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    Vira Lata Super-Homem da Era de PRAAAAAAATA Avatar de míster83
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    Antes de começarmos a falar sobre o futebol do Kosovo, precisamos entender um pouco sobre a história do país e faremos isso de uma maneira bem didática. Situada na famosa Península dos Balcãs, território da antiga Iugoslávia, a República do Kosovo é reconhecida apenas por alguns países do mundo depois que declarou a sua independência junto à Sérvia. Dentro do grupo dos países que não o consideram República, está o Brasil.
    O local, que foi parte do Império Otomano durante o século XIV, sofreu com a constante mudança no poder, principalmente por parte dos sérvios. No entanto, tendo a maioria da sua população de origem albanesa, sempre lutou pela liberdade. A tensão entre os separatistas albaneses e o governo central da Iuguslávia aumentou por volta de 1998, dando origem à Guerra do Kosovo, extremamente importante para o nosso tema principal.
    Em 2008, motivados pela proteção política dada a eles pela OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), optaram por declarar, pela segunda vez, sua independência. Porém, desta, obtiveram um apoio maior incluindo os países da própria OTAN e organizações internacionais como o COI, o FMI, a ONU e até mesmo organizações esportivas como a FIFA e a UEFA, da qual falaremos mais.

    - O drama futebolístico -

    Em 2007, com os primeiros movimentos de separação aquecendo o país, enviaram um pedido à FIFA para fazerem parte da federação. No entanto, devido ao clima tenso que acercava esta decisão, viu a entidade negar seu pedido que fora aceitado apenas em 2014, quando a entidade liberou a seleção do país a realizar amistosos. 11 anos após a criação da Seleção do Kosovo.
    Tendo sua seleção reconhecida pela entidade máxima do futebol, o Kosovo estreou oficialmente nos gramados no dia 5 de março de 2014 quando enfrentou a seleção haitiana. Já neste ano, alcançou a sua maior conquista, o reconhecimento da UEFA e a sua liberação para atuar nas Eliminatórias para a Eurocopa e para a Copa do Mundo.
    Mas, e os jogadores? No início deste texto, afirmei que a Guerra do Kosovo seria um elemento central para entendermos o drama em questão. O motivo? Simples, a saída da população do território durante a guerra o que fez com que muitos jogadores (ainda enquanto crianças) deixassem o território e começassem suas carreiras por outros países.
    Além da Guerra, o constante clima de instabilidade presente no território também causou este movimento de emigração. O caso mais famoso é o de Shaqiri, campeão da Uefa Champions League com o Bayern de Munique em 2012-13 e atual meia do Stoke City que deixou o Kosovo em 1992 junto de sua família devido o clima pesado e instável da região.
    Shaqiri, no entanto, abraçou a causa de seu país natal carregando sua bandeira e flamulando-a na comemoração de suas conquistas, como no caso da Uefa Champions League. Além de Shaqiri, outros jogadores notáveis também são originários do território, como: Taulant Xhaka (Basel/Albânia), Lorik Cana (Nantes/Albânia), Adnan Januzaj (Manchester United/Bélgica), Almen Abdi (Watford/Suiça), Valon Behrami (Watford/Suiça), Admir Mehmedi (Bayer Leverkusen/Suiça), Shani Tarashaj (Everton/Suiça).
    A FIFA e a UEFA trabalham na investigação da origem destes atletas para que possam ser liberados a defender o seu país de origem uma vez que o mesmo fora criado a pouco tempo. No entanto, esta não parece ser a escolha de muitos deles que possuem vaga em seleções de renome como Suiça e Bélgica.
    https://www.vavel.com/br/futebol-int...do-kosovo.html

    Como esperado, os clubes europeus reagiram ao inchaço da Copa do Mundo para 48 seleções, anunciado nesta terça-feira pela Fifa.
    Num duro comunicado publicado horas depois do anúncio, a Associação dos Clubes Europeus (ECA, na sigla em inglês) disse "não ver méritos" na mudança de formato da Copa promovida pela Fifa.
    - É questionável a urgência em tomar uma decisão tão importante, faltando nove anos para que se torne realidade, sem o envolvimento adequado das partes interessadas que serão impactadas pela mudança - diz a nota da ECA.
    A associação diz que a decisão da Fifa "foi tomada com base em razões políticas, em vez de esportivas", e que vai analisar o impacto da nova Copa do Mundo em uma reunião a ser realizada no final de janeiro.
    Confira a nota na íntegra:

    "A Associação de Clubes Europeus reitera que, a princípio, não é a favor da expansão da Copa do Mundo.
    Nós não vemos os méritos de mudar o formato atual com 32 seleções, que já foi provado ser a fórmula perfeita em todas as perspectivas. É questionável a urgência em tomar uma decisão tão importante, faltando nove anos para que se torne realidade, sem o envolvimento adequado das partes interessadas que serão impactadas pela mudança.
    Nós entedemos que essa decisão foi tomada com base em razões políticas, em vez de esportivas. E sob considerável pressão política, algo que a ECA acredita ser lamentável.
    A ECA vai analisar em detalhes o impacto e as consequências do novo formato e vai debater o assunto na próxima reunião do Conselho Executivo, agendada para o fim de janeiro."
    http://globoesporte.globo.com/futebo...amentavel.html

    A sede da Copa do Mundo de 2026, primeira que será disputada com 48 seleções, será escolhida em maio de 2020, conforme ficou decidido nesta terça-feira no Conselho da Fifa, que acontece em Zurique, na Suíça.
    A entidade prevê a realização de quatro fases no processo de candidatura, até a definição do país ou dos países que receberão a competição. A primeira etapa, que irá de hoje até maio deste ano, incluirá um período de consulta e desenho de estratégias para o torneio.
    A preparação mais "meticulosa" das candidaturas será entre junho de 2017 e dezembro de 2018. A partir de janeiro de 2019, até fevereiro de 2020, será feita a avaliação das propostas de sedes. A eleição, em maio de 2020, acontecerá em Congresso da Fifa.
    A primeira fase do processo de seleção irá focar na inclusão de requisitos de direitos humanos, sustentabilidade e proteção ao meio ambiente das pré-candidaturas, com direito a exclusão, em caso de descumprimento de requisitos técnicos.
    O Conselho da Fifa já aprovou, na primeira reunião realizada, em outubro do ano passado, que a Copa do Mundo pode ser organizada por vários países, sem fazer limitação de número. Europa e Ásia, que receberão os torneios em 2018 (Rússia) e 2022 (Catar), respectivamente, estão fora da disputa.
    http://espn.uol.com.br/noticia/66108...olhida-em-2020
    Última edição por míster83; 10-01-2017 às 12:09 PM.

