derrama sobre o corpo, que volta a pegar fogo ...lentamente.




    7 – Jovens Vitimas.



    Faz 2 horas que o cara entrou na casa e ainda assim ele não desligou o carro.
    Há 7 meses uma criança, com apenas 5 anos, desapareceu em um camelodramo no centro da cidade, mas a criança foi encontrada quase morta 3 semanas depois.
    Foi estuprada de todo tipo de maneira.
    Ela ainda não falava depois de 2 meses no hospital.
    Até que um dia quando a mãe a levava a escola ela ficou gritando de medo e apontava para um homem na rua.
    Sua mãe o atacou assim que a criança falou:
    “Monstro!”
    A policia o prendeu e o investigou por 3 meses e nada encontrou, nenhuma prova ou pista que o indicasse como o seqüestrador e estuprador.
    Valdir Mediato é seu nome.
    Dono de uma loja de esportes, o pai é ex-playboy, mas sempre aparecendo nos jornais.
    Valdir não tem um podre e nem beber bebe.
    A policia resolveu encerrar o caso.
    Antes dessa criança o denunciar outras 8 desapareceram e nunca voltaram.
    O mesmo modo operante.
    O que eu acho?
    Esse filho da puta é culpado dos pés a cabeça.
    Estou há 20 dias o seguindo e esse cara não fez nada até 15 horas atrás.
    Ele acordou cedo pegou seu carro e parecia que iria trabalhar, mas foi a praia e ficou tomando uma água de coco vendo o horizonte.
    Deixou o carro na praia e pegou um táxi até um terminal de ônibus, que o levou até uma cidade litorânea.
    O viado é malandro e sabe que corria o risco de ser seguido e esperou meses para colocar as manguinhas de fora.
    Pegou uma bicicleta em uma padaria e chegou em uma casa com um carro na garagem.
    Ligou o carro e entrou na casa há 2 horas atrás.
    Pensei em entrar e matar ele lá dentro, mas eu tive uma idéia melhor.
    Vou esperar ele sair.
    Ele sai com algumas malas e as jogas no porta mala.
    Quando ele fecha, ele me vê diante dele.
    Vem para cima de mim e dou apenas um soco nele que o faz desmoronar no chão.
    Frouxo!
    O amarro e o amordaço e jogo ele dentro da mala.
    Penso em fazer alguns buracos de ar na mala com minha arma, mas ainda é cedo.
    Quando vejo o que tem dentro das malas minha mão coça e seguro minha arma varias vezes.
    Esse merece sofrer do jeito que vai sofrer.
    São fotos das 8 crianças desaparecidas e mais 15 outras.
    Todas sendo estupradas.
    Eu vou até o carro e o tiro da mala.
    O jogo no meio da sala.
    Uma casa com vários brinquedos e outras coisas para divertir crianças.
    Ele acorda e tenta gritar e se soltar.
    Dou 3 chutes em suas costelas com tanta força que escuto as costelas dele quebrarem.
    Ligo a televisão para esconder os gritos dele.
    Não quero nenhum vizinho atrapalhando meu trabalho.
    Pego uma vassoura e o coloco deitado sobre o braço do sofá.
    Tiro suas calças, então eu escuto a jornalista na televisão dizer:
    ““...apos assaltarem uma família, 5 assaltantes em fuga arrastam um menino de 6 anos, preso ao cinto de segurança, por 7 km.
    Por 14 ruas.
    Por 4 bairros.
    O carro passou por cima do menino varias vez durante a fuga.
    Testemunhas dizem ter visto o menino pendurado do lado de fora do carro sendo arrastada pelo carro. Muitos tentaram parar o carro, mas não conseguiram...””
    Por alguns minutos fico vendo as imagens do carro e toda uma lateral coberta pelo sangue.
    Valdir se debate e chego ouvir ele dizer “desperdício de menino”.
    Pego a vassoura que eu tinha visto lá fora.
    Eu quebro a vassoura em duas.
    E cravo o cabo, com uma ponta quase igual à de uma faca, da vassoura no cú do filho da puta.
    Enfio com força e giro.
    Ele grita!
    Eu o puxo pelo cabelo e o degolo.
    Entro no carro e vou em toda velocidade para cidade.
    Faltam cinco.
    5 tipos de tortura.
    5 tipos de mortes.
    Penso em vários tipos de morte a serem empregadas, mas nenhuma me tras um sorriso de satisfação.
    Mas vou chegar lá!

    ************************************************** ***********

    Quando chego na cidade a policia já prendeu os 5 suspeitos e horas depois já confessam o crime.
    Os jornais dizem que um é menor e vai ser solto em meses.
    Os outros também não vão ficar muito tempo presos.
    Eu não vou deixar eles ficarem impunes.
    Tenho que dar um jeito de entrar na delegacia.
    Fico sabendo do enterro do menino e vou ao cemitério.
    Durante o enterro a avó do menino clama por deus.
    Os pais são amparados e provavelmente estão dopados.
    O comandante-geral da Polícia diz que não houve falta de policiamento.
    Então porque esse menino está morto?
    Seus policias preferem tomar dinheiro dos outros de que ficar protegendo os inocente, seu merda!
    Quando ele voltar para o carro vai achar o 4 pneus furados.
    Quando volto do estacionamento ouço a irmã do menino dizendo ser a culpada.
    Que não conseguiu ajudar o próprio irmão e queria morrer.
    Ela grita que vai haver vingança e que vai matar os assassinos de seu irmão.
    Resolvo ir embora, mas quando passo pelo carro do comandante resolvo quebrar os vidros.

    ************************************************** ***********

    Passo a noite planejando e estudando a delegacia.
    Eu vou entrar e vou fazer o que quero lá dentro.
    O melhor horário é na madrugada.
    São menos pessoas nas ruas e menos policias dentro da delegacia.
    Não posso ferir os inocentes.
    Se é que há alguém inocente lá dentro.
    Preparo uma mala com armas, balas de borracha, gás, granadas e um colete bem potente.
    Preparo um capacete para me proteger dos tiros na cabeça, mas as pernas não poço proteger.
    Preciso correr lá dentro. E com colete nelas vou ficar com as pernas pesadas.
    Por 100 pratas compro um uniforme da policia.
    Original de fabrica.
    Vendido por um integrante da força, que precisava levar a amante para viajar.
    E não esqueço da minha caixa surpresa.
    A noite chega.
    Coloco tudo dentro do carro.
    E no caminho só consigo repassar o plano.
    E nas mortes que vou produzir.


    Continua....

  • #2
    há ser atualizado!

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    • #3
      Postado originalmente por Clark-Rio2
      há ser atualizado!
      Com o caso do menino arrastado pelos ladrões do carro?
      Self High-Five

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      • #4
        Atualizado!!!!!!

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        • #5
          Fic MBBalística!!!!!!
          ùltima Leitura: Razoável
          sigpic
          Mister No #6 (RECORD)

          http://www.tumblr.com/blog/ultimaleitura

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          • #6
            Deveria ser postada em capítulos. Um bom conteúdo se perde neste post gigantesco. Assim não pode, assim não dá.
            BEHOLD MY POWER

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            • #7
              De violência já basta o mundo real, ainda bem que não houve atualizações.
              ùltima Leitura: Razoável
              sigpic
              Mister No #6 (RECORD)

              http://www.tumblr.com/blog/ultimaleitura

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              • #8
                Discordo veementemente. Nada mais é do que um espelho da nossa sociedade. Não podemos nos furtar à discutir nossas mazelas.
                BEHOLD MY POWER

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