  2. #1112
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    Com apenas a Rússia classificada por ser a sede do torneio, a Fifa definiu nesta terça-feira as datas para as seleções participantes confirmarem seus convocados para a próxima Copa do Mundo, que acontecerá a partir de 14 de junho de 2018. As 32 equipes que estarão no torneio terão até o dia 14 de maio - um mês antes do início - para apresentar uma lista de 30 atletas que estarão no grupo. Vinte dias depois, as confederações precisam enviar a relação final, com os 23 selecionados.
    Além disso, a Fifa definiu também uma data para o fim ou interrupção das competições de seus países, liberando os atletas para se juntarem às suas seleções. No dia 20 de maio, todos os torneios devem ser interrompidos, à exceção da final da Liga dos Campeões, que acontece no dia 26 de maio. Qualquer exceção deve passar por um conselho da Fifa. Entre os dias 21 e 27 de maio, os clubes e seleções devem respeitar um período de descanso para jogadores. E, a partir do dia 28, os treinos das equipes que irão a Copa do Mundo estará liberado.
    A Copa do Mundo da Rússia acontecerá entre os dias 14 de junho e 15 de julho de 2018 em 11 cidades-sedes e 12 estádios. Será a primeira vez que um Mundial será dispUtAdo no Leste Europeu, e a décima primeira realização no continente europeu.
    Confira as datas:

    14 de maio de 2018: último dia para as seleções participantes divulgarem a lista de 30 jogadores.
    20 de maio de 2018: dia recomendado para o fim das competições de clubes, com exceção da final da Liga dos Campeões. Exceções devem passar pelo conselho da Fifa.
    21 a 27 de maio de 2018: período de descanso oficial dos jogadores, que os clubes e seleções precisam respeitar.
    28 de maio de 2018: início do período de treinos de todas as seleções participantes.
    4 de junho: divulgação da lista final de 23 jogadores.
    http://globoesporte.globo.com/futebo...a-de-2018.html

    Dizer que a Islândia "conquistou" a Eurocopa de 2016 não seria um absurdo. Se não foi campeã nem levou medalhas para casa, a seleção nórdica ganhou a simpatia e virou a "queridinha" do público por diversos motivos. Estreante e considerada uma das mais fracas equipes na competição, mostrou muita garra em campo, passou invicta da fase de grupos e chegou às quartas de final, deixando até a poderosa Inglaterra pelo caminho. Para completar, os gritos vikings dos torcedores viralizaram e foram copiados por torcidas rivais e de outros clubes pelo mundo. E seis meses depois do fim da Euro, os islandeses continuam em alta, valorizados no futebol mundial e com uma meta traçada: estar na Copa do Mundo de 2018, na Rússia.
    Dos 23 convocados, 13 jogadores da seleção islandesa na Euro mudaram de clubes desde o fim da Eurocopa, mostrando que o torneio foi, de certa forma, um "marco" para boa parte deles. Em alguns casos, contratações de peso, como o zagueiro Ragnar Sigurdsson, que saiu do Krasnodar, da Rússia, para ser titular no Fulham, da Inglaterra, por €4,7 milhões (cerca de R$16 milhões). O atacante Jon Bödvarsson foi outro a ganhar espaço no futebol inglês, deixando o Kaiserslautern, da Alemanha, para o Wolverhampton, por €3,2 milhões (mais de R$10 milhões).
    - É claro que a Euro 2016 nos ajudou a nos colocar mais no mapa como jogadores. Mas, eu não acho que essa competição, em geral, foi a principal razão para que outros clubes mostrassem interesse. Eu acho que as pessoas tendem a esquecer que a maioria dos jogadores da Islândia estão jogando em ligas fortes pelo mundo - disse Bödvarsson em entrevista por e-mail ao GloboEsporte.com.
    É bem verdade que islandeses em ligas fortes não são novidade. Vale lembrar o veterano Eidur Gudjohnsen, de 38 anos, que estava no grupo da Euro, atuou por Tottenham, Mônaco, Chelsea e Barcelona. Porém, mais do que colocar os atletas da Islândia em evidência, as boas campanhas recentes da seleção fazem também crescer o futebol local.
    - Eu acho que o sucesso da Euro 2016 foi muito importante para o futebol em nosso país. Deu uma motivação a mais para o país. Isso nos mostrou que estamos realmente melhorando. O clima na Islândia, especialmente durante o inverno, às vezes é muito difícil para nós. Mas, nós tivemos nos últimos anos o que chamamos de "salas de futebol", que são lugares fechados que funcionam com grama artificial. Isso nos permite treinar durante condições climáticas muito duras. Além disso, isso permite à nova geração subir um enorme degrau de melhoria e serem bons jogadores de futebol no futuro - afirmou Bodvarsson.
    A campanha que culminou com as quartas de final daquela seleção começou bem antes, no entanto. Nas eliminatórias, a Islândia deixou para trás Turquia e Holanda para ficar com a segunda posição de seu grupo e garantir classificação direta à Eurocopa, a primeira vez na história. Os estreantes fizeram bonito e, num grupo com Portugal de Cristiano Ronaldo passou invicta, com uma vitória e dois empates. Nas oitavas, vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra. Até a derrota por 5 a 2 para França, nas quartas. Mas, sem grandes craques, qual foi o segredo daquele grupo?
    - Eu acho que a resposta é simples. Nós trabalhamos realmente muito bem como um time unido. Todo mundo trabalhou duro pelo outro. Ninguém teve o preciosismo de trabalhar nada menos que um companheiro. Muitos de nós também se conheciam das equipes de divisões de base da Islândia e são grandes amigos. Essa foi a chave para um time bem sucedido. Todo mundo ligado junto, como um time - explicou o atacante do Wolverhampton.
    Na sequência da Eurocopa, os islandeses mantiveram a confiança. Nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, a equipe está na briga pela classificação. Com 7 pontos em quatro jogos, eles ocupam o 3º lugar no Grupo I, atrás de Croácia (10) e Ucrânia (8). Ainda faltam seis partidas e, por isso, há boas chances de entrar ao menos na repescagem para o Mundial na Rússia.
    Com uma média de idade acima dos 27 anos, não dá para dizer que a Islândia é uma equipe jovem. Mas, boa parte do elenco ainda tem bons anos de futebol, em uma seleção que certamente ficará marcada por gerações no país. Bodvarsson é um exemplo disso. Aos 24 anos, o atacante acredita que esses atletas deixarão um legado para a próxima safra e que, para imortalizá-los ainda mais, uma vaga na Copa do Mundo é a grande meta.
    - Eu acho que seria muito desapontador se a gente não se classificasse para a Copa do Mundo de 2018. Nós queremos melhorar e ainda temos fome de algo mais. Nós não queremos que a Euro 2016 seja apenas "um hit de verão", se você puder chamar assim. A trilha para o sucesso é sem fim e você pode sempre continuar querendo mais (...) Nós queremos jogar o máximo que pudermos juntos, claro, mas carreira do jogador de futebol é curta e por isso não vamos jogar sempre juntos. Mas, essa é a beleza do esporte. Sempre há algo novo, melhor e uma geração de jogadores incríveis chegando.
    Veja onde estão os jogadores da Islândia na Eurocopa de 2016:

    Técnico:
    Heimir Hallgrímsson - segue no cargo

    Goleiros:
    Hannes Halldórsson (Randers/Dinamarca) - saiu do NEC Nijmegen (Holanda)
    Ingvar Jónsson (Sandefjord/Noruega)
    Ögmundur Kristinsson (Hammarby/Suécia)

    Zagueiros:
    Elmar Bjarnason (AGF/Dinamarca)
    Haukur Heidar Hauksson (AIK/Suécia)
    Hjörtur Hermannsson (Brondby/Dinamarca) - saiu da base do PSV (Holanda)
    Sverrir Ingason (Lokeren/Bélgica)
    Hordur Magnússon (Bristol City/Inglaterra) - saiu da base do Juventus
    Birkir Saevarsson (Hammarby/Suécia)
    Ragnar Sigurdsson (Fulham/Inglaterra) - saiu do Krasnodar (Rússia)
    Ari Skúlason (Lokeren/Bélgica) - saiu do Odense (Dinamarca)

    Meias:
    Kári Árnason (Malmö/Suécia)
    Birkir Bjarnason (Basel/Suíça) - saiu do Pescara (Itália)
    Aron Gunnarsson (Cardiff/País de Gales)
    Emil Hallfredsson (Udinese/Itália)
    Gylfi Sigurdsson (Swansea/Inglaterra)
    Rúnar Már Sigurjónsson (Grasshoppers/Suíça) - saiu do GIF Sundsvall (Suécia),
    Arnór Ingvi Traustason (Rapid Viena/Áustria) - saiu do IFK Norrköping (Suécia)

    Atacantes:
    Jón Dadi Bödvarsson (Wolverhampton/Inglaterra) - saiu do Kaiserslautern (Alemanha)
    Alfred Finnbogason (Augsburg/Alemanha) - saiu do Real Sociedad (Espanha)
    Eidur Gudjohnsen (sem clube) - saiu do Molde (Dinamarca)
    Johann Gudmundsson (Burnley/Inglaterra) - saiu do Charlton (Inglaterra)
    Kolbeinn Sigthórsson (Nantes/França) - chegou a ser emprestado ao Galatasaray (Turquia)
    http://globoesporte.globo.com/futebo...para-copa.html
    Última edição por míster83; 12-01-2017 às 05:43 PM.

  3. #1113
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)



    Última edição por míster83; 12-01-2017 às 10:36 AM.

  4. #1114
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    Marlos confirma convite para defender a Ucrânia e contato com Shevchenko.
    Brasileiro do Shakhtar Donetsk de 28 anos já pode tirar o passaporte ucraniano.
    http://globoesporte.globo.com/futebo...hevchenko.html

    Apaixonado pela Turquia, Fernandão sonha com seleção: "Fiz até pressão".
    Autor de 12 gols nos últimos oito jogos do Fenerbahçe, atacante curte boa fase e não desiste de se tornar turco: "Vontade é defender a Turquia e nenhuma outra mais".
    http://globoesporte.globo.com/futebo...e-pressao.html

    Ano passado, a Argentina e o Uruguai reforçaram um interesse antigo de sediar a Copa do Mundo de 2030. Isso porque o ano marcará o centenário do torneio, tendo sua primeira edição sido realizada no Uruguai, onde o troféu, aliás, ficou. Como a final foi entre ambos os países sul-americanos, os presidentes uruguaio e argentino pensaram que seria legal que os países recebessem a maior competição de seleções do mundo simultaneamente. Por enquanto, só os dois oficializaram a intenção de sede, mas muito se fala sobre a Inglaterra apresentar candidatura para hospedar o evento em 2030.
    Os ingleses serão um dos anfitriões da próxima Eurocopa, a de 2020, que será realizada em 13 cidades diferentes da Europa. Já foi confirmado que as semifinais e a grande decisão acontecerão em Wembley, um dos maiores palcos do continente. Ele, porém, não é o único grande estádio que existe no Reino Unido, e, por isso, o país não precisaria fazer mudanças em suas arenas para se encaixarem nos padrões da Fifa caso sediasse a Copa do Mundo de 2030. Foi nisso que tocou Salman al-Khalifa, presidente da AFC (Confederação Asiática de Futebol) ao falar sobre a provável candidatura inglesa.
    “Eu seria a favor da Inglaterra sediando a Copa de 2030 e tenho certeza que haveria um amplo apoio de outras confederações também, porque o país é muito bem equipado para receber um evento desse porte. Sou um grande fã do futebol inglês”, falou o cartola, que é torcedor do Manchester United, durante a última reunião do Conselho da Fifa em Zurique. “O aspecto mais crucial para a Inglaterra é que ela tenha apoio de sua própria confederação, para que seja a única candidata de 2030 da Uefa. Não faz sentido que a Inglaterra faça campanha para a Copa do Mundo – como no passado – enquanto o voto europeu estiver dividido. A Inglaterra deve chegar à mesa com toda a Europa atrás dela”.
    O apoio vai para os ingleses porque os países asiáticos não podem lançar candidatura para a Copa de 2030, já que está decidido que o Catar vai receber o evento oito anos antes. Apesar de se falar muito da Inglaterra como competidora junto com o Uruguai e a Argentina, a pauta ainda não ganhou força na FA (Federação Inglesa), que está concentrada na sede da Euro de 2020. Depois disso, é provável que a possibilidade ganhe força. Aí, quem sabe os ingleses não se baseiem na Copa de 2030, que pode ser co-sediada. Isto é, se a saída do país da União Europeia não atrapalhar.
    http://trivela.uol.com.br/presidente...mundo-de-2030/

    UEFA aprova processo de candidaturas para Liga das Nações e Euro-2020 e 2024.
    O organizador será escolhido entre os quatro semifinalistas e terá de incluir na proposta dois estádios com capacidade mínima de 30 mil lugares para cada uma das meias-finais, jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares e final separados entre si no máximo 150 quilómetros.
    O processo de candidaturas será iniciado em dezembro de 2017, e o organizador será conhecido um ano depois..
    Entretanto, foi aprovado ainda o sistema que determinará o par de cidades que organizará a fase final do Euro-2020. Serão criados vários pares de cidades baseadas no rendimento desportivo, distâncias geográficas e constrangimentos políticas e/ou de segurança. Serão escolhidos cinco ou seis pares inicialmente e, finalmente, o par definitivo em novembro ou dezembro de 2017.
    Também o conceito de candidatura para a organização do Euro-2024 foi ratificado e permitirá candidaturas conjuntas. O processo de qualificação será ajustado para permitir dois organizadores.
    Os requerimentos mínimos para ser anfitrião serão a oferta de nove ou dez estádios, com dois ou três pelo menos com capacidade para 50 mil espectadores (preferencialmente com um com 60 mil), três com pelo menos 40 mil e quatro com pelo menos 30 mil.

    Cronograma do processo de candidaturas para o Euro-2024:

    9 dezembro 2016 - convite oficial aos membros da UEFA para se candidatarem;
    3 março de 2017 - prazo limite para as associações confirmarem interesse;
    10 de março de 2017 - anúncio de candidatos feito pela UEFA;
    27 de abril de 2018 - prazo de limite de entrega dos dossiers de candidatura à UEFA;
    Setembro de 2018 - anúncio dos organizadores.

    A UEFA anunciou ainda os organizadores de várias outras competições: Euro sub-21 2019 (Itália), Euro sub-19 2019 (Arménia) e 2020 (Irlanda do Norte), Euro sub-17 2019 (Irlanda) e 2020 (Estónia), Euro sub-19 feminino 2019 (Escócia) e 2020 (Geórgia), Euro sub-17 feminino 2019 (Bulgária) e 2020 (Suécia) e UEFA Futsal Cup 2017 (Almaty, Cazaquistão).

    As federações da Noruega (fair-play na generalidade), Estónia (melhores adeptos) e Bielorrússia (maior evolução no fair-play) receberam 50 mil euros, a serem entregues a um clube, amador ou profissional, no sentido do fomento do desportivismo ou de projetos relacionados.

    Na reunião o direto de competições Giorgio Marchetti foi nomeado secretário geral adjunto.
    O Comité Executivo voltará a reunir-se a 8 e 9 de fevereiro, em Nyon, Suíça.
    http://www.maisfutebol.iol.pt/intern...ro-2020-e-2024
    Última edição por míster83; 21-01-2017 às 09:32 AM.

  5. #1115
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    Pela primeira vez na história do Prêmio Laureus, o Oscar do Esporte, os fãs poderão interagir e fazer parte da votação. Criada neste ano, a categoria de Melhor Momento Esportivo do Ano terá o vencedor eleito pelo público através de enquete virtual. Os seis fatos, selecionados pelos ex-atletas que compõem a Academia Laureus, refletem de grandes feitos esportivos a atos de fair play e espírito esportivo.
    Entre os concorrente há dois momentos da Eurocopa 2016:

    GRITOS VIKINGS NO FUTEBOL ISLANDÊS
    A torcida islandesa lotou as ruas da capital Reykjavik para receber a seleção masculina de futebol do país. O time fez campanha histórica ao alcançar as quartas de final da Eurocopa, eliminando inclusive a tradicional Inglaterra. A equipe desfilou em carro aberto e comandou a festa com palmas e gritos de guerra vikings, que se tornaram uma marca do grupo ao longo da competição.

    O ABRAÇO DE UM PEQUENO GRANDE PORTUGUÊS
    Um pequeno torcedor de Portugal consolou um homem francês logo depois do final da conquista lusa da Eurocopa. Aos prantos, o torcedor dos Bleus abraçou o adversário de momentos antes. A cena ocorreu na Torre Eiffel, em Paris, onde diversos fãs se concentraram para conferir a decisão da competição. A seleção portuguesa venceu por 1 a 0 na prorrogação com gol de Eder.
    http://globoesporte.globo.com/outros...o-de-2016.html
    https://mylaureus.com/?dm_t=0,0,0,0,0

    O antigo jogador do Manchester United, Ole Gunnar Solskjaer está a um passo de treinar a seleção da Noruega.
    A seleção noruguesa encontra-se sem treinador após a demissão de Per-Mathias Hogmo.
    Atualmente a treinar o Molde, Solskjaer já foi autorizado a iniciar conversações com a federação do seu país.
    http://www.zerozero.pt/news.php?id=188597

    A federação alemã de futebol (DFB) anunciou esta sexta-feira que vai apresentar a candidatura à organização do campeonato da Europa de 2024. A decisão foi tomada por unanimidade pela direção da DFB e a proposta será apresentada à UEFA, o mais tardar, até 3 de março.
    A candidatura alemã incluirá dez estádios, ainda por definir, escolhidos através de um "processo aberto e transparente" e, para o qual, será solicitada a colaboração da organização não-governamental Transparência Internacional (TI).
    "O Euro 2024 poderá ser um projeto emblemático para todo o futebol alemão", disse o presidente da DFB, Reinhard Grindel, acrescentando que "o país tem estádios e recursos para fazer uma prova económica e ecologicamente sensata".
    http://www.record.pt/internacional/c...-euro2024.html
    Última edição por míster83; 21-01-2017 às 09:26 AM.

  6. #1116
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    O que deu origem à UEFA Nations League?

    A UEFA é uma associação de federações que mantém debate e comentários contínuos sobre as competições de futebol de clubes e selecções com os seus membros.
    Deste modo, o rejuvenescimento do futebol das selecções nacionais – e a UEFA Nations League – decorre do desejo da UEFA, em particular do seu Presidente, de melhorar a qualidade e o prestígio do futebol das selecções nacionais. Existe também o desejo, por parte das federações, em dar mais significado desportivo ao futebol das selecções nacionais, com federações, treinadores, jogadores e adeptos cada vez mais de acordo de que os jogos amigáveis não estão a permitir a competitividade adequada às selecções nacionais.



    Amplas consultas e debates foram iniciados em 2011 na Reunião Estratégica da UEFA, no Chipre, e tiveram sequência numa série de encontros do Programa Top Executive (TEP) ao longo dos últimos três anos: reunião dos secretários-gerais da UEFA em Estocolmo, em 2013, Reunião Estratégica da UEFA em Dubrovnik, em 2014, várias reuniões do Comité de Competições de Selecções Nacionais da UEFA e, mais recentemente, uma série de reuniões regionais de acompanhamento do TEP em toda a Europa.

    Qual o formato básico da competição?

    As 55 selecções participantes serão divididas por quatro ligas, A–B–C–D, em função da sua força
    A Liga A incluirá as selecções mais bem posicionadas no ranking, a Liga D as selecções com pior posição no ranking
    As Ligas A e B serão compostas por quatro grupos de três equipas
    A Liga C será composta por um grupo de três equipas e três de quatro
    A Liga D será formada por quatro grupos de quatro equipas
    Na primeira edição da competição, as selecções participantes serão ordenadas segundo o Ranking de Coeficientes de Selecções Nacionais da UEFA (de acordo com as posições ocupadas nesse ranking a 15 de Novembro de 2017, ou seja, após a conclusão da Qualificação Europeia para o Campeonato do Mundo de 2018)
    Em cada liga, os vencedores dos quatro grupos são promovidos (ou dispUtAm a "final four", ver abaixo) e quatro equipas são despromovidas para a edição seguinte da competição, a dispUtAr em 2020
    O ranking geral da UEFA Nations League determinará depois os potes dos sorteios para as Qualificações Europeias subsequentes
    Para além disso, a UEFA Nations League irá conferir às selecções nacionais outra oportunidade de se qualificarem para a fase final do UEFA EURO, pois quatro selecções garantem o apuramento através do "play-off", a dispUtAr em Março de 2020 (ver abaixo).

    Quando se dispUtA a UEFA Nations League?

    A UEFA Nations League realiza-se da seguinte forma:

    Os jogos dos grupos da UEFA Nations League serão dispUtAdos ao longo de seis jornadas, em forma de "jornadas duplas", em Setembro, Outubro e Dezembro de 2018. A "final four" para as equipas que vencerem os quatro grupos da Liga A decorrerá em Junho de 2019.
    Para essa "final four", os vencedores dos quatro grupos da Liga A da UEFA Nations League jogarão entre si em encontros a eliminar (meias-finais e final) em Junho de 2019 para consagrar o campeão da UEFA Nations League. As partidas das meias-finais serão decididas por sorteio e o local será decidido pelo Comité Executivo da UEFA
    Os jogos dos "play-offs" decorrerão em Março de 2020 (ver abaixo).

    Irá o apuramento para o UEFA EURO sofrer alterações?

    As mudanças feitas ao apuramento para o UEFA EURO tornam-no mais simples. A equação é agora simples: 10 grupos, com as duas melhores equipas de cada grupo a apurarem-se automaticamente e os restantes quatro lugares a serem atribuídos aos vencedores do "play-off" da UEFA Nations League.
    O sorteio da fase de qualificação para o UEFA EURO 2020 será realizado após a conclusão da UEFA Nations League e colocará as quatro selecções presentes na "final four" da UEFA Nations League em grupos de cinco equipas.
    Mas o princípio-chave da qualificação mantém-se: uma equipa pode defrontar qualquer outra.



    A Qualificação Europeia para o UEFA EURO 2020 começará em Março de 2019. Haverá duas rondas de jogos em Março, Junho, Setembro, Outubro e Novembro de 2019. Ao todo, serão constituídos seis grupos de cinco selecções e quatro grupos de seis selecções (dez grupos no total), a dispUtAr ao longo de dez jornadas (tal como acontece actualmente). O vencedor e o segundo classificado de cada um dos dez grupos garantirão o apuramento automático para a fase final do UEFA EURO 2020 (a dispUtAr em Junho de 2020).

    As restantes quatro vagas na fase final do UEFA EURO 2020 serão atribuídas aos vencedores dos embates do "play-off" a dispUtAr em Março de 2020:
    • 16 selecções irão entrar nesse "play-off" e serão agrupadas quatro a quatro. Cada um desses grupos ditará um apurado.
    • Cada uma das Ligas da UEFA Nations League receberá quatro vagas no play-off de qualificação, as quais serão atribuídas aos vencedores dos grupos da respectiva Liga.
    • Se algum dos vencedores dos grupos tiver garantido o apuramento através da Qualificação Europeia, então a posição no "play-off" será atribuída à selecção com melhor ranking na Liga em questão, levando em linha de conta o ranking global dentro dessa Liga e, depois, se necessário, para a Liga seguinte por ordem decrescente, tendo em conta o ranking global dessa Liga.
    • As quatro selecções de cada Liga irão dispUtAr duas meias-finais a uma só mão e uma final também a uma só mão para determinar o vencedor dos quatro grupos do "play-off".

    Quais são as vantagens para as federações e para as selecções nacionais?

    As federações e seleccionadores consultados pela UEFA revelaram sentir que os amigáveis não permitem competitividade desportiva adequada. A UEFA Nations League vai permitir jogos mais significativos e competitivos às selecções e um calendário e estrutura dedicados ao futebol de selecções.
    As selecções de topo podem também aspirar a participar nas competições "final four", um novo evento de nível superior.
    Para as nações de "ranking" médio e mais pequenas, a UEFA Nations League vai permitir uma possibilidade extra de qualificação para a fase final do EURO. As nações pior classificadas – as últimas 16 do "ranking" – têm agora garantido um lugar nas 24 vagas para o UEFA EURO.
    As equipas com menor "ranking" que tenham sentido dificuldades contra equipas com um "ranking" consideravelmente superior que o seu irão agora ter a oportunidade de participar em jogos equilibrados. As equipas não aprendem ou evoluem com derrotas consecutivas; agora algumas equipas irão começar a ganhar.
    Com a UEFA Nations League a substituir a maioria dos jogos amigáveis, ainda assim haverá espaço no calendário para essas partidas, especialmente para as selecções de topo que podem querer defrontar adversários de fora da Europa, já que integrarão grupos de três selecções.
    As federações e as selecções irão beneficiar da melhor definição do calendário de jogos, existindo agora alguma folga entre o final do EURO e do Campeonato do Mundo, e vice-versa, além de estabilidade nas receitas.

    Quais são as vantagens para os adeptos?

    Os adeptos, mais do que ninguém, percebem que a maioria dos amigáveis não proporciona futebol competitivo e de significado. Agora vão passar a ter a oportunidade de ver a sua selecção dispUtAr mais jogos oficiais, participar numa nova competição e obter uma segunda oportunidade de qualificação para os principais torneios internacionais.

    Em cada ano par há um vencedor do Mundial ou do EURO; agora, a cada ano ímpar, haverá um campeão da UEFA Nations League. O futebol gira à volta da competição e agora, tal como no futebol de clubes, haverá um campeão de selecções no fim de cada temporada.

    Significa isto mais exigência para jogadores e clubes?

    Não; a UEFA Nations League e a Qualificação Europeia vão decorrer de acordo com o calendário internacional existente. A UEFA preservou sempre o equilíbrio entre os clubes e o futebol internacional. A nova competição deve, de facto, reduzir as exigências sobre os jogadores e sobre os clubes com menos viagens para dispUtAr amigáveis enquanto as selecções vão jogar de forma mais consistente no seu próprio nível. Com semanas de jornadas duplas, os jogadores estarão de volta aos respectivos clubes antes do que acontece actualmente.

    Isto visa apenas gerar mais receitas?

    Não, as finanças não foram o motor da nova competição. Contudo, a competição terá os mesmos direitos centralizados para os media recentemente introduzidos para todos os jogos da Qualificação Europeia, pelo que as federações vão poder usufruir de maior estabilidade na sua receita. Haverá também um prémio monetário para cada um dos 16 vencedores dos grupos da UEFA Nations League e para as selecções finalistas na competição "final four".

    Deixará de haver jogos amigáveis entre selecções?

    Haverá, certamente, menos jogos amigáveis e, sem dúvida, menos amigáveis desprovidos de sentido. Contudo, haverá espaço no calendário para jogos internacionais amigáveis – em particular jogos de preparação para fases finais de grandes competições. A UEFA também faz questão de que as selecções europeias tenham a possibilidade de jogar com adversários de outras confederações.
    http://pt.uefa.com/uefaeuro-2020/new...d=2079580.html

    A UEFA Nations League arranca em Setembro de 2018 com as 55 federações-membro da UEFA divididas em quatro ligas: Quem vai competir em cada uma delas?

    Quem fica colocado em cada Liga?

    As 55 selecções participantes serão divididas na primeira edição em quatro Ligas, A–B–C–D, em função da sua posição no Ranking de Seleções Nacionais da UEFA após a conclusão da Qualificação Europeia para o Campeonato do Mundo de 2018 (a 15 de Novembro de 2017).
    Na Liga A estarão as 12 selecções mais bem posicionadas no ranking, as 12 seguintes ficarão na Liga B, as 15 seguintes na Liga C e as restantes 16 na Liga D.
    As Ligas A e B serão compostas por quatro grupos de três equipas
    A Liga C será composta por dois grupos de três equipas e dois grupos de quatro equipas
    A Liga D será formada por quatro grupos de quatro equipas
    O procedimento completo do sorteio ainda será confirmado
    Depois do início da primeira edição, haverá promoções e despromoções entre as Ligas, e os “rankings" actualizados da UEFA Nations League irá determinar os cabeças-de-série em todas as futuras Qualificações Europeias.

    Como ficariam as Ligas se fossem determinadas hoje?

    O mais recente “Ranking” Provisório de Seleções Nacionais foi publicado a 14 de Novembro de 2016, após os últimos jogos da Qualificação Europeia, (não confundir com os “rankings” da FIFA). Se as Ligas fossem hoje determinadas por esses “rankings” ficariam desta forma...

    LIGA A (equipas divididas em quatro grupos de três)
    Alemanha, França, Bélgica, Portugal, Suíça, Espanha, Inglaterra, Itália, Croácia, Polónia, República da Irlanda, Ucrânia

    LIGA B (equipas divididas em quatro grupos de três)
    Holanda, Rússia, Islândia, Hungria, País de Gales, Bósnia e Herzegovina, Suécia, Grécia, Eslováquia, Áustria, Israel, Eslovénia

    LIGA C (equipas divididas em dois grupos de três e dois grupos de quatro)
    Irlanda do Norte, Roménia, República Checa, Turquia, Albânia, Dinamarca, Montenegro, Sérvia, Bulgária, Escócia, Noruega, Lituânia, Azerbaijão, Chipre, Finlândia

    LIGA D (equipas divididas em quatro grupos de quatro)
    Estónia, Bielorrússia, Geórgia, Arménia, Letónia, Ilhas Faroé, Cazaquistão, República Moldava, Luxemburgo, ARJ da Macedónia, Kosovo, Liechtenstein, Malta, Andorra, San Marino, Gibraltar

    Estas Ligas são provisórias e o posicionamento de cada selecção só ficará confirmado em Novembro, após o final da Qualificação Europeia, pelo que os países ainda vão ter várias oportunidades para trocarem de Liga, para cima ou para baixo.

    Contudo, como estão as coisas...

    Bélgica, Suíça, Croácia, Polónia, República da Irlanda e Ucrânia teriam hipóteses de lutar pelo seu primeiro grande título internacional ao competirem na Liga A, com os vencedor a ficar decidido numa final a quatro entre os vencedores dos grupos em Junho de 2019.
    A Holanda, antiga campeã da Europa, e o País de Gales, que atingiu as meias-finais do UEFA EURO 2016, estão actualmente posicionados na Liga B.
    Irlanda do Norte, Roménia, República Checa, Turquia e Albânia, que estiveram no último EURO, poderão ficar numa competitiva Liga C.
    Uma equipa da Liga D teria garantido um lugar no UEFA EURO 2020 através de “play-offs” em Março desse ano. Entre essas selecções, só a Letónia marcou presença na fase final de um grande competição internacional, no UEFA EURO 2004.
    http://pt.uefa.com/uefaeuro-2020/new...d=2437704.html

    Estão definidos os nove grupos de qualificação para a fase final do Campeonato da Europa de Sub-21 da UEFA de 2019, que decorrerá em Itália e San Marino.

    Sorteio dos grupos da fase de qualificação do Europeu Sub-21 de 2019
    Grupo 1: República Checa*, Croácia, Grécia, Moldávia, Bielorrússia, San Marino

    Grupo 2: Espanha*, Eslováquia*, Islândia, Albânia, Estónia, Irlanda do Norte

    Grupo 3: Dinamarca*, Polónia*, Finlândia, Geórgia, Lituânia, Ilhas Faroé

    Grupo 4: Inglaterra*, Holanda, Ucrânia, Escócia, Letónia, Andorra

    Grupo 5: Alemanha*, Israel, Noruega, República da Irlanda, Azerbaijão, Kosovo

    Grupo 6: Suécia*, Bélgica, Turquia, Hungria, Chipre, Malta

    Grupo 7: Sérvia*, Áustria, Rússia, ARJ Macedónia*, Arménia, Gibraltar

    Grupo 8: Portugal*, Suíça, Roménia, País de Gales, Bósnia e Herzegovina, Liechtenstein

    Grupo 9: França, Eslovénia, Montenegro, Bulgária, Cazaquistão, Luxemburgo

    Caminho para Itália e San Marino: datas dos jogos
    Fase de qualificação
    20–28 de Março de 2017
    5–13 de Junho de 2017
    28 de Agosto–5 de Setembro de 2017
    2–10 de Outubro de 2017
    6–14 de Novembro de 2017
    19–27 de Março de 2018
    3–11 de Setembro de 2018
    8–16 de Outubro de 2018

    "Play-off"
    12–20 de Novembro de 2018
    http://pt.uefa.com/under21/news/newsid=2437641.html
    Última edição por míster83; 26-01-2017 às 04:51 PM.

  7. #1117
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    O Palácio do Kremlin será a sede do sorteio da Copa do Mundo de 2018, que será dispUtAda na Rússia. A informação foi revelada pelo ex-ministro do Esporte, Vitaly Mutko, à agência Tass.
    O político, que também é presidente da federação russa de futebol, afirmou que o evento será em 1º de dezembro. Para isso acontecer, porém, a Fifa ainda precisa aprovar o local.
    “Sugerimos o Kremlin. Estamos nos preparando para receber a cerimônia”, contou Mutko, entrevistado durante encontro com o primeiro-ministro Dmitry Medvedev.
    A próxima Copa será dispUtAda de 14 de junho a 15 de julho em 12 estádios de 11 cidades russas. Antes disso, Moscou, São Petersburgo, Sochi e Kazan irão abrigar a Copa das Confederações, espécie de torneio preparatório, de 17 de junho a 2 de julho.
    http://maquinadoesporte.uol.com.br/a...018_31866.html

    A Copa das Confederações deste ano, que será realizada na Rússia, não tem tido sucesso na venda de ingressos. Em comparação, o número de pedidos por entradas, até o momento, é cinco vezes menor em comparação ao mesmo período de vendas para a competição que foi realizada no Brasil, em 2013.
    Segundo o Fifa, já foram comercializados 82 mil ingressos para a Copa das Confederações de 2017. Para 2013, o volume de vendas foi de quase 400 mil tíquetes, o que obrigou a organização impor sorteio para os torcedores interessados em assistir às partidas.
    Apesar do número mais baixo, a organização do torneio se mostrou satisfeita com a procura. “A porcentagem de pedidos estrangeiros foi baixa. No entanto, essa é uma peculiaridade desse torneio, e a procura será bem maior para a Copa do Mundo”, explicou Alexei Sorokin, diretor geral do Comitê Organizador Local.
    Nas vendas para este ano, os russos ficaram com 71 mil ingressos. O segundo país com mais procura foi o Chile, campeão da Copa América, com quase 5 mil ingressos.
    http://maquinadoesporte.uol.com.br/a...sos_31848.html

    Gianni Infantino afirmou que não estava surpreendido por Portugal se ter tornado campeão da Europa no Euro 2016. Em entrevista ao jornal A Bola, o dirigente máximo da FIFA revelou que era apenas uma questão de tempo até que a seleção portuguesa conseguisse conquistar um título internacional.
    "Não posso dizer que tenha sido surpreendido. Estive em Portugal pouco tempo antes de a equipa partir para França e fui testemunha da motivação dos jogadores. Há que dizê-lo, Portugal é um país de futebol, tem jogadores de topo e para mim foi uma questão de tempo até o vosso país ganhar uma grande competição".
    Ainda sobre o sucesso português no Europeu, Infantino recordou um episódio com o Presidente da Federação Portuguesa de Futebol na inauguração da Cidade do Futebol. O dirigente do órgão máximo do futebol recordou ter dito a Fernando Gomes que já não havia desculpas possíveis.
    "Não é por acaso que Portugal é campeão da Europa. Estive na inauguração da Cidade do Futebol e tive a oportunidade de dizer a Fernando Gomes que, a partir daquele momento, não tinham mais desculpas. Portugal tinha de ganhar e ganhou! Fernando Gomes é respeitadíssimo na Europa do futebol".
    http://desporto.sapo.pt/futebol/inte...obre-o-europeu
    Última edição por míster83; 01-02-2017 às 09:38 AM.

  8. #1118
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    O técnico da sensação da Eurocopa, Islândia, acertou um novo desafio. Lars Lagerback, experiente treinador de 68 anos, irá dirigir a Noruega com a missão de levar os escandinavos à Copa do Mundo de 2018. É um desafio porque a Noruega não foi bem nos primeiros jogos nas Eliminatórias e o time ser apenas o quinto colocado no seu grupo. O que chamou a atenção também foi o fato de ser justamente a Noruega. Lagerback é sueco e a rivalidade entre os dois países é grande também nos esportes e especificamente no futebol.
    http://trivela.uol.com.br/depois-do-...da-sua-suecia/

    Melhores médias de golos por jogo em jogos do EURO**

    0.91: Davor Šuker (Croácia) – 20 golos em 22 jogos
    0.79: Klaas-Jan Huntelaar (Holanda) – 19 golos em 24 jogos
    0.78: David Villa (Espanha) – 18 golos em 23 jogos
    0.75: Toni Polster (Áustria) – 15 golos em 20 jogos
    0.71: Jon Dahl Tomasson (Dinamarca) – 22 golos em 31 jogos
    0.70: Raúl González (Espanha) – 19 golos em 27 jogos
    0.67: Thierry Henry (França) – 18 golos em 27 jogos
    0.67: Marco van Basten (Holanda) – 16 golos em 24 jogos
    0.65: Shota Arveladze (Geórgia) – 17 golos em 26 jogos
    0.64: Filippo Inzaghi (Itália) – 14 golos em 22 jogos

    ** Apenas jogos na fase de qualificação e fase final do EURO e do Campeonato do Mundo

    Diversos jogadores tiveram uma taxa de concretização superior à de Šuker mas não registaram internacionalizações suficientes para corresponder aos critérios do UEFA.com. Os melhores exemplos são:

    1.33: Gerd Müller (República Federal Alemã) – 16 golos em 12 jogos
    1.00: Michel Platini (França) – 10 golos em 10 jogos
    0.92: Johan Cruyff (Holanda) – 12 golos em 13 jogos
    http://pt.uefa.com/uefachampionsleag...d=2437583.html
    Última edição por míster83; 03-02-2017 às 09:47 AM.

  9. #1119
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    Copa das Confederações FIFA de 2017

    Grupo A
    Rússia
    Nova Zelândia
    Portugal
    México

    17 de junho - Rússia x Nova Zelândia
    18 de junho - Portugal x México
    21 de junho - Rússia x Portugal
    21 de junho - México x Nova Zelândia
    24 de junho - México x Rússia
    24 de junho - Nova Zelândia x Portugal

    Grupo B
    Camarões
    Chile
    Austrália
    Alemanha

    18 de junho - Camarões x Chile
    19 de junho - Austrália x Alemanha
    22 de junho - Camarões x Austrália
    22 de junho - Chile x Alemanha
    25 de junho - Alemanha x Camarões
    25 de junho - Chile x Australia

    Semifinais
    28 de junho - Vencedor Grupo A x Segundo lugar Grupo B
    29 de junho - Vencedor Grupo B x Segundo lugar Grupo A

    Disputa pelo terceiro lugar
    2 de julho - Perdedor Semifinal x Perdedor Semifinal

    Final
    2 de julho - Vencedor Semifinal x Vencedor Semifinal

  10. #1120
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    Re: Seleções da Europa (Uefa)

    A UEFA vai pedir à FIFA mais vagas para as seleções europeias no Mundial de 2026, pretendendo, pelo menos, 16 lugares entre os 48 participantes.
    «Acho realista pedir 16 vagas, com a condição de que cada grupo terá uma seleção europeia», disse Aleksander Ceferin, presidente do organismo.
    Recorde-se que, em janeiro, a FIFA aprovou que o Mundial de 2026 teria 48 seleções, em vez de 32, ficando em aberto as «quotas» continentais, assim como o quadro competitivo.
    http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=655215

    Infantino diz que Fifa vai incentivar candidaturas conjuntas para a Copa.
    Diante do interesse da Concacaf de colocar México, EUA e Canadá em uma só proposta, presidente diz que poderá aceitar candidaturas de até quatro países.
    Até o momento, a Concacaf pretende lançar uma candidatura conjunta de Estados Unidos, Canadá e México para a Copa do Mundo de 2026. E o trio atende o quesito básico, de que sejam países próximos uns dos outros.
    - Seria perfeitamente alinhada com as nossas políticas de sustentabilidade e legado talvez reunir dois, três, quatro país, que em conjunto, apresentassem um projeto com três, quatro ou cinco estádios cada. Nós certamente vamos incentivar isso. Idealmente, países seriam próximos uns dos outros por uma questão de facilidade na hora de viajar – completou Infantino.
    Além do trio da Concacaf, outros países já demonstraram interesse em receber o Mundial de 2016, o primeiro com 48 seleções. São eles: Colômbia, Marrocos, Inglaterra, Cazaquistão e as candidaturas conjuntas de Azerbaijão e Turquia e Nova Zelândia e Austrália.
    http://globoesporte.globo.com/futebo...para-copa.html

    Com o arranque da fase final do Mundial'2018 a pouco mais de um ano de distância - e a quatro meses do início da Taça das Confederações, onde estará presente a Seleção Nacional -, a segurança das equipas e dos adeptos que estarão na Rússia é uma das prioridades das autoridades locais. Mas, face às informações reveladas numa reportagem que a BBC difundiu esta quinta-feira, os hooligans russos estão determinados em deixar a sua marca na competição.
    "Para alguns será uma festa do futebol, para outros isto será um festival de violência", refere um hooligan membro do grupo Orel Butchers, com o rosto tapado, nas imagens divulgadas pelo canal britânico. "Provavelmente, alguém tentará alguma coisa. Isso é uma certeza", acrescenta outro, também incógnito, antes de lembrar que quem estiver acompanhado por crianças poderá evitar uma eventual agressão, "mas se estiverem com um amigo arriscam-se a levar um pontapé no traseiro".
    Os Orel Butchers são apontados como os responsáveis pelos graves incidentes ocorridos em Marselha durante o Euro'2016, nos quais ficaram feridos mais de 100 adeptos ingleses, e um dos líderes do movimento terá mesmo confirmado o envolvimento governamental russo na estatégia de criar o terror nas ruas durante a prova que se realizou em França e acabou com o triunfo de Portugal.
    "Forças especiais militares de hooligans foram enviadas por Vladimir Putin para conquistar a Europa", revelou um dos responsáveis do grupo.
    http://www.record.pt/internacional/c...violencia.html

    Um documentário da BBC sobre violência de torcidas na Copa do Mundo parece ter irritado o governo da Rússia, cujos torcedores foram alvos de críticas nas telas. Nesta sexta-feira, oficiais do país detonaram a produção, alegando que o vídeo foi feito para boicotar o evento.
    "Precisamos analisar isso com absoluta sobriedade - é uma campanha com o objetivo de nos descreditar", disse o Primeiro Ministro, Vitaly Mutko, à agência de notícias TASS. "A Rússia entregou garantias de segurança, que foram confirmadas pelo Estado e serão cumpridas", completou Mutko, que é também o chefe do comitê organizador da Copa do Mundo.
    Vladimir Markin, chefe da União de Futebol da Rússia (RFU), foi mais além e garantiu que o conteúdo do documentário é totalmente falso. "Isso se trata absolutamente de propaganda. Foi produzido com o objetivo de impedir os torcedores ingleses de virem ao Mundial, não há nenhuma outra razão", afirmou ao R-Sport.
    Na quinta-feira, a BBC exibiu o documentário "Russia's Hooligan Army" (Exército Hooligan da Rússia), que alerta para um possível "festival de violência" protagonizado por torcedores russos na Copa do Mundo de 2018, mirando principalmente fãs da Inglaterra. "Para alguns será um festival de futebol, para outros será um festival de violência", disse um dos hooligans à BBC.
    O canal britânico entrevistou membros do "Orel Butchers", um grupo de torcedores radicais do Lokomotiv Moscou, acusado de violência nas ruas de Marselha durante a Eurocopa de 2016. Um dos líderes do grupo, inclusive, espera uma rebelião contra as autoridades do país. "Eles vão derrubar os líderes, todas as pessoas responsáveis pela organização do evento", disse.
    Apesar das regras e punições contra os hooligans, um dos membros do grupo contou que é certo que torcedores russos pretendem, de fato, organizar atos de violência contra os ingleses. "Nossos caras são mais perigosos que as forças especiais", celebram os torcedores no documentário.
    Por outro lado, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou na quinta-feira que não está preocupado com a violência e que confia plenamente na capacidade da Rússia de sediar o evento.
    http://espn.uol.com.br/noticia/67189...-mundo-de-2018
    Última edição por míster83; 17-02-2017 às 12:21 PM.

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